Categoria: polícia
“DUPLO HOMICÍDIO EM NINA RODRIGUES: GUERRA ENTRE FACÇÕES CRIMINOSAS DEIXAR DOIS MORTOS NA ZONA RURAL”
Execução ou emboscada? Mistério cerca morte de ‘Marquinhos’ em Presidente Vargas
“Confronto Violento e CPF cancelado: Facção Comando Vermelho é Desarticulada em Presidente Vargas com Morte de Suspeito e Prisões”

Na noite de 14 de janeiro de 2026, a cidade de Presidente Vargas, no Maranhão, foi palco de uma operação de grande escala desencadeada pela Polícia Civil, que visava desmantelar uma célula local da facção criminosa Comando Vermelho, recém-instalada na região. A ação, realizada pelas delegacias de Itapecuru Mirim e Vargem Grande e coordenada pelos delegados Samuel Morita e Tiago Castro, teve como alvo um ponto estratégico no bairro “Maconhão”, conhecido por ser um reduto de atividades criminosas.
O Confronto e a Morte de “Elitin”
A operação foi marcada por um intenso confronto entre policiais e integrantes da facção. Durante a troca de tiros, um dos principais alvos da operação, Wellington Vieira da Silva, conhecido como “Elitin”, foi baleado. O suspeito, que já tinha passagens por crimes graves, como homicídios, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu ainda no local. A morte de “Elitin” representou um golpe significativo para o grupo criminoso, que vinha aterrorizando a cidade com ações violentas e tráfico de drogas.
“Elitin” estava sendo investigado pela Delegacia de Vargem Grande, acusado de envolvimento em dois homicídios, ambos ocorridos em 2024. O primeiro, contra Marlyson Lucas Ribeiro Saminez, conhecido como “Vereador”, filho de um vereador local, em agosto. O segundo, um duplo homicídio que vitimou Jeron Gleyton Alves Pereira e Carlos Oliveira de Carvalho, no bairro Cascavel, em novembro.
Apreensões e Prisões
Além da morte de “Elitin”, a operação foi um sucesso em termos de apreensões. As forças policiais conseguiram apreender armas de fogo, drogas e veículos roubados. Três pessoas foram presas em flagrante, incluindo uma adolescente que também foi conduzida. Todos os detidos foram levados para a Delegacia Regional de Itapecuru Mirim para o cumprimento dos procedimentos legais.

O Impacto na Comunidade de Presidente Vargas
A operação da Polícia Civil foi uma resposta firme e necessária ao crescente poder da facção Comando Vermelho, que vinha promovendo uma série de crimes na cidade. A população de Presidente Vargas vivia sob constante ameaça de homicídios, tráfico de drogas e outros delitos graves. Com a prisão dos envolvidos e a morte de um dos principais líderes da célula local, a Polícia Civil enviou uma mensagem clara de combate ao crime organizado, mostrando que as autoridades não medem esforços para garantir a segurança e a ordem pública.
A Polícia Civil em Defesa do Cidadão
Com o desmantelamento de uma célula criminosa que ameaçava a tranquilidade da população, a Polícia Civil do Maranhão reafirma seu compromisso com a segurança e proteção do cidadão. A operação é um exemplo de ação efetiva contra as facções criminosas que, ao tentar dominar regiões, colocam em risco a vida das pessoas e a paz social. A sociedade de Presidente Vargas pode, agora, respirar aliviada, sabendo que as forças de segurança estão atentas e preparadas para combater o crime de forma rigorosa.
A Polícia Civil continua a trabalhar incansavelmente para combater o tráfico de drogas, as facções criminosas e as ações violentas, sempre com o objetivo de proteger a população e manter a ordem
FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM
“MARQUINHOS: O “ESPECIALISTA” EM ARROMBAMENTOS E SEUS MÉTODOS QUE ASSUSTAM EM PRESIDENTE VARGAS”
O “modus operandi” de Marquinhos já é bem conhecido pela polícia e é sempre o mesmo: ele quebra o forro das lojas e, de forma estratégica, consegue acessar o interior dos estabelecimentos. Dessa vez, seu alvo foi a loja Emanoel Cell, na Avenida Pedro Daréu, e o comercial Bom Preço, ambos no Centro da cidade.
Embora a situação tenha gerado um grande medo entre os comerciantes e moradores locais, é interessante perceber como Marquinhos, com sua “expertise” no crime, consegue planejar suas ações e escapar das autoridades repetidamente.
Mas por que ele tem tanto sucesso em suas fugas? E por que continua sendo uma dor de cabeça para a polícia, apesar das várias tentativas de captura? A resposta pode estar no fato de que ele já conhece os pontos mais vulneráveis das lojas e, quem sabe, até conta com informações privilegiadas. A dúvida sobre como ele consegue se manter à frente das investigações continua sendo um mistério que assusta ainda mais a população.
A polícia de Presidente Vargas está trabalhando incansavelmente para capturá-lo, mas, até o momento, Marquinhos continua foragido. A população está mais atenta e aguarda ansiosa por notícias sobre os próximos passos da investigação.
Segurança ou Falta dela? O Impacto na Tradição Comercial de Presidente Vargas
A repetição dos crimes mostra a necessidade urgente de repensar as estratégias de segurança na cidade. A falta de medidas mais eficazes tem gerado uma sensação de insegurança não apenas para os comerciantes, mas para todos os moradores de Presidente Vargas. A cidade, que sempre foi reconhecida pela tranquilidade de sua população, agora vive sob o temor de novas invasões.
A colaboração dos cidadãos é essencial para desvendar o mistério por trás dos sucessivos arrombamentos e dar um basta na “carreira” de Marquinhos. Até lá, a cidade vai seguir com um olhar mais atento, aguardando a prisão desse “especialista” em crimes que tem feito tanto barulho nas ruas.
Eu me saliento a dizer que o jeito pra esse meliante e cancelar o CPF dele pq taca e cadeia não vai resolver não pra mim do pescoço pra baixo tudo e canela.
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TATUAGENS OU ENGANO FATAL? A TRAGÉDIA DO JOVEM ERYK RYAN E OS PERIGOS DA VIOLÊNCIA EM SÃO LUÍS.
“VEREADORES E O CAOS: CONFUSÃO NO BAR DA ÂNGELA ABALA PRESIDENTE VARGAS E EXPÕE ATITUDES DESPREZÍVEIS DE POLÍTICOS LOCAIS”
“CHEFE DO BONDE DOS 40, RESPONSÁVEL POR ATAQUE A VIATURA, MORRE EM CONFRONTO COM A POLÍCIA EM SÃO LUÍS”
ESCÂNDALO EM TURILÂNDIA: VICE-PREFEITO E VEREADORES SÃO PRESOS POR DESVIO DE R$ 56 MILHÕES!

Em um desdobramento chocante da Operação Tântalo II, a vice-prefeita de Turilândia, Tânya Mendes, e cinco vereadores do município foram presos nesta segunda-feira (22) sob acusação de desviar impressionantes R$ 56,3 milhões dos cofres públicos! A ação, realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) do Ministério Público do Maranhão, desvendou um esquema criminoso envolvendo empresas de fachada, contratos fraudulentos e notas fiscais falsas. O que parecia ser mais uma história de corrupção local agora ganha proporções que podem afetar toda a política maranhense.
O QUE REALMENTE ACONTECEU EM TURILÂNDIA?
VT…..
O Gaeco revelou um esquema que envolvia repasses irregulares de dinheiro público durante a gestão do prefeito José Paulo Dantas Filho, conhecido como Paulo Curió. Aparentemente, ele foi o mentor por trás de uma rede de empresas de fachada que, com contratos fraudulentos, drenava milhões de reais dos cofres da cidade. Embora Paulo Curió ainda não tenha sido encontrado, o impacto do escândalo é imenso.
A vice-prefeita Tânya Mendes e seu marido, Ilan Alfredo Mendes, são acusados de serem os principais beneficiários desse esquema. Segundo as investigações, o casal estaria diretamente envolvido no desvio de recursos que deveriam ser usados para melhorar a vida da população de Turilândia. Além deles, o cerco se fechou também sobre cinco vereadores, que agora enfrentam acusações graves, como corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.
O QUE FOI APREENDIDO NA OPERAÇÃO?
Durante a operação, as autoridades recolheram quase R$ 5 milhões em espécie de um único alvo, em São Luís, além de documentos e equipamentos eletrônicos que podem ser cruciais para elucidar o esquema de corrupção. No total, 21 mandados de prisão e 51 de busca e apreensão foram cumpridos em cidades como São Luís, Pinheiro, Santa Helena e Barreirinhas.
A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 9,4 milhões em contas bancárias ligadas aos investigados, mostrando que o prejuízo pode ser ainda maior do que o inicialmente estimado.
A METÁFORA POR TRÁS DA OPERAÇÃO: TÂNTALO
O nome da operação, “Tântalo”, faz referência à mitologia grega, onde Tântalo é punido com a fome e a sede eternas, uma metáfora perfeita para a situação dos recursos públicos em Turilândia. Apesar de os recursos estarem previstos em contratos, eles nunca chegaram à população que realmente precisava, mas sim aos bolsos de poucos privilegiados.
O QUE VEM POR AÍ?
A Operação Tântalo II é um desdobramento da Operação Tântalo, realizada em fevereiro deste ano, que já havia revelado irregularidades na administração de Turilândia. Com a análise do material apreendido, o Ministério Público deve formalizar a denúncia contra os envolvidos, e o escândalo promete agitar ainda mais o cenário político local.
A prisão da vice-prefeita e dos vereadores é um grande golpe para a política da cidade e para a confiança da população. A pergunta que fica no ar é: quantos mais estão envolvidos? O Ministério Público parece estar apenas começando a desmantelar esse esquema de corrupção de grandes proporções.
E AGORA, O QUE ESPERAR DE TURILÂNDIA?
Esse caso escancarou uma realidade que muitos temiam, mas poucos queriam acreditar. O desvio de recursos públicos não é mais uma história distante, mas uma triste realidade que afeta diretamente a vida de todos. A sociedade agora espera que os responsáveis sejam punidos, e que a justiça finalmente seja feita.
Fique ligado, pois o desdobramento dessa operação pode mudar o rumo da política em Turilândia — e quem sabe até de outros municípios do Maranhão. A luta contra a corrupção está apenas começando!
FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM & JN



