“NARCOTRÁFICO INVADE TERRA INDÍGENA E MONTA ‘FAZENDA DA MACONHA’ NO MARANHÃO: QUEM ESTÁ POR TRÁS DO ESQUEMA MILIONÁRIO?”

            Operação Herba Nefanda.
Uma operação policial de grande porte realizada neste domingo (19) revelou um cenário preocupante no interior do Maranhão: o avanço silencioso do narcotráfico sobre áreas protegidas e vulneráveis. Em Grajaú, mais de 10 mil pés de maconha foram erradicados dentro da Terra Indígena Bacurizinho, evidenciando a existência de um esquema criminoso estruturado, com características de produção em escala industrial.
Batizada de Operação Herba Nefanda — expressão em latim que significa “erva maldita” — a ação foi coordenada pela Polícia Civil, com apoio de outras forças de segurança. Um homem natural de Pernambuco foi preso em flagrante, mas, para investigadores, ele pode ser apenas uma peça dentro de uma engrenagem muito maior.
ESTRUTURA PROFISSIONAL E INDÍCIOS DE CRIME ORGANIZADO
As investigações conduzidas pelas delegacias regionais de Barra do Corda e Grajaú apontam que o cultivo não era improvisado. Pelo contrário: havia sistema de irrigação, divisão estratégica das roças e uso de técnicas que indicam planejamento e investimento financeiro elevado.
No local, também foram encontrados casebres de madeira cobertos por lona, utilizados como base de apoio para trabalhadores do plantio e possivelmente para a vigilância da área. A logística montada sugere que o esquema operava há meses — ou até anos — sem ser detectado.
TERRA INDÍGENA SOB PRESSÃO
O fato de as plantações estarem localizadas dentro da Terra Indígena Bacurizinho levanta um alerta ainda mais grave. Áreas protegidas, muitas vezes isoladas e com baixa presença do Estado, tornam-se alvos estratégicos para organizações criminosas.
A suspeita é de que o grupo tenha se aproveitado da dificuldade de fiscalização e da extensão territorial para instalar a plantação sem chamar atenção. Ainda não há confirmação se houve coação, omissão ou qualquer tipo de envolvimento de terceiros ligados à região — ponto que deve ser aprofundado nas investigações.
            Operação Herba Nefanda.
PREJUÍZO MILIONÁRIO — MAS O PROBLEMA PERSISTE
A polícia estima que a destruição das quatro roças represente um prejuízo de cerca de R$ 5 milhões ao grupo criminoso. Apesar do impacto financeiro, especialistas ouvidos por fontes da segurança pública avaliam que ações como essa, embora importantes, atingem apenas a ponta do iceberg.
A grande questão que permanece é: quem financia esse tipo de operação? Para onde a droga seria distribuída? E quantas outras plantações podem estar escondidas em áreas semelhantes?
UM MODELO QUE SE REPETE NO NORDESTE
O caso de Grajaú não é isolado. Regiões do Nordeste brasileiro vêm sendo utilizadas como polos de cultivo ilegal, aproveitando fatores como clima favorável, terras extensas e menor presença estatal em áreas remotas.
A estratégia das organizações criminosas tem evoluído: deixam de atuar apenas no transporte e distribuição e passam a controlar toda a cadeia produtiva — do plantio à comercialização.
O DESAFIO DAS AUTORIDADES
A Operação Herba Nefanda integra a ofensiva da chamada Operação Forças Integradas, que busca intensificar o combate ao crime organizado no Maranhão. No entanto, o episódio escancara a necessidade de ações contínuas de inteligência, monitoramento e presença efetiva do poder público em territórios vulneráveis.
Mais do que erradicar plantações, o desafio agora é desarticular as redes que financiam, protegem e lucram com esse tipo de atividade ilícita.
Porque, ao que tudo indica, a “erva maldita” arrancada neste fim de semana pode ser apenas uma entre muitas ainda escondidas no coração da floresta.
FONTE:WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM

ROTA DO TRÁFICO É DESMANTELADA: MEIA TONELADA DE COCAÍNA EXPÕE ESQUEMA MILIONÁRIO ENTRE GOIÁS E MARANHÃO

                   Droga apreendida.
Uma apreensão considerada histórica acendeu o alerta das forças de segurança e revelou indícios de uma sofisticada rota do tráfico interestadual de drogas. Mais de meia tonelada de cocaína, avaliada em mais de R$ 30 milhões, foi encontrada em um sítio no povoado Barriguda, na zona rural de Caxias, durante operação da Polícia Militar do Maranhão.
Mas, por trás da grande quantidade de entorpecentes, o caso levanta questionamentos inquietantes: quem são os verdadeiros donos da carga? Como um volume tão expressivo de droga chegou ao interior do Maranhão sem ser interceptado antes?
UM RASTRO QUE COMEÇOU EM GOIÁS
A investigação teve início a centenas de quilômetros dali, em Cristalina, onde o Comando de Operações de Divisas do Estado de Goiás, em conjunto com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, apurava a circulação de um caminhão suspeito de transportar drogas.
Durante a ação, um detalhe aparentemente simples mudou o rumo da operação: um documento que apontava um endereço em Caxias. A partir daí, foi montada uma força-tarefa envolvendo o Comando de Operações de Sobrevivência em Área Rural, que culminou na localização do carregamento milionário.
ENTRE SACOS E SILÊNCIO: O QUE FOI ENCONTRADO
No sítio, os policiais localizaram 14 sacos grandes, contendo dezenas de tabletes de substância análoga à cocaína. A forma de armazenamento e a quantidade indicam um esquema estruturado, possivelmente ligado a organizações criminosas com atuação nacional.
Além da droga, foram apreendidos armamentos, munições e rádios comunicadores — elementos típicos de operações coordenadas e que reforçam a suspeita de atuação de facções.
FUGA, PRISÃO E PONTAS SOLTAS
No momento da chegada da polícia, um casal estava no local. O homem fugiu por uma área de mata e, até o momento, segue foragido — peça-chave que pode levar aos verdadeiros articuladores do esquema.
Já a mulher, de 36 anos, foi presa em flagrante e encaminhada à delegacia regional de Caxias. Sua participação, no entanto, ainda levanta dúvidas: seria ela apenas uma “laranja” dentro de uma engrenagem muito maior?
O QUE AINDA NÃO FOI EXPLICADO
Apesar da apreensão expressiva, pontos importantes permanecem sem resposta:
Como a droga percorreu uma longa distância entre estados sem ser detectada?
Quem financiava e coordenava a logística do transporte?
O sítio em Barriguda era apenas um entreposto ou o destino final da carga?
Há envolvimento de outras pessoas na região?
A Polícia Civil do Maranhão já instaurou inquérito e trabalha para identificar todos os envolvidos. As investigações devem avançar nos próximos dias, com análise de documentos, rastreamento de comunicações e possíveis conexões com facções criminosas.
UM GOLPE NO CRIME — E UM ALERTA
A operação representa um duro golpe no tráfico, mas também evidencia que o Maranhão pode estar inserido em rotas estratégicas do crime organizado. A apreensão milionária não é apenas um caso isolado — pode ser a ponta de um esquema muito mais amplo e perigoso.
Enquanto isso, a pergunta que ecoa nos bastidores da investigação é direta: quantas cargas como essa já passaram sem serem descobertas?
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ADOLESCENTE DE 17 ANOS É VÍTIMA DE ESTUPRO COLETIVO EM ESCOLA DO MARANHÃO

                                                                   
                                                                              Delegacia de Alcântara.
Um caso análogo a estupro coletivo em Alcântara está sendo investigado pela polícia civil do Maranhão. Segundo as informações, o ato teria sido praticado por quatro adolescentes contra uma estudante de 17 anos, dentro de uma escola estadual do município, na última segunda-feira (13). O Ministério Público do Maranhão também acompanha o caso.
De acordo com o boletim de ocorrência, registrado pela vítima, ela foi abordada por quatro colegas da escola e um deles a ofereceu R$ 100 para que ela tivesse relações sexuais com outro estudante. Após recusar a proposta, um dos estudantes teria ameaçado a adolescente de fazer uma denúncia ao diretor da escola sobre ela estar usando celular na escola, o que é proibido na unidade.
A vítima relatou que foi levada para uma sala da escola e um dos adolescentes teria praticado o estupro. Um outro adolescente filmou toda a ação com o próprio celular e os outros dois teriam ficado segurando a porta, do lado de fora da sala. A delegacia de Alcântara informou que, inicialmente, a escola não comunicou o caso e nem acionou o Conselho Tutelar e que somente na sexta-feira (17), quatro dias após o caso, uma denúncia anônima foi feita à polícia.
O Conselho Tutelar foi acionado e a adolescente e a mãe dela prestaram depoimento. Além disso, o Conselho também ficou responsável por encaminhar a vítima para São Luís, onde ela teria passado por exame de corpo de delito. Por conta do feriado, as intimações devem começar a partir do dia 22 de abril.
A polícia civil informou que os quatro adolescentes suspeitos de participação no caso foram identificados e serão intimados a prestar depoimento. Gestores e professores da escola também serão ouvidos. Ainda segundo a polícia, imagens do sistema de segurança da escola foram solicitadas para se juntar a outros elementos que devem auxiliar nas investigações. Os quatro suspeitos de participarem do caso ainda foram suspensos das atividades escolares. Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que está acompanhando o caso e somando todos os esforços para apurar a denúncia.
FONTES:IMIRANTE & WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM

DESCASO NA SAÚDE DE NINA RODRIGUES: AMBULÂNCIA SE RECUSA A ATENDER ACIDENTE EM POVOADO E VÍTIMAS SÃO SOCORRIDAS EM CARROS COMUNS

Um grave acidente registrado no povoado Retiro, a apenas 2 km da sede do município, escancarou o nível de abandono enfrentado pela população, especialmente na zona rural.
Segundo denúncias de moradores, a ambulância do município simplesmente não foi enviada ao local.
O motivo revolta ainda mais: uma norma interna da própria prefeitura proíbe que o veículo trafegue em estrada de chão — justamente onde vive grande parte da população.
Na prática, isso significa que, para muitos moradores, o acesso ao socorro de urgência simplesmente não existe.
Sem alternativa, o atendimento às vítimas foi feito de forma improvisada, utilizando dois veículos modelo Renault Kwid — carros de passeio, sem qualquer estrutura para primeiros socorros, transporte adequado ou suporte à vida.
VT
A cena, segundo testemunhas, foi de desespero e indignação. “Se fosse algo mais grave, alguém poderia ter morrido. Isso é brincar com a vida das pessoas”, relatou um morador.
A situação levanta questionamentos graves: para que serve uma ambulância que não pode chegar até quem precisa? Qual o critério adotado pela gestão para definir quem merece atendimento?
A decisão de restringir o uso da ambulância expõe não apenas falta de planejamento, mas também um preocupante desprezo pela realidade das comunidades rurais, onde estradas de chão são regra, não exceção.
Enquanto isso, a população segue desassistida, contando com a própria sorte e com improvisos perigosos em momentos que exigem rapidez, estrutura e profissionalismo.
Diante da gravidade do caso, cresce a pressão para que a prefeitura se manifeste e, mais do que isso, apresente soluções imediatas.
Porque quando o socorro não chega, o que está em jogo não é apenas gestão — é a vida.

ESCÂNDALO: VEREADORES FECHAM CÂMARA NO ÚNICO DIA DE SESSÃO E ABANDONAM POPULAÇÃO EM PRESIDENTE VARGAS.

O episódio registrado em Presidente Vargas não é apenas revoltante — é um retrato explícito do desprezo com o interesse público. No único dia reservado para sessões legislativas, vereadores decidiram fechar a Câmara Municipal para participar de um ato político, ignorando completamente suas obrigações com a população.
A decisão escancara prioridades invertidas. Em vez de estarem no plenário debatendo projetos, fiscalizando recursos públicos e ouvindo as demandas da cidade, os parlamentares optaram por simplesmente desaparecer do seu principal compromisso semanal.
Na prática, o recado é claro: o trabalho legislativo ficou em segundo plano.
O mais grave é que essa não é uma situação isolada. Moradores já denunciam, há tempos, a constante falta de sessões, a baixa produtividade e a ausência de resultados concretos por parte do Legislativo. O que deveria ser a “casa do povo” tem se transformado, para muitos, em um espaço fechado, distante e cada vez menos útil para quem realmente precisa.
Ao cancelar o único dia de sessão, os vereadores não apenas deixam de trabalhar — eles anulam completamente a função legislativa da semana, comprometendo debates importantes e atrasando decisões que impactam diretamente a vida da população.
Diante disso, cresce a indignação e, principalmente, a cobrança. Afinal, o mandato não é favor, é responsabilidade. E a cadeira ocupada na Câmara não pertence ao vereador — pertence ao povo.
Fica o questionamento que ecoa nas ruas:
se nem no único dia de trabalho os vereadores cumprem sua função, o que, de fato, estão fazendo pelo município?
E mais: até quando a população vai aceitar esse tipo de postura sem reação?
                                                           FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM

OPERAÇÃO “ULTIMATUM”: POLÍCIA CIVIL NEUTRALIZA INTEGRANTE DE FACÇÃO APÓS CONFRONTO ARMADO EM ITAPECURU-MIRIM

Na manhã desta sexta-feira (17), a Polícia Civil do Maranhão deflagrou a operação “ULTIMATUM”, com o objetivo de desarticular uma célula da facção criminosa Comando Vermelho, que vinha se instalando na zona rural de Itapecuru Mirim.
A ação foi coordenada pelos delegados Samuel Morita e Tiago Castro, com atuação conjunta das equipes de Itapecuru-Mirim e Vargem Grande. O alvo foi uma residência localizada no povoado Leite, onde, segundo investigações, funcionava um ponto estratégico da organização criminosa.
Durante o cumprimento da operação, houve intensa troca de tiros entre os suspeitos e as forças de segurança. No confronto, um dos principais alvos, identificado como Romário da Conceição Araújo, acabou sendo alvejado. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Romário era considerado de alta periculosidade, estava foragido da Justiça e era investigado por participação em diversos homicídios consumados e tentados registrados recentemente em Vargem Grande, todos ligados à disputa entre facções criminosas. Segundo a Polícia Civil, ele também era conhecido por ameaçar agentes de segurança pública da região.
Na prática, a operação resultou em mais um criminoso fora de circulação — ou, como se popularizou nas ruas, “mais um CPF cancelado” pelas forças de segurança.
Outros suspeitos conseguiram fugir pela mata fechada e estão sendo procurados pelas autoridades.
Durante a ação, um policial civil foi atingido nos membros inferiores, na região das pernas. Ele foi socorrido rapidamente e transferido para a capital, São Luís, onde permanece fora de risco.
Na operação, foram apreendidos carregadores, munições de uso restrito (calibre .40), entorpecentes, aparelhos celulares e diversos outros materiais ilícitos. Além disso, quatro pessoas foram presas em flagrante e encaminhadas à delegacia para os procedimentos legais.
A ofensiva contou com o apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), do Grupo de Pronto Emprego (GPE), do Centro Tático Aéreo (CTA) e da Delegacia de Miranda do Norte.
A Polícia Civil reforçou que as operações de combate ao crime organizado continuarão sendo intensificadas em toda a região, com foco na garantia da segurança da população.
                                                                FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM

ADESIVAÇO HISTÓRICO EM PRESIDENTE VARGAS MARCA FORÇA DE BRAIDE RUMO AO GOVERNO

Presidente Vargas viveu, nesta data, um momento de grande mobilização política com a realização de um expressivo adesivaço em apoio ao pré-candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide.
O evento reuniu uma multidão de apoiadores, lideranças políticas e populares, demonstrando a força crescente do projeto político que ganha espaço em todo o estado.
A ação foi liderada pela vereadora Cláudia Aguiar, parlamentar atuante de Itapecuru-Mirim e filha de Presidente Vargas, que mais uma vez mostrou sua capacidade de articulação e compromisso com o futuro da região. Sob sua liderança, o adesivaço se transformou em uma verdadeira demonstração de apoio popular.
Com bandeiras, carros adesivados e muita animação, o evento tomou conta das ruas da cidade, reforçando o nome de Braide como uma alternativa forte e competitiva na disputa estadual. A participação popular foi um dos grandes destaques, evidenciando o engajamento da população com novas propostas e caminhos para o Maranhão.
Cláudia Aguiar destacou a importância do momento e reafirmou seu compromisso com um projeto político que priorize o desenvolvimento, a transparência e o cuidado com as pessoas. Segundo ela, Presidente Vargas deu um recado claro: quer fazer parte de uma nova história para o estado.
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O adesivaço consolida não apenas o crescimento da pré-candidatura de Braide, mas também o protagonismo de novas lideranças que vêm se destacando no cenário político maranhense.

MERENDA PRECÁRIA: FISCALIZAÇÃO DE THALYSON BERG EXPÕE IRREGULARIDADES NO MUNICÍPIO DE NINA RODRIGUES.

Após receber diversas denúncias, o parlamentar Thalyson Berg realizou uma minuciosa fiscalização na escola do povoado Mangueira — e o que foi constatado é alarmante.
Durante a vistoria, foram identificadas várias irregularidades na merenda escolar. A situação é precária, com a ausência de itens essenciais para uma alimentação adequada.
O mais grave: não foi identificada nenhuma proteína animal, sendo oferecidos apenas legumes congelados e poucos mantimentos.
Além disso, há relatos de que alunos estão sendo liberados mais cedo por falta de merenda, o que demonstra total descaso com a educação e com o bem-estar das crianças.
ENQUANTO ISSO… OS RECURSOS ESTÃO SENDO REPASSADOS!
Vale ressaltar que na próxima semana que irá cair nas contas da prefeitura o repasse referente o mes de abril certo.
A PERGUNTA QUE FICA: ONDE ESTÁ SENDO APLICADO ESSE DINHEIRO?
Isso é inadmissível. Estamos falando de alunos que dependem da alimentação escolar para estudar com dignidade.
Diante dos fatos, fica a cobrança direta ao prefeito: resolva essa situação com urgência. Garantir merenda de qualidade não é favor, é dever!
VEJAM AS IRREGULARIDADES CONSTATADAS.
VT.
E deixamos claro: assim que o problema for solucionado, voltaremos aqui para reconhecer — pois nada mais será do que o cumprimento da sua OBRIGAÇÃO.
VEREADOR THALYSON BERG
A VOZ DO POVO NA CÂMARA!

BOMBA POLÍTICA EM NINA RODRIGUES: JULIANA CUSTÓDIO ROMPE COM JONES BRAGA, DENÚNCIA PERSEGUIÇÃO, BOICOTE E EXPÕE BASTIDORES PODRES DA GESTÃO.

Como já havia antecipado o blog, a vereadora Juliana Custódio anunciou oficialmente à população de Nina Rodrigues o seu rompimento político com o prefeito Jones Braga.
E o que era apenas especulação agora se confirma como uma grave crise política, acompanhada de denúncias duras, acusações diretas e um cenário de rompimento sem volta.
NOTA
Durante seu pronunciamento, Juliana não poupou palavras e desmontou, logo de início, a narrativa que vem sendo espalhada por aliados do prefeito — de que seu grupo estaria rompendo por “ganância” ou “sede de poder”. Para ela, trata-se de uma tentativa desesperada de distorcer os fatos e enganar a população.
VT
A vereadora relembrou que seu pai, Pedro Custódio, foi vice-prefeito por oito anos e que seu grupo sempre esteve ao lado de Jones Braga, inclusive nos momentos mais difíceis. “Lealdade nunca faltou. O que faltou foi respeito”, destacou.
Mesmo com esse histórico, Juliana afirma que seu grupo nunca ocupou cargos de destaque na gestão, desmontando qualquer discurso de barganha.
O verdadeiro motivo do rompimento, segundo ela, é um só: desrespeito escancarado.
A parlamentar denunciou que vinha sendo minada nos bastidores, inclusive por membros da própria base, mesmo sendo a segunda vereadora mais votada de 2024, com 902 votos.
Mas uma das revelações mais graves veio em forma de denúncia pública envolvendo um vereador aliado da gestão.
Segundo Juliana, durante uma reunião no povoado Mangueira/Buriti, um parlamentar teria afirmado que quem quisesse emprego deveria procurá-lo — e, em tom ainda mais absurdo, disparou que a vereadora “não tem moral nem de uma cachorra velha
VEREADOR ZECA LIMA
A fala, considerada extremamente ofensiva e discriminatória, atinge diretamente Juliana não apenas como vereadora, mas como mulher e mãe de Familia.
Para a parlamentar, o episódio escancara o nível de parte da política local.
“Um vereador com idade, usando palavras chulas, de baixo nível… esse é o retrato de muitos que estão aí”, criticou.
E deixou no ar a provocação que ecoa nos bastidores:
“Alguém tem dúvida de quem foi esse vereador?”
Juliana também denunciou falta de respeito institucional, afirmando que, mesmo à frente da Procuradoria da Mulher, foi ignorada pela gestão municipal, que nunca respondeu ofícios enviados às secretarias.
Nem mesmo na inauguração da Procuradoria houve apoio:
a vice-prefeita Samara Corrêa — que seria homenageada — e a primeira-dama não compareceram, mesmo estando na cidade.
Em um dos momentos mais duros, a vereadora classificou o prefeito como alguém de perfil “ditador e egocêntrico”, acusando-o de querer centralizar poder e apagar aliados.
“Ele quer todos os holofotes e tenta calar quem não se submete”, disparou.
A parlamentar também apontou um possível boicote direto ao seu mandato, citando a perda de uma Unidade Básica de Saúde no povoado São Domingos do Macedo.
Segundo ela, o recurso já estava garantido por emenda parlamentar, restando à prefeitura apenas disponibilizar o terreno — o que não foi feito após quase oito meses.
Resultado: a população ficou sem a obra.
Para Juliana, não há dúvidas de que houve interferência política para impedir que a conquista fosse vinculada ao seu mandato.
O rompimento escancara uma gestão que, segundo a vereadora, é marcada por ingratidão, perseguição e abuso de poder.
E deixa um recado direto e sem volta:
“Onde não há respeito, não há permanência.”
O clima agora é de tensão máxima em Nina Rodrigues — e o desgaste político promete crescer ainda mais nos próximos dias.

POLÊMICA EM NINA RODRIGUES: ELENCO DA PAIXÃO DE CRISTO DENÚNCIA FALA PRECONCEITUOSA E SOLTA DURA NOTA DE REPÚDIO

Uma situação grave envolvendo os bastidores da tradicional encenação da Paixão de Cristo, em Nina Rodrigues (MA), veio à tona nesta sexta-feira (03) e gerou forte repercussão entre participantes e membros da comunidade.

De acordo com informações repassadas pelo elenco, houve impedimento para utilização do som do palco durante ensaios, o que já teria causado insatisfação entre os integrantes. No entanto, o que mais revoltou o grupo foi uma fala atribuída ao Sr. Kiel Martins.
Segundo relatos, ele teria declarado: “Se dependesse desses qualiras, o pessoal do palco iria dormir ontem”, em referência a integrantes da Juventude, Cultura e Pastoral da Juventude — o que foi interpretado como uma manifestação de cunho discriminatório.
Diante da gravidade do episódio, o elenco da Paixão de Cristo divulgou uma nota de repúdio contundente, denunciando o ocorrido e reforçando que não aceitará qualquer tipo de preconceito ou desrespeito.
A manifestação destaca que atitudes dessa natureza são incompatíveis com os valores da sociedade atual e lembra que a homofobia é considerada crime no Brasil, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal.
O grupo também reforça que a Paixão de Cristo é uma expressão cultural e religiosa que deve ser marcada pelo respeito, inclusão e união — e não por episódios de intolerância.
CONFIRA ABAIXO A NOTA DE REPÚDIO NA ÍNTEGRA:
Até o momento, o Sr. Kiel Martins não se manifestou publicamente sobre o caso. O espaço segue aberto para quaisquer esclarecimentos.
O episódio segue repercutindo no município e levanta um importante debate sobre respeito, convivência e limites dentro de manifestações culturais que envolvem diretamente a comunidade.