OPERAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL DESARTICULA ESQUEMA DE TRÁFICO EM ANAJATUBA; SUSPEITOS TENTAM DESTRUIR PROVAS PELO VASO SANITÁRIO.

Suspeitos investigados por tráfico e associação criminosa tentaram ocultar provas durante cumprimento de mandados; polícia apreendeu drogas e prendeu dois homens em flagrante.

SUSPEITOS

A Polícia Civil do Maranhão realizou uma importante operação de combate ao tráfico de drogas no município de Anajatuba, resultando na prisão em flagrante de dois suspeitos e na apreensão de entorpecentes. A ação reforça o cerco das forças de segurança contra o avanço da criminalidade organizada na região.

A operação teve como objetivo cumprir três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça contra investigados por envolvimento com os crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. As diligências foram realizadas em imóveis localizados no centro da cidade e nos povoados Centro do Isidoro e Olho d’Água.

                                                       
                                                                         Material apreendido.

Durante as buscas, os policiais encontraram porções de cocaína e maconha, além de diversos indícios que reforçam a suspeita da atuação de uma rede criminosa estruturada no município. Um dos fatos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a tentativa desesperada de ocultar provas. Em uma das residências, um aparelho celular foi localizado dentro de um vaso sanitário, enquanto pinos utilizados para armazenar cocaína foram encontrados já no interior da tubulação, indicando que os suspeitos tentaram se desfazer do material ilícito utilizando a descarga sanitária ao perceberem a chegada da polícia.

Diante das evidências encontradas, Davi Marinho Martins e Rodrigo da Costa Luciano receberam voz de prisão e foram autuados em flagrante pelos crimes relacionados ao tráfico de drogas.

Segundo informações levantadas pelas equipes de investigação, os dois suspeitos possuem possíveis vínculos com organização criminosa que atua na região. Davi Marinho Martins era considerado uma figura temida por moradores de determinadas áreas do município, enquanto Rodrigo da Costa Luciano possui antecedentes criminais por roubo praticado na capital maranhense.

A operação contou com a participação integrada de policiais civis da Delegacia Regional de Itapecuru-Mirim, além das delegacias de Miranda do Norte, Vargem Grande e Anajatuba. A atuação conjunta demonstra o fortalecimento das estratégias de inteligência e repressão ao crime organizado no interior do estado.

O caso também acende um alerta sobre a presença cada vez mais preocupante do tráfico de drogas em municípios do interior maranhense. As autoridades acreditam que ações como esta são fundamentais para enfraquecer grupos criminosos, interromper a circulação de entorpecentes e devolver maior sensação de segurança à população.

As investigações continuam e a Polícia Civil não descarta novas prisões nos próximos dias, uma vez que o material apreendido e os aparelhos eletrônicos recolhidos poderão fornecer informações importantes sobre a atuação dos envolvidos e possíveis conexões com outras organizações criminosas.

A mensagem das forças de segurança é clara: o combate ao tráfico segue intensificado e qualquer tentativa de desafiar a lei encontrará resposta firme das autoridades.

                                                                       FONTE:WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM

ROMPEU OU NÃO ROMPEU? SILÊNCIO DE JULIANA CUSTÓDIO LEVANTA DÚVIDAS SOBRE SUA POSIÇÃO POLÍTICA EM NINA RODRIGUES

No dia 7 de abril, a vereadora Juliana Custódio anunciou publicamente seu rompimento político com o prefeito Jones Braga. O pronunciamento teve forte repercussão no município e foi marcado por críticas à gestão, denúncias de falta de respeito político e declarações que indicavam um afastamento definitivo do grupo governista.

Passados alguns meses, porém, um novo capítulo da política local tem gerado questionamentos entre eleitores e observadores da cena política de Nina Rodrigues.

Durante a sessão que analisou a cassação do vereador ThalysonBerg, Juliana Custódio optou pela abstenção. A decisão chamou atenção e reacendeu uma pergunta que circula nas ruas, nas redes sociais e nos bastidores da política municipal: afinal, qual é a posição política da vereadora hoje?

Desde que anunciou o rompimento, muitos esperavam uma atuação mais alinhada à oposição. No entanto, a parlamentar não tem se apresentado formalmente como integrante de um bloco oposicionista, tampouco tem declarado publicamente qualquer reaproximação com a gestão municipal.

O cenário fica ainda mais nebuloso diante de comentários que circulam na cidade de que pessoas ligadas politicamente à vereadora continuariam ocupando espaços na administração municipal. Caso isso seja verdadeiro, o fato naturalmente alimenta dúvidas e especulações sobre a profundidade do rompimento anunciado.

É importante destacar que manter aliados em cargos públicos não prova, por si só, alinhamento político. Da mesma forma, uma abstenção em votação não significa necessariamente apoio ou oposição. Porém, na política, gestos e posicionamentos costumam ser observados com atenção pela população.

O que parte da sociedade parece cobrar neste momento não é apenas um voto ou uma declaração isolada, mas clareza política.

Afinal, após o rompimento amplamente divulgado, a vereadora Juliana Custódio integra a oposição? Continua independente? Mantém algum tipo de alinhamento com a gestão? Ou busca construir um caminho próprio dentro da Câmara Municipal?

São perguntas legítimas em um ambiente democrático e que merecem resposta objetiva.

Mais do que alimentar especulações, um posicionamento claro contribuiria para que os eleitores compreendessem qual papel a parlamentar pretende desempenhar nos próximos anos e quais bandeiras efetivamente defenderá dentro do Legislativo municipal.

Na política, transparência não é apenas um discurso. É também uma obrigação com aqueles que confiaram seu voto nas urnas.

A CONTA CHEGOU: DÍVIDA TRABALHISTA DO PASSADO DEIXADA LA ATRÁS PELO ATUAL PREFEITO VOLTA A ASSOMBRAR A PREFEITURA DE NINA RODRIGUES

A recente decisão da Justiça que determinou o pagamento de mais de R$ 23 mil a uma servidora municipal reacendeu um debate importante sobre a valorização dos servidores públicos e o cumprimento das obrigações trabalhistas por parte da administração municipal.

O valor é referente ao salário de dezembro de 2004 e a depósitos de FGTS que deixaram de ser realizados entre 1997 e 2005. O fato ganha ainda mais repercussão porque o gestor que administrava o município naquele período é o mesmo que atualmente ocupa o cargo de prefeito de Nina Rodrigues.

A condenação judicial levanta questionamentos sobre a forma como os direitos dos trabalhadores foram tratados ao longo dos anos. Afinal, quantos servidores podem ter sido prejudicados pela ausência de recolhimentos obrigatórios? Quantos ainda sequer verificaram seus extratos do FGTS para saber se tiveram seus direitos respeitados?

Embora a decisão trate de fatos ocorridos no passado, o caso desperta dúvidas e preocupações entre servidores e ex-servidores do município. Diante desse histórico, cresce a cobrança por transparência e fiscalização para garantir que todas as obrigações trabalhistas estejam sendo cumpridas atualmente pela administração pública.

A situação também reacende críticas de parte da população que questiona a valorização da mão de obra local e cobra maior respeito aos servidores municipais, responsáveis por manter o funcionamento dos serviços públicos.

Mais do que uma condenação financeira, o episódio representa um alerta sobre a importância do controle dos recursos públicos e da proteção dos direitos trabalhistas. Afinal, quando direitos deixam de ser respeitados, a conta acaba chegando — e, muitas vezes, quem paga é o próprio município e sua população.

VT

Diante desse cenário, servidores e ex-servidores da Prefeitura de Nina Rodrigues devem consultar seus extratos do FGTS e verificar se todos os depósitos foram realizados corretamente, buscando seus direitos caso identifiquem irregularidades.

“CÂMARA MANTÉM VAGA VAZIA E AMPLIA SUSPEITAS: MEDO DE REVIRAVOLTA JUDICIAL EXPÕE FRAGILIDADE DA CASSAÇÃO EM NINA RODRIGUES”.

A crise política instalada na Câmara Municipal de Nina Rodrigues ganhou um novo capítulo e continua alimentando debates nos bastidores e nas ruas da cidade. Após a polêmica cassação de um vereador, o Legislativo municipal enfrenta questionamentos sobre a condução do processo e, principalmente, sobre a demora para convocar e empossar o suplente que deveria assumir a vaga.

Até o momento, o suplente Ronilson Araújo ainda não foi empossado, situação que tem gerado inúmeras especulações e levantado dúvidas sobre a segurança jurídica da decisão tomada pelos parlamentares. Atualmente, a Câmara segue funcionando com apenas oito vereadores, cenário considerado incomum diante da existência de um suplente apto a ocupar a vaga.

Para críticos da decisão, a demora na posse demonstra que a própria Câmara não possui total convicção sobre a legalidade e a consistência do processo que resultou na cassação. O entendimento defendido por opositores é que, caso houvesse plena certeza jurídica sobre os atos praticados, a convocação do suplente teria ocorrido de forma imediata, conforme prevê a normalidade do funcionamento legislativo.

Nos meios políticos, cresce a avaliação de que existe receio por parte dos vereadores em efetivar a posse e, posteriormente, enfrentar uma possível reversão judicial da cassação. Caso isso aconteça, a situação poderia expor fragilidades no procedimento adotado pela Casa e provocar um desgaste ainda maior à imagem do Legislativo municipal.

A ausência de público na primeira sessão após a cassação também foi interpretada como um reflexo da perda de credibilidade enfrentada pela Câmara. Para parte da população, o episódio fortaleceu a percepção de que o Poder Legislativo estaria se afastando de sua principal função institucional: fiscalizar o Executivo e atuar em defesa dos interesses da sociedade.

Outro ponto que segue sendo debatido é a alegação de que o processo de cassação teria sido conduzido sem a apresentação de provas suficientemente robustas para justificar uma medida considerada extrema dentro do parlamento. Embora essa seja uma tese defendida pelos apoiadores do vereador cassado, o assunto ainda deve continuar sendo discutido no campo político e jurídico.

Enquanto o impasse permanece sem solução, a Câmara Municipal de Nina Rodrigues segue sob forte pressão popular e política. A demora na definição sobre a posse do suplente aumenta as dúvidas sobre os próximos desdobramentos do caso e mantém aberta uma crise que está longe de chegar ao fim.

O fato é que, quanto mais o tempo passa sem uma solução definitiva, mais crescem os questionamentos da população sobre os reais fundamentos da decisão que alterou a composição do Legislativo municipal.

“A CÂMARA JULGOU OU APENAS CUMPRIU ORDENS? THALYSON BERG ROMPE O SILÊNCIO E AMPLIA DEBATE SOBRE CASSAÇÃO EM NINA RODRIGUES”

VEJA O VÍDEO DO PRONUNCIAMENTO AO FINAL DA MATÉRIA

A cassação do mandato do vereador Thalyson Berg continua repercutindo nos bastidores da política de Nina Rodrigues e está longe de ser um capítulo encerrado. O caso, que inicialmente foi apresentado como uma questão de quebra de decoro parlamentar, agora ganha contornos de uma disputa política marcada por acusações de perseguição, supostas irregularidades processuais e questionamentos sobre a independência dos poderes no município.

Após a votação que culminou na perda de seu mandato, Thalyson Berg decidiu quebrar o silêncio. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar fez duras críticas à condução do processo, classificando a cassação como resultado de uma perseguição política e afirmando que diversos atos praticados durante a tramitação do caso estariam contaminados por vícios e irregularidades.

A manifestação pública do vereador reacendeu o debate sobre a legalidade do processo e fortaleceu os questionamentos já existentes entre parte da população e da classe política local.

Desde o início da tramitação, a defesa do parlamentar sustentou que os fatos utilizados como fundamento da denúncia teriam ocorrido antes mesmo de sua posse como vereador. Se confirmada essa interpretação, o processo poderia enfrentar sérios questionamentos jurídicos, já que o próprio Código de Ética da Câmara prevê que apenas fatos ocorridos durante o exercício do mandato podem fundamentar representações por quebra de decoro parlamentar.

Mas as polêmicas não param por aí.

A condução do processo tem sido alvo de críticas severas. Há questionamentos sobre o sorteio que definiu a Comissão Processante, denúncias de possíveis conflitos de interesse envolvendo figuras ligadas ao governo municipal e acusações de que a investigação teria ignorado documentos apresentados pela defesa.

Nos corredores da política local, cresce a percepção de que o caso extrapolou o campo jurídico e passou a representar uma verdadeira guerra de poder. Para aliados do vereador, a cassação seria resultado de uma articulação política cuidadosamente construída para eliminar uma voz de oposição e enfraquecer adversários do grupo que controla a administração municipal.

A presença de agentes públicos ligados à Prefeitura em momentos estratégicos do processo também alimenta suspeitas. Embora não exista, até o momento, decisão judicial apontando irregularidades, a coincidência de interesses entre setores do Executivo e do Legislativo tem sido utilizada por críticos do processo para questionar a imparcialidade dos atos praticados.

Outro aspecto que chama atenção é a aparente falta de diligências para esclarecer pontos fundamentais da denúncia. Em qualquer processo que se pretenda justo e transparente, a busca pela verdade deveria ser prioridade absoluta. Entretanto, segundo a defesa, documentos importantes teriam sido desconsiderados e informações essenciais deixadas de lado durante a instrução processual.

O episódio acende um alerta sobre a qualidade da democracia municipal. Afinal, quando um processo de cassação passa a ser questionado por parcela significativa da população, não está em jogo apenas o mandato de um vereador, mas também a credibilidade das instituições responsáveis por garantir justiça, transparência e respeito ao contraditório.

A grande pergunta que ecoa nas ruas de Nina Rodrigues é simples: a Câmara Municipal realmente julgou um ato incompatível com o mandato parlamentar ou apenas referendou uma decisão política construída nos bastidores?

Enquanto essa resposta não chega, uma certeza já existe: a cassação de Thalyson Berg deixou de ser apenas um processo legislativo e se transformou em um dos episódios políticos mais controversos da história recente do município.

Se houve justiça ou perseguição, caberá agora aos fatos, aos documentos e, possivelmente, ao Poder Judiciário dar a palavra final. Até lá, a sombra da dúvida continuará pairando sobre um processo que dividiu a cidade e colocou em xeque a confiança da população em suas instituições.

📹 Assista ao pronunciamento completo do vereador Thalyson Berg após a cassação:

No vídeo, o parlamentar apresenta sua versão dos fatos, questiona a legalidade do processo, aponta supostas irregularidades e reafirma que buscará reverter a decisão pelas vias judiciais.

“FORAGIDO HÁ DOIS ANOS É LOCALIZADO EM MOTEL E PRESO NO POVOADO LEITE; TRAFICANTE REINCIDENTE CAI NOVAMENTE EM PRESIDENTE VARGAS”.

                    Assassino preso.
A Polícia Civil do Maranhão realizou duas importantes ações contra a criminalidade na região de Itapecuru-Mirim, resultando na prisão de um foragido da Justiça acusado de homicídio e de um suspeito de tráfico de drogas já conhecido pelas forças de segurança.
A primeira prisão ocorreu no Povoado Leite, onde agentes da Delegacia Regional de Itapecuru-Mirim cumpriram dois mandados de prisão preventiva contra um homem conhecido como “Pestinha”. Segundo as investigações, ele era procurado pelos crimes de homicídio e tráfico de drogas e estava foragido há aproximadamente dois anos.
De acordo com informações da Polícia Civil, o suspeito é acusado de cometer um homicídio no município de Brejo e, desde então, tentava escapar do alcance da Justiça. As investigações apontaram que ele estava vivendo discretamente no Povoado Leite, onde trabalhava em um motel na tentativa de não levantar suspeitas.
O delegado regional Samuel Morita destacou que a prisão foi resultado de um trabalho minucioso de inteligência policial. Mesmo adotando uma rotina aparentemente comum, o investigado continuava sendo monitorado pelas autoridades, que já haviam reunido informações sobre seu paradeiro.
A captura representa mais um desdobramento das ações de combate aos crimes violentos na região, especialmente aqueles ligados a disputas criminosas e ao tráfico de drogas, fenômenos que vêm preocupando moradores de diversos municípios maranhenses.
TRÁFICO DE DROGAS
Em outra frente de atuação, desta vez no centro de Presidente Vargas, uma operação conjunta entre a Polícia Civil e a Força Estadual Integrada de Segurança Pública do Maranhão (FEISP) resultou na prisão de um homem conhecido como “Dedê”, apontado como envolvido com o tráfico de drogas.
Segundo informações repassadas pelas forças de segurança, o suspeito já possui histórico de envolvimento com a atividade criminosa e havia sido preso recentemente pelo mesmo tipo de crime. A reincidência chamou a atenção dos investigadores, que intensificaram o monitoramento até conseguirem efetuar a nova prisão.
As duas ocorrências reforçam o trabalho de investigação e inteligência desenvolvido pelas forças de segurança no Maranhão, que têm ampliado o cerco contra foragidos da Justiça e indivíduos envolvidos com o tráfico de entorpecentes.
As autoridades não descartam novas operações nos próximos dias, uma vez que o combate às organizações criminosas e ao tráfico de drogas continua sendo uma das principais prioridades da segurança pública na região.
Enquanto isso, a população acompanha com expectativa os resultados das ações policiais, que buscam reduzir os índices de criminalidade e garantir maior sensação de segurança nos municípios maranhenses.
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VARGEM GRANDE VIVE ONDA DE VIOLÊNCIA E REGISTRA TRÊS HOMICÍDIOS EM APENAS 24 HORAS

                 

Duplo homicídio.

A cidade de Vargem Grande voltou a ser palco de uma sequência de crimes violentos que tem assustado a população e colocado em evidência o avanço da criminalidade no município. Nas últimas 24 horas, três homicídios foram registrados em diferentes bairros da cidade, reforçando o clima de insegurança e a preocupação dos moradores diante da crescente atuação de facções criminosas.

Nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (28), por volta das 6h30, dois corpos foram encontrados em uma área de mata no bairro Rosalina. As vítimas, identificadas preliminarmente como Kauan e João, apresentavam diversas perfurações provocadas por disparos de arma de fogo.

Segundo relatos de moradores, vários tiros foram ouvidos por volta da meia-noite, horário em que o crime pode ter ocorrido. A Polícia Militar esteve no local realizando os primeiros levantamentos e isolando a área para o trabalho da perícia.

Praticamente no mesmo horário, outro homicídio foi registrado no bairro do Açude. Raimundo Luciano Nascimento Aquino, de 22 anos, conhecido como “Toscana”, foi executado a tiros, aumentando ainda mais a sequência de crimes violentos no município.

A série de assassinatos levanta fortes suspeitas de que a disputa entre facções criminosas esteja intensificando a violência em Vargem Grande. O município, que durante muitos anos era considerado uma cidade pacata, hoje enfrenta uma realidade marcada pelo medo, pela criminalidade e pelo aumento constante dos homicídios.

Moradores relatam insegurança crescente e cobram uma resposta mais firme das autoridades. Para muitos, o sistema de segurança pública não tem conseguido conter o avanço das organizações criminosas, que vêm ampliando sua influência em diversos bairros da cidade.

A ausência de ações mais efetivas no combate ao tráfico de drogas, aliada à disputa por territórios entre facções, pode estar diretamente ligada ao aumento alarmante da violência. Enquanto isso, famílias convivem diariamente com o medo e a sensação de impunidade.

As autoridades policiais seguem investigando os casos e trabalham para identificar os autores e possíveis conexões entre os crimes registrados nas últimas horas. A expectativa da população é de que medidas urgentes sejam adotadas antes que novos episódios violentos voltem a manchar a tranquilidade da cidade.

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PROCESSO DE CASSAÇÃO SOB SUSPEITA: VÍDEO LEVANTA FORTES INDÍCIOS DE MANIPULAÇÃO EM SORTEIO NA CÂMARA MUNICIPAL.

Um processo de cassação que deveria seguir os princípios da legalidade, transparência e imparcialidade começa cercado de graves suspeitas dentro da Câmara Municipal. Imagens da sessão legislativa colocam em xeque a credibilidade do procedimento e levantam questionamentos sobre possível manipulação durante o sorteio que definiria membros envolvidos no rito processual.
As cenas registradas em vídeo têm causado revolta e indignação entre populares, lideranças políticas e internautas, que apontam fortes indícios de irregularidades na condução do ato realizado durante a sessão.
O que mostra o vídeo?
VT

A gravação completa da sessão está disponível no Instagram oficial da Câmara Municipal, entre os minutos 63:14 e 64:10. Nas imagens, diversos detalhes chamam atenção:
– No minuto 0:58, o presidente da Câmara, Walfredo Corrêa, chama a servidora Thamyres e indica que ela retire o papel do sorteio;
– Em 1:15, o funcionário Daniel aparece com os papéis aparentemente já abertos e mostra os nomes ao presidente;
– No minuto 1:21, é possível observar o presidente segurando um papel na mão esquerda e transferindo para a mão direita;
– Em 1:27, ocorre uma espécie de “simulação” de sorteio diante de Fernando Celso, conhecido como Caçula;
– Em 1:30, o papel contendo o nome do vereador Erlan é colocado de lado enquanto há indicação visual de qual papel deveria ser retirado pela servidora;
– Em 1:48, o segundo papel não é aberto publicamente, impossibilitando a confirmação de qual nome realmente estava nele;
– Já em 1:51, o presidente e Dr. Caçula demonstram descontração e chegam a rir após o procedimento, comportamento que também gerou estranheza entre os presentes.
Outro ponto que desperta questionamentos é justamente o fato de o segundo papel não ter sido exibido ao público, o que impede confirmar se nele realmente estava o nome do vereador Josimar “Fogoió” ou se poderia haver repetição do nome anteriormente retirado.
Possíveis crimes apontados
Diante dos fatos apresentados, observadores políticos e populares passaram a levantar possíveis enquadramentos legais que podem ser analisados pelas autoridades competentes, entre eles:
– Fraude processual — Artigo 347 do Código Penal;
– Falsidade ideológica — Artigo 299 do Código Penal;
– Prevaricação — Artigo 319 do Código Penal;
– Abuso de autoridade — Lei nº 13.869/2019;
– Improbidade administrativa — Lei nº 8.429/1992.
Naturalmente, cabe às autoridades competentes investigar os fatos, garantindo amplo direito de defesa e contraditório aos envolvidos.
Clima de desconfiança aumenta
A repercussão do caso já provoca desgaste político e amplia o clima de desconfiança em torno do processo de cassação. Para parte da população, se o primeiro ato do procedimento já apresenta suspeitas e controvérsias, o restante do processo poderá sofrer ainda mais questionamentos.
Nos bastidores da política local, cresce o discurso de que “mandato se ganha nas urnas e não no tapetão”, frase que vem sendo repetida por apoiadores e aliados políticos diante das suspeitas envolvendo o caso.
Agora, a expectativa é que medidas judiciais sejam tomadas para esclarecer os fatos e garantir total transparência sobre a condução do processo dentro do Legislativo municipal.
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DUPLA APONTADA COMO INTEGRANTES DE FACÇÃO CRIMINOSA MORRE EM CONFRONTO COM A PM EM VARGEM GRANDE

Corpos foram levados ao hospital municipal.
Uma intervenção policial registrada na tarde deste domingo (24), em Vargem Grande, terminou com a morte de dois indivíduos apontados por investigações policiais como integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O confronto aconteceu por volta das 14h30, nas proximidades do bairro Baixa Grande/Açude, após uma operação realizada pela Polícia Militar do Maranhão.

Segundo informações repassadas pelo 28º BPM, a guarnição recebeu denúncias de que os suspeitos envolvidos em uma tentativa de homicídio e disparos de arma de fogo em via pública, ocorridos no sábado (23), estavam escondidos em uma residência localizada na Travessa Santume, no bairro Açude.

Ao chegar ao endereço informado, os policiais teriam sido recebidos a tiros pelos suspeitos, identificados como Gabriel da Silva Ribeiro, conhecido pelos apelidos “Gabrielzinho” ou “Menor”, e José Lucas Rosa. Diante da reação armada, os militares revidaram à injusta agressão, iniciando um intenso confronto.

Durante a troca de tiros, os dois indivíduos foram baleados. Eles ainda chegaram a ser socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal Benito Mussolini de Sousa, porém não resistiram aos ferimentos e morreram após darem entrada na unidade hospitalar.

Armas e munições apreendidas

Na ação, os policiais apreenderam:

  • 01 submetralhadora calibre 9mm;
  • 15 munições intactas;
  • 06 munições deflagradas;
  • 01 arma calibre 12 com munição deflagrada;
  • 01 aparelho celular Samsung azul com capa dourada.
  • apreenderam duas armas de fogo.
                    Armas apreendidas.

    EXTENSA FICHA CRIMINAL

De acordo com levantamentos realizados pelas forças de segurança, Gabriel da Silva Ribeiro possuía uma extensa ficha criminal e era considerado velho conhecido da polícia em Vargem Grande. Contra ele havia, inclusive, um mandado de prisão em aberto.

As investigações apontam envolvimento do suspeito em crimes de homicídio, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e associação criminosa. Informações apuradas indicam ainda que Gabrielzinho acumulava passagens pela polícia desde a adolescência. Um dos casos mais conhecidos ocorreu quando ele tinha apenas 13 anos, ao participar de um assalto contra um mototaxista no município.

A ocorrência foi registrada pela 3ª Companhia do 28º BPM, que segue intensificando ações de combate à criminalidade e enfrentamento às facções criminosas na região.

FONTE:WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM

DE OPOSIÇÃO A ARTICULADOR DOS BASTIDORES? RONILSON ARAÚJO VIRA ALVO DE CRÍTICAS EM NINA RODRIGUES

A política de Nina Rodrigues voltou a ser sacudida por fortes acusações e disputas internas envolvendo o nome de Ronilson Araújo, figura que já foi apresentada como símbolo de renovação política, mas que hoje enfrenta duras críticas de antigos aliados e integrantes da oposição municipal.

Nos bastidores, o discurso é um só: para muitos, Ronilson teria deixado de lado o projeto coletivo que defendia em 2021, quando integrava o grupo “Nina Rodrigues para Todos”, passando a atuar em benefício próprio dentro do cenário político local.

Segundo relatos de lideranças políticas que fizeram parte do grupo, após as eleições de 2022, Ronilson teria procurado a então candidata deputada Edna Silva afirmando que os 756 votos conquistados por ela no município seriam resultado exclusivo de sua articulação política. A declaração causou revolta entre membros do grupo, que alegam terem participado diretamente da campanha e da construção política daquele projeto.

Entre os nomes citados nos bastidores como “preteridos” estariam Daniel Siqueira, Serejo, Thalyson Berg e outros aliados que ajudaram a fortalecer a base oposicionista na época.

DISCURSO DE OPOSIÇÃO OU PROJETO PESSOAL?

As críticas aumentaram após Ronilson se filiar ao Partido Progressista (PP) antes das eleições de 2024. Para adversários, a movimentação foi uma tentativa de manter vivo o discurso oposicionista enquanto articulava sua sobrevivência política nos bastidores.

O problema, segundo críticos, é que o resultado das urnas acabou não correspondendo às expectativas. Após obter votação considerada fraca por opositores, Ronilson teria mudado de estratégia e partido para o confronto jurídico.

Foi então que surgiu o processo envolvendo suposta fraude à cota de gênero contra o PDT, registrado sob o número 0600619-97.2024.6.10.0050, ação que poderia atingir diretamente os mandatos dos vereadores Erlan, Fogoió e do presidente da Câmara, Walfredo Corrêa.

Entretanto, o que mais chamou atenção nos bastidores foi o fato de o processo não ter avançado como esperado. O abandono da ação passou a alimentar especulações políticas dentro do município.

DENÚNCIA CONTRA THALYSON BERG LEVANTA QUESTIONAMENTOS

Agora em 2026, Ronilson Araújo volta novamente ao centro das polêmicas após apresentar denúncia contra o vereador Thalyson Berg por suposta quebra de decoro parlamentar.

O caso, porém, já nasce cercado de questionamentos jurídicos e políticos. Isso porque aliados do vereador afirmam que os fatos usados na denúncia ocorreram antes mesmo da posse parlamentar, o que, segundo interpretação do artigo 23 do Código de Ética da Câmara Municipal, inviabilizaria o andamento do processo.

A movimentação provocou forte reação entre apoiadores de Thalyson, que acusam setores políticos de tentarem enfraquecer uma das vozes mais críticas da atual legislatura.

ACORDO DE BASTIDORES?

Nos corredores da política ninense, cresce uma pergunta que muitos já fazem abertamente: o abandono do processo da cota de gênero teria alguma relação com o apoio recebido agora dentro da Câmara?

Para parte da oposição, existe um alinhamento silencioso entre Ronilson e setores ligados ao PDT, o que estaria influenciando diretamente o andamento político das denúncias atuais.

Enquanto isso, moradores de Nina Rodrigues acompanham atentos mais um capítulo de uma disputa marcada por acusações de traição, articulações internas e guerra política nos bastidores.

O fato é que, gostem ou não, Ronilson Araújo voltou ao centro do debate político municipal — agora cercado por desconfiança, críticas e questionamentos sobre qual lado realmente representa.