POLÍCIA CIVIL PRENDE FORAGIDO POR TENTATIVA DE FEMINICÍDIO EM VARGEM GRANDE.

                       

A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Delegacia de Vargem Grande, prendeu, na tarde desta quinta-feira (22/01), L.C.F.L., conhecido como “Sete Vidas”, após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva. O indivíduo é investigado por tentativa de feminicídio e descumprimento de medida protetiva de urgência.
De acordo com o inquérito policial, o crime ocorreu no dia 2 de novembro de 2025, em Vargem Grande, quando o suspeito atacou sua ex-companheira com diversos golpes de facão. A vítima sofreu ferimentos graves, incluindo cortes profundos na cabeça e nas mãos, sendo necessário um exame de corpo de delito para confirmar a gravidade das lesões.
Durante a investigação, as autoridades coletaram evidências que levaram à conclusão de que o agressor havia descumprido uma medida protetiva que visava garantir a segurança da vítima. Com base nessas informações, o delegado Tiago Castro solicitou a prisão preventiva de L.C.F.L., que teve sua solicitação aceita pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário.
Após ser detido, o suspeito foi interrogado na unidade policial e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional do Estado do Maranhão, onde ficará à disposição da Justiça Criminal.
Este caso destaca a importância da atuação eficiente das autoridades no combate à violência doméstica e à proteção das vítimas. A medida preventiva, além de garantir a segurança da vítima, visa impedir que o agressor continue a representar um risco para a sociedade.
A Polícia Civil segue com seu trabalho de combate à violência, realizando investigações e ações que visam a proteção dos direitos das vítimas e a responsabilização dos criminosos.
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“DUPLO HOMICÍDIO EM NINA RODRIGUES: GUERRA ENTRE FACÇÕES CRIMINOSAS DEIXAR DOIS MORTOS NA ZONA RURAL”

              Júnior do Fuzil e Kainan.
Na madrugada deste sábado (17), o povoado Ilha, na zona rural de Nina Rodrigues, foi palco de uma tragédia brutal. Por volta das 3h, dois homens, identificados como Melchizedech Pereira Rosa Júnior, de 41 anos, conhecido como ‘Júnior do Fuzil’, e Kainan Silva dos Santos, de 20 anos, foram mortos a tiros em uma festa local. As circunstâncias e o histórico das vítimas indicam que o duplo homicídio pode estar relacionado a disputas violentas entre facções criminosas que dominam a região.
                                  

                              CORPOS
As vítimas, que estavam no evento quando foram surpreendidas por um ataque armado, foram executadas com tiros na cabeça e não resistiram aos ferimentos. A Polícia Civil de Vargem Grande iniciou imediatamente as investigações, com a hipótese de que o assassinato seja parte de uma série de execuções orquestradas por facções rivais.
Júnior do Fuzil, natural de Teresina, no Piauí, era uma figura conhecida no mundo do crime, com um extenso histórico de envolvimento em atividades criminosas, como homicídios, assaltos a banco e participação em facções criminosas. Recentemente, ele havia fugido da Penitenciária de Pedrinhas, no Maranhão, após violar um monitoramento eletrônico, o que gerou um mandado de recaptura que estava em vigor desde o dia 14 de janeiro.
Kainan, morador de Vargem Grande, também tinha ligações com o crime organizado, o que aumenta a suspeita de que a morte dos dois tenha sido um acerto de contas entre facções.
O delegado Tiago Castro, responsável pela investigação, destacou que o caso está sendo tratado com a máxima prioridade. “As circunstâncias e o perfil das vítimas indicam uma possível execução motivada por disputas internas entre facções criminosas da região. Estamos trabalhando para identificar os responsáveis e entender os detalhes dessa tragédia”, afirmou o delegado.
O povoado Ilha, que normalmente é tranquilo, agora se vê marcado por um crime de grande repercussão. A população local vive em alerta, e a sensação de insegurança é crescente, enquanto a polícia tenta rastrear os criminosos responsáveis.
A Polícia Civil segue com as investigações, e os corpos das vítimas foram encaminhados ao IML de Chapadinha para os exames periciais. A comunidade espera por respostas rápidas e eficazes, na esperança de que a violência que assola a região seja controlada.
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Execução ou emboscada? Mistério cerca morte de ‘Marquinhos’ em Presidente Vargas

Na madrugada desta sexta-feira (16), por volta das 2h, um disparo de arma de fogo tirou a vida de um homem identificado apenas como “Marquinhos”, na Vila Jari, em Presidente Vargas. O caso, inicialmente registrado como execução, ganhou novos contornos à medida que surgiram informações sobre os últimos momentos da vítima.
De acordo com as investigações iniciais, “Marquinhos” estava voltando para casa após um envolvimento em mais um ato infracional na cidade. A vítima havia tentado arrombar o estabelecimento comercial de um empresário local, identificado como Ismael. No entanto, a tentativa foi frustrada quando o proprietário surpreendeu o suspeito, obrigando-o a fugir do local.
Após a fuga, “Marquinhos” seguiu para sua residência. Ao chegar na porta de casa, ele teria chamado por seu padrasto. Nesse momento, a vítima foi surpreendida por um disparo de arma de fogo, aparentemente de um calibre 12, de acordo com testemunhas. O atirador, que estaria escondido na mata próxima, aguardava o momento certo para efetuar o ataque.
A Polícia Civil agora investiga o caso como uma possível emboscada. A precisão do disparo e a escolha do local sugerem que o crime foi premeditado. “Marquinhos”, que tinha diversas passagens pela polícia por arrombamentos e furtos, vinha sendo monitorado, especialmente após ser identificado em imagens de câmeras de segurança, que o associaram a dois arrombamentos recentes no centro de Presidente Vargas.
O mistério sobre a identidade do atirador persiste, e a Polícia Civil continua apurando todas as hipóteses. Entre as linhas de investigação, estão a possibilidade de um acerto de contas relacionado aos crimes recentes da vítima, ou ainda uma possível retaliação por inimigos de antigos feitos criminosos.
Até o momento, não há prisões ou suspeitos identificados, mas a investigação segue com urgência. A Polícia Civil espera que novos detalhes possam surgir das testemunhas e da análise das câmeras de segurança da região.
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“Confronto Violento e CPF cancelado: Facção Comando Vermelho é Desarticulada em Presidente Vargas com Morte de Suspeito e Prisões”


Na noite de 14 de janeiro de 2026, a cidade de Presidente Vargas, no Maranhão, foi palco de uma operação de grande escala desencadeada pela Polícia Civil, que visava desmantelar uma célula local da facção criminosa Comando Vermelho, recém-instalada na região. A ação, realizada pelas delegacias de Itapecuru Mirim e Vargem Grande e coordenada pelos delegados Samuel Morita e Tiago Castro, teve como alvo um ponto estratégico no bairro “Maconhão”, conhecido por ser um reduto de atividades criminosas.

O Confronto e a Morte de “Elitin”

A operação foi marcada por um intenso confronto entre policiais e integrantes da facção. Durante a troca de tiros, um dos principais alvos da operação, Wellington Vieira da Silva, conhecido como “Elitin”, foi baleado. O suspeito, que já tinha passagens por crimes graves, como homicídios, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu ainda no local. A morte de “Elitin” representou um golpe significativo para o grupo criminoso, que vinha aterrorizando a cidade com ações violentas e tráfico de drogas.

“Elitin” estava sendo investigado pela Delegacia de Vargem Grande, acusado de envolvimento em dois homicídios, ambos ocorridos em 2024. O primeiro, contra Marlyson Lucas Ribeiro Saminez, conhecido como “Vereador”, filho de um vereador local, em agosto. O segundo, um duplo homicídio que vitimou Jeron Gleyton Alves Pereira e Carlos Oliveira de Carvalho, no bairro Cascavel, em novembro.

Apreensões e Prisões

Além da morte de “Elitin”, a operação foi um sucesso em termos de apreensões. As forças policiais conseguiram apreender armas de fogo, drogas e veículos roubados. Três pessoas foram presas em flagrante, incluindo uma adolescente que também foi conduzida. Todos os detidos foram levados para a Delegacia Regional de Itapecuru Mirim para o cumprimento dos procedimentos legais.


O Impacto na Comunidade de Presidente Vargas

A operação da Polícia Civil foi uma resposta firme e necessária ao crescente poder da facção Comando Vermelho, que vinha promovendo uma série de crimes na cidade. A população de Presidente Vargas vivia sob constante ameaça de homicídios, tráfico de drogas e outros delitos graves. Com a prisão dos envolvidos e a morte de um dos principais líderes da célula local, a Polícia Civil enviou uma mensagem clara de combate ao crime organizado, mostrando que as autoridades não medem esforços para garantir a segurança e a ordem pública.

A Polícia Civil em Defesa do Cidadão

Com o desmantelamento de uma célula criminosa que ameaçava a tranquilidade da população, a Polícia Civil do Maranhão reafirma seu compromisso com a segurança e proteção do cidadão. A operação é um exemplo de ação efetiva contra as facções criminosas que, ao tentar dominar regiões, colocam em risco a vida das pessoas e a paz social. A sociedade de Presidente Vargas pode, agora, respirar aliviada, sabendo que as forças de segurança estão atentas e preparadas para combater o crime de forma rigorosa.
A Polícia Civil continua a trabalhar incansavelmente para combater o tráfico de drogas, as facções criminosas e as ações violentas, sempre com o objetivo de proteger a população e manter a ordem

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“MARQUINHOS: O “ESPECIALISTA” EM ARROMBAMENTOS E SEUS MÉTODOS QUE ASSUSTAM EM PRESIDENTE VARGAS”

                     

Marquinhos, um nome já famoso nas ruas de Presidente Vargas, volta a causar alvoroço após cometer dois arrombamentos na madrugada desta segunda-feira (12). Mas, o que mais chama a atenção da população não é apenas a ação criminosa, mas sim o jeito peculiar com que ele age. Com um histórico de furtos e crimes no município, o homem já se tornou um verdadeiro “especialista” quando o assunto é arrombamento.
                         

O “modus operandi” de Marquinhos já é bem conhecido pela polícia e é sempre o mesmo: ele quebra o forro das lojas e, de forma estratégica, consegue acessar o interior dos estabelecimentos. Dessa vez, seu alvo foi a loja Emanoel Cell, na Avenida Pedro Daréu, e o comercial Bom Preço, ambos no Centro da cidade.

Embora a situação tenha gerado um grande medo entre os comerciantes e moradores locais, é interessante perceber como Marquinhos, com sua “expertise” no crime, consegue planejar suas ações e escapar das autoridades repetidamente.

Mas por que ele tem tanto sucesso em suas fugas? E por que continua sendo uma dor de cabeça para a polícia, apesar das várias tentativas de captura? A resposta pode estar no fato de que ele já conhece os pontos mais vulneráveis das lojas e, quem sabe, até conta com informações privilegiadas. A dúvida sobre como ele consegue se manter à frente das investigações continua sendo um mistério que assusta ainda mais a população.

A polícia de Presidente Vargas está trabalhando incansavelmente para capturá-lo, mas, até o momento, Marquinhos continua foragido. A população está mais atenta e aguarda ansiosa por notícias sobre os próximos passos da investigação.

Segurança ou Falta dela? O Impacto na Tradição Comercial de Presidente Vargas

A repetição dos crimes mostra a necessidade urgente de repensar as estratégias de segurança na cidade. A falta de medidas mais eficazes tem gerado uma sensação de insegurança não apenas para os comerciantes, mas para todos os moradores de Presidente Vargas. A cidade, que sempre foi reconhecida pela tranquilidade de sua população, agora vive sob o temor de novas invasões.

A colaboração dos cidadãos é essencial para desvendar o mistério por trás dos sucessivos arrombamentos e dar um basta na “carreira” de Marquinhos. Até lá, a cidade vai seguir com um olhar mais atento, aguardando a prisão desse “especialista” em crimes que tem feito tanto barulho nas ruas.

Eu me saliento a dizer que o jeito pra esse meliante e cancelar o CPF dele pq taca e cadeia não vai resolver não pra mim do pescoço pra baixo tudo e canela.

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TATUAGENS OU ENGANO FATAL? A TRAGÉDIA DO JOVEM ERYK RYAN E OS PERIGOS DA VIOLÊNCIA EM SÃO LUÍS.

                           Eryk Ryan.

 

Na noite do último domingo (11), o jovem Eryk Ryan Rego Sousa, de 20 anos, foi brutalmente assassinado em um crime que chocou a cidade de São Luís.
Natural de Nina Rodrigues, Eryk trabalhava como motoboy em uma pizzaria local. Sua vida foi interrompida de maneira trágica quando, no momento em que realizava uma entrega na Cidade Olímpica, foi abordado por membros de uma facção criminosa. O que parecia ser uma entrega simples transformou-se em um pesadelo fatal.
De acordo com o delegado George Marques, superintendente da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), o assassinato de Eryk pode ter sido motivado por uma simples confusão.
No momento da abordagem, os criminosos podem ter confundido a vítima com um integrante de facção rival, possivelmente devido às suas tatuagens, incluindo uma representando um fuzil no peito. As marcas na pele de Eryk, como outras tatuagens visíveis, foram interpretadas pelos criminosos como símbolos de uma possível afiliação a grupos violentos, o que desencadeou o ataque.
Eryk foi arrancado de sua motocicleta, derrubado no chão e agredido de maneira implacável. Os criminosos utilizaram pedras e até mesmo um pedaço de meio-fio para golpear sua cabeça, resultando em fraturas no crânio e ferimentos graves. O jovem, que nunca teve passagens pela polícia, foi brutalmente espancado até a morte. A violência foi tão intensa que a vítima não teve chance de se defender, mostrando a crueldade de um crime sem justificativa plausível.
A tragédia de Eryk Ryan nos faz refletir sobre os riscos crescentes de violência, onde até mesmo uma tatuagem – um símbolo pessoal para muitos – pode ser interpretada de maneira errada, levando à morte. O delegado George Marques reforçou que as investigações estão em andamento, mas a possibilidade de uma simples confusão envolvendo tatuagens como sinal de afiliação criminosa levanta questões sobre os limites da violência e da intolerância em nossa sociedade.
Este caso, infelizmente, não é isolado. Cada vez mais, vemos jovens sendo vitimados por motivos fúteis e mal-entendidos, com gangues e facções criminosas tomando o lugar de autoridades em diversas áreas de São Luís. A banalização da violência e a falta de diálogo entre as partes envolvidas são elementos que precisam ser urgentemente combatidos para que tragédias como essa não se repitam.
Enquanto as investigações continuam, a morte de Eryk Ryan fica como um lembrete amargo das consequências de um sistema de justiça falho e de uma sociedade ainda refém da violência. Neste cenário, o que deveria ser um simples ato de trabalho – uma entrega de comida – acabou sendo a última ação de um jovem inocente. Que sua história sirva de alerta para todos nós.
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“VEREADORES E O CAOS: CONFUSÃO NO BAR DA ÂNGELA ABALA PRESIDENTE VARGAS E EXPÕE ATITUDES DESPREZÍVEIS DE POLÍTICOS LOCAIS”

                           
Na noite de segunda-feira, dia 29 de dezembro, Presidente Vargas foi palco de um episódio alarmante que expôs a verdadeira face de alguns de seus representantes políticos. O Bar da Ângela, um local que, até então, era conhecido por promover eventos tranquilos, se transformou em um cenário de desordem e desrespeito, quando dois vereadores chegaram alcoolizados e, acompanhados de um homem conhecido como “Bob”, protagonizaram uma série de atitudes agressivas e prejudiciais à comunidade.
Segundo testemunhas e vídeos que circulam nas redes sociais, o presidente da Câmara Municipal, Elailton Freitas, e o vereador George Barros, ambos embriagados, se envolveram em uma confusão, desafiando a moralidade e o bom senso. A presença do comparsa “Bob” apenas intensificou o caos. Durante o tumulto, o trio teria desferido ofensas homofóbicas e racistas, criando um ambiente de constrangimento para os presentes, que estavam ali para aproveitar um evento privado, sem qualquer vínculo com a esfera pública.
VT…..

O desrespeito foi tão flagrante que, ao longo do incidente, foi reportado que os envolvidos portavam armas brancas e até armas de fogo, criando um clima de tensão ainda maior. Em um tom debochado e desafiador, o vereador George Barros afirmou que, mesmo diante da intervenção policial, sairia “amanhã”, como se as leis e a ordem pública não se aplicassem a ele. A arrogância do político é uma reflexão aterradora sobre o desprezo pelas instituições e pela população que ele jurou representar.
Para agravar ainda mais a situação, George Barros, já conhecido na cidade por sua postura de soberba, teria mencionado nomes de políticos influentes, como o senador Weverton Rocha e o deputado federal Josimar de Maranhãozinho, insinuando que sua ligação política seria suficiente para garantir sua impunidade. Ele, inclusive, já é alvo de uma ação por ser “funcionário fantasma” no município de Buriticupu, o que só aumenta as suspeitas sobre sua conduta ética.
Após a chegada da polícia, a confusão foi finalmente controlada, mas não sem antes deixar a população de Presidente Vargas em choque. A presença de armas, as atitudes de deboche e a postura agressiva de figuras públicas como Elailton Freitas e George Barros abalaram a confiança da comunidade nas instituições e expuseram as falhas de liderança no município.
Este caso não pode ser simplesmente ignorado. A população exige explicações, e a Justiça deve ser implacável ao apurar a fundo o comportamento desses agentes públicos. O que aconteceu na noite de segunda-feira é um reflexo de um problema maior: a falta de respeito e de responsabilidade de algumas autoridades, que se veem acima da lei, minando a confiança das pessoas e enfraquecendo a democracia.
É hora de refletirmos sobre o tipo de política que queremos para o nosso futuro. A postura desses vereadores não é apenas uma ofensa aos cidadãos de Presidente Vargas, mas um alerta para todos nós: a política não pode ser tratada como um jogo de poder, e sim como uma responsabilidade de servir à população com ética, respeito e compromisso.
A verdadeira questão agora é saber se o sistema político local será capaz de punir adequadamente esses envolvidos, ou se mais uma vez, o abuso de poder será tolerado. Enquanto isso, a população segue atenta, aguardando que as autoridades cumpram o seu papel e mostrem que em Presidente Vargas, a impunidade não tem vez.
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“CHEFE DO BONDE DOS 40, RESPONSÁVEL POR ATAQUE A VIATURA, MORRE EM CONFRONTO COM A POLÍCIA EM SÃO LUÍS”

                Viatura ficou destruída.
São Luís, 31 de dezembro de 2025 – Na manhã desta quarta-feira (31), um confronto armado entre policiais militares da Rotam e membros da facção criminosa Bonde dos 40 resultou na morte de Carlos Daniel, um dos principais líderes da facção em Itapecuru-Mirim. O faccionado estava foragido da justiça e possuía dois mandados de prisão em aberto.
De acordo com informações do jornalista Judson Carvalho, a polícia recebeu informações sobre o paradeiro de Carlos Daniel, que estava escondido em uma quitinete localizada nas imediações da Via Expressa, em São Luís. Ao ser abordado pelos policiais, o criminoso reagiu atirando contra as guarnições, que imediatamente revidaram. O confronto resultou em ferimentos graves, e ele foi levado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
O ATAQUE À VIATURA DA POLÍCIA CIVIL
Carlos Daniel ganhou notoriedade não apenas pela sua liderança dentro da facção Bonde dos 40, mas também por ser o responsável por ordenar o incêndio de uma viatura da Polícia Civil de Vargem Grande, em maio deste ano. O ataque, que ocorreu durante o plantão da delegacia regional de Itapecuru-Mirim, chocou a população local e gerou repercussão em todo o estado. Naquela ocasião, a viatura foi completamente destruída, e um dos criminosos foi neutralizado, enquanto um adolescente foi apreendido.
REPERCUSSÃO NA SOCIEDADE E SEGURANÇA PÚBLICA.
A morte de Carlos Daniel é mais um capítulo da crescente violência gerada por facções criminosas em várias regiões do Maranhão. A facção Bonde dos 40, considerada uma das mais perigosas, tem sido responsável por diversos ataques à segurança pública e, inclusive, por episódios de destruição de patrimônio policial, como o ataque à viatura em Vargem Grande.
A atuação das forças de segurança, que tem intensificado as operações de combate ao crime organizado, é vista como uma resposta à escalada de violência registrada nos últimos meses. Porém, o caso também levanta questões sobre a necessidade de mais investimentos na segurança pública, além da coordenação entre as diferentes forças policiais para combater efetivamente a atuação das facções criminosas.
A morte de Carlos Daniel é um golpe significativo para o Bonde dos 40, mas a luta contra o crime organizado no Maranhão ainda está longe de ser vencida. O caso serve como um lembrete da importância de manter o foco nas ações de combate ao crime e na proteção das forças de segurança que enfrentam diariamente esses desafios.
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ESCÂNDALO EM TURILÂNDIA: VICE-PREFEITO E VEREADORES SÃO PRESOS POR DESVIO DE R$ 56 MILHÕES!

 

                     Vice-prefeita de Turilândia, Tânya Mendes

Em um desdobramento chocante da Operação Tântalo II, a vice-prefeita de Turilândia, Tânya Mendes, e cinco vereadores do município foram presos nesta segunda-feira (22) sob acusação de desviar impressionantes R$ 56,3 milhões dos cofres públicos! A ação, realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) do Ministério Público do Maranhão, desvendou um esquema criminoso envolvendo empresas de fachada, contratos fraudulentos e notas fiscais falsas. O que parecia ser mais uma história de corrupção local agora ganha proporções que podem afetar toda a política maranhense.

O QUE REALMENTE ACONTECEU EM TURILÂNDIA?

VT…..

O Gaeco revelou um esquema que envolvia repasses irregulares de dinheiro público durante a gestão do prefeito José Paulo Dantas Filho, conhecido como Paulo Curió. Aparentemente, ele foi o mentor por trás de uma rede de empresas de fachada que, com contratos fraudulentos, drenava milhões de reais dos cofres da cidade. Embora Paulo Curió ainda não tenha sido encontrado, o impacto do escândalo é imenso.

A vice-prefeita Tânya Mendes e seu marido, Ilan Alfredo Mendes, são acusados de serem os principais beneficiários desse esquema. Segundo as investigações, o casal estaria diretamente envolvido no desvio de recursos que deveriam ser usados para melhorar a vida da população de Turilândia. Além deles, o cerco se fechou também sobre cinco vereadores, que agora enfrentam acusações graves, como corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

O QUE FOI APREENDIDO NA OPERAÇÃO?

Durante a operação, as autoridades recolheram quase R$ 5 milhões em espécie de um único alvo, em São Luís, além de documentos e equipamentos eletrônicos que podem ser cruciais para elucidar o esquema de corrupção. No total, 21 mandados de prisão e 51 de busca e apreensão foram cumpridos em cidades como São Luís, Pinheiro, Santa Helena e Barreirinhas.

A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 9,4 milhões em contas bancárias ligadas aos investigados, mostrando que o prejuízo pode ser ainda maior do que o inicialmente estimado.

A METÁFORA POR TRÁS DA OPERAÇÃO: TÂNTALO

O nome da operação, “Tântalo”, faz referência à mitologia grega, onde Tântalo é punido com a fome e a sede eternas, uma metáfora perfeita para a situação dos recursos públicos em Turilândia. Apesar de os recursos estarem previstos em contratos, eles nunca chegaram à população que realmente precisava, mas sim aos bolsos de poucos privilegiados.

O QUE VEM POR AÍ?

A Operação Tântalo II é um desdobramento da Operação Tântalo, realizada em fevereiro deste ano, que já havia revelado irregularidades na administração de Turilândia. Com a análise do material apreendido, o Ministério Público deve formalizar a denúncia contra os envolvidos, e o escândalo promete agitar ainda mais o cenário político local.

A prisão da vice-prefeita e dos vereadores é um grande golpe para a política da cidade e para a confiança da população. A pergunta que fica no ar é: quantos mais estão envolvidos? O Ministério Público parece estar apenas começando a desmantelar esse esquema de corrupção de grandes proporções.

E AGORA, O QUE ESPERAR DE TURILÂNDIA?

Esse caso escancarou uma realidade que muitos temiam, mas poucos queriam acreditar. O desvio de recursos públicos não é mais uma história distante, mas uma triste realidade que afeta diretamente a vida de todos. A sociedade agora espera que os responsáveis sejam punidos, e que a justiça finalmente seja feita.

Fique ligado, pois o desdobramento dessa operação pode mudar o rumo da política em Turilândia — e quem sabe até de outros municípios do Maranhão. A luta contra a corrupção está apenas começando!

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OPERAÇÃO POLICIAL EM PRESIDENTE VARGAS RESULTA NA PRISÃO DE TRÊS MEMBROS DE FACÇÃO CRIMINOSA.

                    Imagem ilustrativa.
Na tarde da última sexta-feira (12), uma ação conjunta entre as polícias Civil e Militar resultou na prisão em flagrante de três indivíduos ligados a uma facção criminosa em Presidente Vargas. O trio estava em processo de organização para vingar a morte de um traficante local, o que gerou grande movimentação nas investigações.
                     
A operação ocorreu por volta das 14h30, após informações de que os suspeitos, identificados apenas pelas iniciais B.B.C., A.D.P.D. e O.D.C., estavam se preparando para um confronto armado em represália ao assassinato de Benavenuto Gonçalves Carvalho Filho, o ‘Beninha’, de 34 anos. O traficante foi executado a tiros na noite da última terça-feira (09), na Avenida Pio XII, no centro da cidade.
Com os indivíduos, foram apreendidos 17 papelotes de crack, 13 papelotes de maconha, além de apetrechos utilizados para o tráfico de entorpecentes. A operação também resultou na fuga de dois outros membros da facção, que conseguiram escapar da prisão.
                   
Os presos foram apresentados na delegacia regional de Itapecuru-Mirim, onde permanecem à disposição da justiça, enquanto as autoridades continuam a investigar o caso e buscar os outros envolvidos.
A ação das forças policiais reforça o comprometimento com a segurança da comunidade local e a atuação firme contra o tráfico de drogas na região.
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