DENÚNCIA/PREFEITURA DE NINA RODRIGUES É ACUSADA DE USAR MADEIRA ILEGAL EM OBRA PÚBLICA VEJAM O VÍDEO ABAIXO.

   
A Prefeitura Municipal de Nina Rodrigues está sendo alvo de críticas após a realização de uma reforma no curral do matadouro municipal com o uso de madeira sem procedência comprovada. A denúncia levanta a suspeita de crime ambiental, já que a legislação brasileira exige documentação e autorização específicas para a extração, transporte e utilização de produtos florestais.

De acordo com moradores e lideranças locais, a situação gera ainda mais revolta pelo fato de que agricultores e pequenos produtores rurais frequentemente enfrentam fiscalização rigorosa e penalidades severas quando utilizam madeira retirada de suas propriedades. A crítica é de que, enquanto o cidadão comum sofre com a aplicação rígida da lei, o próprio poder público estaria descumprindo as normas ambientais que deveria zelar e fazer cumprir.

Para o vereador Thalyson Berg, que levou o caso à Câmara Municipal, a situação representa um desrespeito à legislação e um mau exemplo para a população.
> “Dois pesos e duas medidas não podem continuar. Se a lei vale para o agricultor, tem que valer também para a prefeitura”, afirmou o parlamentar.
O caso deve agora ser acompanhado pelos órgãos ambientais competentes, que poderão abrir investigação para apurar possível responsabilidade da administração municipal no uso irregular de recursos florestais.
De acordo com a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), a utilização de madeira sem origem legal comprovada é considerada crime. A pena pode variar de detenção de seis meses a um ano, além de multa e apreensão do material utilizado. Caso a infração seja cometida por agente público ou em obra financiada com recursos públicos, a responsabilidade pode ser agravada, e os envolvidos podem ainda responder por improbidade administrativa.

CHACINA EM ITAPECURU: QUATRO INTEGRANTES DO PCC SÃO EXECUTADOS E CORPOS FICAM EMPILHADOS NA MATA.

Vítimas da chacina.
A noite de domingo (21) foi marcada por uma cena de terror no povoado Entroncamento, em Itapecuru-Mirim. Quatro homens foram brutalmente executados a tiros e tiveram os corpos empilhados em uma área de mata, em um crime que leva a assinatura do crime organizado.
Os corpos apresentavam diversas perfurações de disparos de arma de fogo e foram encontrados por policiais militares do 28º BPM durante patrulhamento na região.
As vítimas foram identificadas como:
Maurício Montelles de Oliveira, 19 anos
Taylon Costa Neves, 17 anos
Robson Silva, 43 anos
Robslan Marques Silva, 20 anos
Segundo a Polícia Civil, todos eram naturais de Miranda do Norte e suspeitos de integrar a facção criminosa PCC, apontados ainda como responsáveis por diversos crimes na região.
Até o momento, nenhum suspeito foi preso e as investigações seguem em andamento para identificar os autores da chacina.

STJ ALERTA: PREFEITOS NÃO PODEM USAR REDES SOCIAIS PESSOAIS PARA AUTOPROMOÇÃO ENTENDA.

                                                                                                     
Prefeitos e gestores municipais precisam redobrar a atenção ao utilizar suas redes sociais. Em decisão recente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reforçou que a divulgação de obras, programas e ações da administração pública em perfis pessoais, com fins promocionais, pode configurar improbidade administrativa.
O entendimento da Corte é de que esse tipo de conduta viola os princípios da impessoalidade e da moralidade previstos no artigo 37 da Constituição Federal. Na prática, significa que o uso das redes pessoais como vitrine política pode levar a condenações judiciais.
O alerta ganhou repercussão a partir de uma ação movida contra o ex-prefeito de São Paulo, João Doria, acusado de utilizar suas redes sociais para promover o programa “Asfalto Novo”, com imagens e materiais publicitários produzidos com recursos públicos. Para os ministros do STJ, houve indícios de uso da máquina administrativa em benefício próprio, configurando possível desvio de finalidade.
Outro ponto destacado pela decisão é o agravamento da situação quando há participação de servidores ou uso de recursos públicos na produção e gestão desse conteúdo para redes pessoais do gestor. Nesses casos, a Justiça pode entender que houve favorecimento privado com dinheiro do contribuinte, o que fortalece a caracterização de ato de improbidade.
O recado do STJ é direto: redes sociais pessoais não devem ser usadas como palanque político. A comunicação oficial de prefeituras e órgãos públicos deve se restringir a informações de caráter educativo, informativo ou de orientação social, sem enaltecer individualmente os administradores.
Com isso, prefeitos e demais gestores precisam separar, de forma clara, o que é divulgação institucional e o que é atuação política pessoal, sob risco de sofrer punições severas.

PATRULHA MECANIZADA RECEBIDA POR JONES BRAGA SEGUE PARADA E NÃO AJUDA A AGRICULTURA FAMILIAR EM NINA RODRIGUES.

                                                                                                               
O prefeito de Nina Rodrigues, Jones Braga, recebeu uma patrulha mecanizada com a promessa de impulsionar a agricultura familiar no município. O equipamento, que deveria estar arando terras e auxiliando pequenos produtores, nunca trabalhou um dia sequer em prol da população.
Em vez de cumprir sua função, a patrulha permanece estacionada na porta da Prefeitura, exposta como se fosse um troféu, em clara demonstração de descaso com os agricultores que aguardam apoio para melhorar sua produção.
                                                                                                               
A grande questão que ecoa entre os moradores é simples:
“Será que estacionada na porta da Prefeitura a patrulha mecanizada ajudará a agricultura familiar do município?”
Enquanto isso, famílias que dependem da agricultura seguem sem o suporte prometido, vendo um equipamento caro e de grande utilidade transformar-se apenas em peça de propaganda política.

“PREFEITO DE NINA RODRIGUES RECONHECE FRAUDE EM LICITAÇÃO E MANTÉM SECRETÁRIO SUSPEITO”

                                                                                                         
a Prefeitura Municipal de Nina Rodrigues anunciou, nesta quarta-feira (17), a rescisão unilateral do contrato firmado com base em documento falso emitido pelo secretário municipal de Finanças, Carlos Augusto Campos Gama. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município.
                                                                                                       
                                                                                                       
Ao realizar o distrato, o prefeito Jones Braga, na prática, reconhece que seu secretário assinou documento fraudulento para simular um processo licitatório, o que configura grave irregularidade. A medida, no entanto, é considerada insuficiente: apenas desfazer o contrato não apaga o crime cometido. A cobrança agora é pela exoneração imediata do secretário, que ocupa uma das pastas mais estratégicas da gestão — justamente a responsável pela saúde financeira do município.
                                                                                                                 
                                                                                                                 
                                                                                                                 
                                                                                                                 
O caso já está sendo encaminhado ao Ministério Público Estadual, ao Ministério Público de Contas e, por envolver recursos federais, também à Controladoria-Geral da União (CGU).
Vale destacar que a empresa beneficiada chegou a receber diversos pagamentos irregulares, incluindo recursos do Fundeb. Esses valores precisam ser devolvidos aos cofres públicos. A expectativa é de que, nos próximos dias, outras secretarias municipais também passem a ter contratos revisados, uma vez que o esquema pode não estar restrito apenas à Educação.
A denúncia expõe mais um capítulo da gestão Jones Braga, marcada por sucessivos escândalos e pela falta de transparência na aplicação de recursos públicos.

DESCASO ADMINISTRATIVO E OMISSÃO DAS AUTORIDADES MARCAM GESTÃO DE JONES BRAGA EM NINA RODRIGUES.

                                                                                                           
O pacato município de Nina Rodrigues enfrenta, segundo moradores e denúncias já divulgadas, a pior administração de sua história sob a gestão do prefeito Jones Braga. Escândalos e irregularidades se acumulam em diversas secretarias, revelando um cenário de desorganização e descaso com a população.
Enquanto isso, aqueles que foram eleitos pelo povo para fiscalizar — a maioria dos parlamentares municipais — parecem fechar os olhos para a realidade, ignorando o papel de vigilância que lhes cabe. A indignação cresce ainda mais diante da postura do Ministério Público da Comarca, que, mesmo diante de inúmeras denúncias acompanhadas de provas consistentes, segue inerte, limitando-se ao conforto de suas salas sem adotar providências concretas.
A omissão das autoridades competentes reforça a sensação de abandono e falta de compromisso com os cidadãos ninenses, que diariamente convivem com os reflexos da má gestão.
Diante desse cenário, este blog segue firme no seu papel de denunciar os desmandos da atual administração e cobrar das instituições responsáveis uma postura mais ativa, em defesa do povo e do futuro do município de Nina Rodrigues.

DENÚNCIA EM NINA RODRIGUES: SECRETÁRIO DE FINANÇAS É ACUSADO DE EMITIR ATESTADO FALSIFICADO.

                                                                                                                                                   
Uma grave denúncia veio à tona em Nina Rodrigues (MA) envolvendo o secretário municipal de Finanças, Carlos Augusto Campos Gama. De acordo com informações recebidas, o gestor teria emitido um atestado de capacidade técnica falsificado em favor da empresa Raimundo Francivaldo Corrêa do Lago, inscrita no CNPJ 58.839.486/0001-36.
                                                                                                                                                             
A irregularidade fica evidente ao se analisar os documentos: a empresa, localizada na Rua 13 de Dezembro, no Centro de Nina Rodrigues, foi aberta oficialmente em 14 de janeiro de 2025, conforme consta no cartão CNPJ. No entanto, o atestado emitido pelo secretário menciona a prestação de serviços em 30 de outubro de 2024, ou seja, antes mesmo da abertura formal da empresa, o que reforça a suspeita de falsificação.
                                                                                                                                             
Segundo a denúncia, o fato demonstra que o atestado é inválido e compromete a legalidade do contrato firmado. Diante disso, a recomendação é que o contrato seja cancelado imediatamente e que os prejuízos aos cofres públicos sejam ressarcidos.
                                                                                                                                             
                                                                                                                                             
Órgãos de controle já foram notificados e a Promotoria de Justiça de Vargem Grande deve instaurar investigação para apurar a conduta do secretário Carlos Augusto, que também integrava a gestão anterior do município. A denúncia aponta ainda que esse caso pode ser apenas a “ponta do tsunami de uma onda das irregularidades….” das possíveis irregularidades atribuídas ao prefeito Jones Braga.
O caso gera grande repercussão política e jurídica em Nina Rodrigues e deve mobilizar a atenção do Ministério Público e demais autoridades fiscalizadoras sendo a principal Câmara Municipal de vereadores.

APREENSÃO EM MASSA DE MOTOS:OPERAÇÃO DA PRF VIRA ARMA POLÍTICA CONTRA BRANDÃO E IRACEMA VALE NOS LENÇÓIS MARANHENSES

                                                                                                                       

Pelo visto, não há limites para a perseguição política orquestrada pelos dinistas em busca de seus objetivos. A mais recente ofensiva atinge diretamente a população dos municípios da região dos Lençóis Maranhenses, onde uma operação de apreensão em massa de motocicletas vem gerando revolta e desconfiança.
                                                                                                                             
O episódio ganhou contornos ainda mais graves após a divulgação de um vídeo do vice-governador Felipe Camarão, ao lado do deputado federal Márcio Jerry, comemorando a instalação de um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na região. A iniciativa, apresentada como reforço de segurança, passou a ser interpretada como uma ferramenta de perseguição política contra a deputada Iracema Vale e o governador Carlos Brandão.
Enquanto Camarão e Jerry celebram para as câmeras, moradores denunciam apreensões abusivas e arbitrárias de motos – meio de transporte essencial das comunidades locais. Relatos circulam em grupos de WhatsApp e redes sociais, apontando que a medida não tem foco em segurança, mas sim em desgastar a imagem do governo estadual, criando insatisfação popular e tentando atribuir a responsabilidade da repressão à gestão Brandão.
A estratégia se soma a outras tentativas de enfraquecimento político, como ameaças de processos judiciais e até articulações para pedidos de afastamento do governador. Agora, o uso de órgãos federais para fins de disputa eleitoral escancara o jogo sujo e desrespeitoso que se instalou nos bastidores.
A pergunta que ecoa é simples: o povo maranhense aceitará ser usado como instrumento nessa guerra pelo poder?
Os moradores dos Lençóis Maranhenses – e de todo o Maranhão – merecem respeito, não o peso de uma disputa política marcada por perseguição, abuso e arbitrariedade. Enquanto Brandão e Iracema Vale trabalham pelo desenvolvimento, a oposição parece empenhada apenas em manipular e prejudicar a população.
FONTE/BLOGDAMUCAMBO.COM/BLOG DOMINGOS COSTA

STF CONDENA JAIR BOLSONARO A 27 ANOS DE PRISÃO NO CASO DA “TRAMA GOLPISTA”

                   Jair Bolsonaro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta quinta-feira (11), o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, no processo que investigou a chamada “Trama Golpista”. A decisão foi tomada pela Primeira Turma da Corte, por quatro votos a um.
Bolsonaro foi considerado culpado pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, além de deterioração de patrimônio tombado.
Além da pena de prisão, o ex-presidente também foi condenado ao pagamento de 124 dias-multa, cada um equivalente a dois salários mínimos.
Defesa promete recorrer
A defesa de Jair Bolsonaro afirmou que vai recorrer da decisão, tanto no próprio Supremo quanto em instâncias internacionais. O advogado do ex-presidente classificou a condenação como “injusta e política”.
Prisão não é imediata
Apesar da condenação, Bolsonaro não será preso imediatamente. Isso porque ainda há possibilidade de recursos, e a execução da pena só acontece após o chamado trânsito em julgado, quando não há mais instâncias a recorrer.
O julgamento
A condenação marca um capítulo histórico na política brasileira. Para a maioria dos ministros, as provas reunidas pela Procuradoria-Geral da República e pela Polícia Federal demonstraram a participação direta de Bolsonaro em um plano para tentar subverter a ordem democrática e se manter no poder após as eleições.
O resultado do julgamento deve ter forte impacto no cenário político nacional, especialmente sobre a elegibilidade do ex-presidente e o futuro do bolsonarismo no país.

CARLOS ACUTIS É CANONIZADO PELO PAPA LEÃO XIV, NO VATICANO.

                                            Carlo Acutis se tornou o 1º santo da geração millennial. Esta foi a primeira canonização feita pelo papa Leão XIV.

                                                                                                         
                                                                                        Carlo Acutis morreu aos 15 anos, vítima de leucemia. (Foto: Site Carlo Acutis)

MUNDO – O papa Leão XIV canonizou Carlo Acutis, conhecido agora como o primeiro santo da geração millennial, em cerimônia realizada no Vaticano neste domingo (7). O jovem morreu aos 15 anos e ganhou destaque ao evangelizar pela internet. Mais de 80 mil pessoas acompanharam à missa na Praça de São Pedro, segundo estimativas do Vaticano.

Esta também foi a primeira canonização feita pelo papa Leão XIV, eleito para o posto da igreja católica em maio deste ano.

“Todos vocês, todos nós juntos, somos chamados a ser santos”, disse o pontífice à multidão. Para o líder da Igreja Católica, este é “um convite para todos nós, especialmente para os jovens, a não desperdiçar nossas vidas, mas a direcioná-las para o alto e transformá-las em obras-primas”, disse o pontífice.

Na mesma cerimônia, o papa canonizou o jovem italiano Pier Giorgio Frassati, que ficou conhecido por ajudar necessitados. Pier Giorgio Frassati morreu de poliomielite na década de 1920.

Na cerimônia, o papa disse que Acutis e Frassati eram exemplos de santidade e de auxílio aos necessitados.

“Carlo… gostava de dizer que o céu sempre nos esperou, e que amar o amanhã é dar o melhor de nós hoje”, afirmou também o papa.

Segundo o Vaticano, cerca de 36 cardeais, 270 bispos e centenas de padres se inscreveram para celebrar a missa ao lado de Leão.

  • Chamado de padroeiro da internet, Acutis conquistou uma legião de devotos e ganhou fama por usar seu talento em computação para evangelizar online.
  • O jovem aprendeu programação para criar sites e divulgar a fé católica. Sua trajetória passou a inspirar especialmente os jovens da Igreja.

Quem foi Carlo Acutis

Nascido em Londres, na Inglaterra, Carlo Acutis foi criado em Milão, na Itália, onde ainda criança tornou-se católico e devoto da Virgem Maria.

Carlo Acutis morreu aos 15 anos, em 12 de outubro de 2006, vitima de leucemia. Em 2020, Acutis foi beatificado pelo Vaticano após a Igreja reconhecer seu primeiro milagre: a cura de uma criança brasileira que tocou em uma relíquia sua em 12 de outubro de 2010, em Campo Grande (MS).

“Desde pequeno, sobretudo depois da primeira comunhão, nunca faltou ao encontro diário com a Santa Missa e o Rosário, seguidos de um momento de adoração eucarística”, declarou a mãe, Antonia Acutis, à agência de notícias católica ACI.

Além da igreja, Carlo Acutis gostava de computadores e tinha um conhecimento de ciência da computação muito acima da média para garotos da sua idade.

“Este rapaz foi realmente genial e muitos aspectos da sua vida representam para nós um incentivo”, disse o bispo de Assis, Dom Domenico Sorrentino, ao site de notícias do Vaticano.

FONTE/G1 & BLOGDAMUCAMBO.COM