“CÂMARA MANTÉM VAGA VAZIA E AMPLIA SUSPEITAS: MEDO DE REVIRAVOLTA JUDICIAL EXPÕE FRAGILIDADE DA CASSAÇÃO EM NINA RODRIGUES”.

A crise política instalada na Câmara Municipal de Nina Rodrigues ganhou um novo capítulo e continua alimentando debates nos bastidores e nas ruas da cidade. Após a polêmica cassação de um vereador, o Legislativo municipal enfrenta questionamentos sobre a condução do processo e, principalmente, sobre a demora para convocar e empossar o suplente que deveria assumir a vaga.

Até o momento, o suplente Ronilson Araújo ainda não foi empossado, situação que tem gerado inúmeras especulações e levantado dúvidas sobre a segurança jurídica da decisão tomada pelos parlamentares. Atualmente, a Câmara segue funcionando com apenas oito vereadores, cenário considerado incomum diante da existência de um suplente apto a ocupar a vaga.

Para críticos da decisão, a demora na posse demonstra que a própria Câmara não possui total convicção sobre a legalidade e a consistência do processo que resultou na cassação. O entendimento defendido por opositores é que, caso houvesse plena certeza jurídica sobre os atos praticados, a convocação do suplente teria ocorrido de forma imediata, conforme prevê a normalidade do funcionamento legislativo.

Nos meios políticos, cresce a avaliação de que existe receio por parte dos vereadores em efetivar a posse e, posteriormente, enfrentar uma possível reversão judicial da cassação. Caso isso aconteça, a situação poderia expor fragilidades no procedimento adotado pela Casa e provocar um desgaste ainda maior à imagem do Legislativo municipal.

A ausência de público na primeira sessão após a cassação também foi interpretada como um reflexo da perda de credibilidade enfrentada pela Câmara. Para parte da população, o episódio fortaleceu a percepção de que o Poder Legislativo estaria se afastando de sua principal função institucional: fiscalizar o Executivo e atuar em defesa dos interesses da sociedade.

Outro ponto que segue sendo debatido é a alegação de que o processo de cassação teria sido conduzido sem a apresentação de provas suficientemente robustas para justificar uma medida considerada extrema dentro do parlamento. Embora essa seja uma tese defendida pelos apoiadores do vereador cassado, o assunto ainda deve continuar sendo discutido no campo político e jurídico.

Enquanto o impasse permanece sem solução, a Câmara Municipal de Nina Rodrigues segue sob forte pressão popular e política. A demora na definição sobre a posse do suplente aumenta as dúvidas sobre os próximos desdobramentos do caso e mantém aberta uma crise que está longe de chegar ao fim.

O fato é que, quanto mais o tempo passa sem uma solução definitiva, mais crescem os questionamentos da população sobre os reais fundamentos da decisão que alterou a composição do Legislativo municipal.

“A CÂMARA JULGOU OU APENAS CUMPRIU ORDENS? THALYSON BERG ROMPE O SILÊNCIO E AMPLIA DEBATE SOBRE CASSAÇÃO EM NINA RODRIGUES”

VEJA O VÍDEO DO PRONUNCIAMENTO AO FINAL DA MATÉRIA

A cassação do mandato do vereador Thalyson Berg continua repercutindo nos bastidores da política de Nina Rodrigues e está longe de ser um capítulo encerrado. O caso, que inicialmente foi apresentado como uma questão de quebra de decoro parlamentar, agora ganha contornos de uma disputa política marcada por acusações de perseguição, supostas irregularidades processuais e questionamentos sobre a independência dos poderes no município.

Após a votação que culminou na perda de seu mandato, Thalyson Berg decidiu quebrar o silêncio. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar fez duras críticas à condução do processo, classificando a cassação como resultado de uma perseguição política e afirmando que diversos atos praticados durante a tramitação do caso estariam contaminados por vícios e irregularidades.

A manifestação pública do vereador reacendeu o debate sobre a legalidade do processo e fortaleceu os questionamentos já existentes entre parte da população e da classe política local.

Desde o início da tramitação, a defesa do parlamentar sustentou que os fatos utilizados como fundamento da denúncia teriam ocorrido antes mesmo de sua posse como vereador. Se confirmada essa interpretação, o processo poderia enfrentar sérios questionamentos jurídicos, já que o próprio Código de Ética da Câmara prevê que apenas fatos ocorridos durante o exercício do mandato podem fundamentar representações por quebra de decoro parlamentar.

Mas as polêmicas não param por aí.

A condução do processo tem sido alvo de críticas severas. Há questionamentos sobre o sorteio que definiu a Comissão Processante, denúncias de possíveis conflitos de interesse envolvendo figuras ligadas ao governo municipal e acusações de que a investigação teria ignorado documentos apresentados pela defesa.

Nos corredores da política local, cresce a percepção de que o caso extrapolou o campo jurídico e passou a representar uma verdadeira guerra de poder. Para aliados do vereador, a cassação seria resultado de uma articulação política cuidadosamente construída para eliminar uma voz de oposição e enfraquecer adversários do grupo que controla a administração municipal.

A presença de agentes públicos ligados à Prefeitura em momentos estratégicos do processo também alimenta suspeitas. Embora não exista, até o momento, decisão judicial apontando irregularidades, a coincidência de interesses entre setores do Executivo e do Legislativo tem sido utilizada por críticos do processo para questionar a imparcialidade dos atos praticados.

Outro aspecto que chama atenção é a aparente falta de diligências para esclarecer pontos fundamentais da denúncia. Em qualquer processo que se pretenda justo e transparente, a busca pela verdade deveria ser prioridade absoluta. Entretanto, segundo a defesa, documentos importantes teriam sido desconsiderados e informações essenciais deixadas de lado durante a instrução processual.

O episódio acende um alerta sobre a qualidade da democracia municipal. Afinal, quando um processo de cassação passa a ser questionado por parcela significativa da população, não está em jogo apenas o mandato de um vereador, mas também a credibilidade das instituições responsáveis por garantir justiça, transparência e respeito ao contraditório.

A grande pergunta que ecoa nas ruas de Nina Rodrigues é simples: a Câmara Municipal realmente julgou um ato incompatível com o mandato parlamentar ou apenas referendou uma decisão política construída nos bastidores?

Enquanto essa resposta não chega, uma certeza já existe: a cassação de Thalyson Berg deixou de ser apenas um processo legislativo e se transformou em um dos episódios políticos mais controversos da história recente do município.

Se houve justiça ou perseguição, caberá agora aos fatos, aos documentos e, possivelmente, ao Poder Judiciário dar a palavra final. Até lá, a sombra da dúvida continuará pairando sobre um processo que dividiu a cidade e colocou em xeque a confiança da população em suas instituições.

📹 Assista ao pronunciamento completo do vereador Thalyson Berg após a cassação:

No vídeo, o parlamentar apresenta sua versão dos fatos, questiona a legalidade do processo, aponta supostas irregularidades e reafirma que buscará reverter a decisão pelas vias judiciais.

“FORAGIDO HÁ DOIS ANOS É LOCALIZADO EM MOTEL E PRESO NO POVOADO LEITE; TRAFICANTE REINCIDENTE CAI NOVAMENTE EM PRESIDENTE VARGAS”.

                    Assassino preso.
A Polícia Civil do Maranhão realizou duas importantes ações contra a criminalidade na região de Itapecuru-Mirim, resultando na prisão de um foragido da Justiça acusado de homicídio e de um suspeito de tráfico de drogas já conhecido pelas forças de segurança.
A primeira prisão ocorreu no Povoado Leite, onde agentes da Delegacia Regional de Itapecuru-Mirim cumpriram dois mandados de prisão preventiva contra um homem conhecido como “Pestinha”. Segundo as investigações, ele era procurado pelos crimes de homicídio e tráfico de drogas e estava foragido há aproximadamente dois anos.
De acordo com informações da Polícia Civil, o suspeito é acusado de cometer um homicídio no município de Brejo e, desde então, tentava escapar do alcance da Justiça. As investigações apontaram que ele estava vivendo discretamente no Povoado Leite, onde trabalhava em um motel na tentativa de não levantar suspeitas.
O delegado regional Samuel Morita destacou que a prisão foi resultado de um trabalho minucioso de inteligência policial. Mesmo adotando uma rotina aparentemente comum, o investigado continuava sendo monitorado pelas autoridades, que já haviam reunido informações sobre seu paradeiro.
A captura representa mais um desdobramento das ações de combate aos crimes violentos na região, especialmente aqueles ligados a disputas criminosas e ao tráfico de drogas, fenômenos que vêm preocupando moradores de diversos municípios maranhenses.
TRÁFICO DE DROGAS
Em outra frente de atuação, desta vez no centro de Presidente Vargas, uma operação conjunta entre a Polícia Civil e a Força Estadual Integrada de Segurança Pública do Maranhão (FEISP) resultou na prisão de um homem conhecido como “Dedê”, apontado como envolvido com o tráfico de drogas.
Segundo informações repassadas pelas forças de segurança, o suspeito já possui histórico de envolvimento com a atividade criminosa e havia sido preso recentemente pelo mesmo tipo de crime. A reincidência chamou a atenção dos investigadores, que intensificaram o monitoramento até conseguirem efetuar a nova prisão.
As duas ocorrências reforçam o trabalho de investigação e inteligência desenvolvido pelas forças de segurança no Maranhão, que têm ampliado o cerco contra foragidos da Justiça e indivíduos envolvidos com o tráfico de entorpecentes.
As autoridades não descartam novas operações nos próximos dias, uma vez que o combate às organizações criminosas e ao tráfico de drogas continua sendo uma das principais prioridades da segurança pública na região.
Enquanto isso, a população acompanha com expectativa os resultados das ações policiais, que buscam reduzir os índices de criminalidade e garantir maior sensação de segurança nos municípios maranhenses.
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VARGEM GRANDE VIVE ONDA DE VIOLÊNCIA E REGISTRA TRÊS HOMICÍDIOS EM APENAS 24 HORAS

                 

Duplo homicídio.

A cidade de Vargem Grande voltou a ser palco de uma sequência de crimes violentos que tem assustado a população e colocado em evidência o avanço da criminalidade no município. Nas últimas 24 horas, três homicídios foram registrados em diferentes bairros da cidade, reforçando o clima de insegurança e a preocupação dos moradores diante da crescente atuação de facções criminosas.

Nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (28), por volta das 6h30, dois corpos foram encontrados em uma área de mata no bairro Rosalina. As vítimas, identificadas preliminarmente como Kauan e João, apresentavam diversas perfurações provocadas por disparos de arma de fogo.

Segundo relatos de moradores, vários tiros foram ouvidos por volta da meia-noite, horário em que o crime pode ter ocorrido. A Polícia Militar esteve no local realizando os primeiros levantamentos e isolando a área para o trabalho da perícia.

Praticamente no mesmo horário, outro homicídio foi registrado no bairro do Açude. Raimundo Luciano Nascimento Aquino, de 22 anos, conhecido como “Toscana”, foi executado a tiros, aumentando ainda mais a sequência de crimes violentos no município.

A série de assassinatos levanta fortes suspeitas de que a disputa entre facções criminosas esteja intensificando a violência em Vargem Grande. O município, que durante muitos anos era considerado uma cidade pacata, hoje enfrenta uma realidade marcada pelo medo, pela criminalidade e pelo aumento constante dos homicídios.

Moradores relatam insegurança crescente e cobram uma resposta mais firme das autoridades. Para muitos, o sistema de segurança pública não tem conseguido conter o avanço das organizações criminosas, que vêm ampliando sua influência em diversos bairros da cidade.

A ausência de ações mais efetivas no combate ao tráfico de drogas, aliada à disputa por territórios entre facções, pode estar diretamente ligada ao aumento alarmante da violência. Enquanto isso, famílias convivem diariamente com o medo e a sensação de impunidade.

As autoridades policiais seguem investigando os casos e trabalham para identificar os autores e possíveis conexões entre os crimes registrados nas últimas horas. A expectativa da população é de que medidas urgentes sejam adotadas antes que novos episódios violentos voltem a manchar a tranquilidade da cidade.

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PROCESSO DE CASSAÇÃO SOB SUSPEITA: VÍDEO LEVANTA FORTES INDÍCIOS DE MANIPULAÇÃO EM SORTEIO NA CÂMARA MUNICIPAL.

Um processo de cassação que deveria seguir os princípios da legalidade, transparência e imparcialidade começa cercado de graves suspeitas dentro da Câmara Municipal. Imagens da sessão legislativa colocam em xeque a credibilidade do procedimento e levantam questionamentos sobre possível manipulação durante o sorteio que definiria membros envolvidos no rito processual.
As cenas registradas em vídeo têm causado revolta e indignação entre populares, lideranças políticas e internautas, que apontam fortes indícios de irregularidades na condução do ato realizado durante a sessão.
O que mostra o vídeo?
VT

A gravação completa da sessão está disponível no Instagram oficial da Câmara Municipal, entre os minutos 63:14 e 64:10. Nas imagens, diversos detalhes chamam atenção:
– No minuto 0:58, o presidente da Câmara, Walfredo Corrêa, chama a servidora Thamyres e indica que ela retire o papel do sorteio;
– Em 1:15, o funcionário Daniel aparece com os papéis aparentemente já abertos e mostra os nomes ao presidente;
– No minuto 1:21, é possível observar o presidente segurando um papel na mão esquerda e transferindo para a mão direita;
– Em 1:27, ocorre uma espécie de “simulação” de sorteio diante de Fernando Celso, conhecido como Caçula;
– Em 1:30, o papel contendo o nome do vereador Erlan é colocado de lado enquanto há indicação visual de qual papel deveria ser retirado pela servidora;
– Em 1:48, o segundo papel não é aberto publicamente, impossibilitando a confirmação de qual nome realmente estava nele;
– Já em 1:51, o presidente e Dr. Caçula demonstram descontração e chegam a rir após o procedimento, comportamento que também gerou estranheza entre os presentes.
Outro ponto que desperta questionamentos é justamente o fato de o segundo papel não ter sido exibido ao público, o que impede confirmar se nele realmente estava o nome do vereador Josimar “Fogoió” ou se poderia haver repetição do nome anteriormente retirado.
Possíveis crimes apontados
Diante dos fatos apresentados, observadores políticos e populares passaram a levantar possíveis enquadramentos legais que podem ser analisados pelas autoridades competentes, entre eles:
– Fraude processual — Artigo 347 do Código Penal;
– Falsidade ideológica — Artigo 299 do Código Penal;
– Prevaricação — Artigo 319 do Código Penal;
– Abuso de autoridade — Lei nº 13.869/2019;
– Improbidade administrativa — Lei nº 8.429/1992.
Naturalmente, cabe às autoridades competentes investigar os fatos, garantindo amplo direito de defesa e contraditório aos envolvidos.
Clima de desconfiança aumenta
A repercussão do caso já provoca desgaste político e amplia o clima de desconfiança em torno do processo de cassação. Para parte da população, se o primeiro ato do procedimento já apresenta suspeitas e controvérsias, o restante do processo poderá sofrer ainda mais questionamentos.
Nos bastidores da política local, cresce o discurso de que “mandato se ganha nas urnas e não no tapetão”, frase que vem sendo repetida por apoiadores e aliados políticos diante das suspeitas envolvendo o caso.
Agora, a expectativa é que medidas judiciais sejam tomadas para esclarecer os fatos e garantir total transparência sobre a condução do processo dentro do Legislativo municipal.
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DUPLA APONTADA COMO INTEGRANTES DE FACÇÃO CRIMINOSA MORRE EM CONFRONTO COM A PM EM VARGEM GRANDE

Corpos foram levados ao hospital municipal.
Uma intervenção policial registrada na tarde deste domingo (24), em Vargem Grande, terminou com a morte de dois indivíduos apontados por investigações policiais como integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O confronto aconteceu por volta das 14h30, nas proximidades do bairro Baixa Grande/Açude, após uma operação realizada pela Polícia Militar do Maranhão.

Segundo informações repassadas pelo 28º BPM, a guarnição recebeu denúncias de que os suspeitos envolvidos em uma tentativa de homicídio e disparos de arma de fogo em via pública, ocorridos no sábado (23), estavam escondidos em uma residência localizada na Travessa Santume, no bairro Açude.

Ao chegar ao endereço informado, os policiais teriam sido recebidos a tiros pelos suspeitos, identificados como Gabriel da Silva Ribeiro, conhecido pelos apelidos “Gabrielzinho” ou “Menor”, e José Lucas Rosa. Diante da reação armada, os militares revidaram à injusta agressão, iniciando um intenso confronto.

Durante a troca de tiros, os dois indivíduos foram baleados. Eles ainda chegaram a ser socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal Benito Mussolini de Sousa, porém não resistiram aos ferimentos e morreram após darem entrada na unidade hospitalar.

Armas e munições apreendidas

Na ação, os policiais apreenderam:

  • 01 submetralhadora calibre 9mm;
  • 15 munições intactas;
  • 06 munições deflagradas;
  • 01 arma calibre 12 com munição deflagrada;
  • 01 aparelho celular Samsung azul com capa dourada.
  • apreenderam duas armas de fogo.
                    Armas apreendidas.

    EXTENSA FICHA CRIMINAL

De acordo com levantamentos realizados pelas forças de segurança, Gabriel da Silva Ribeiro possuía uma extensa ficha criminal e era considerado velho conhecido da polícia em Vargem Grande. Contra ele havia, inclusive, um mandado de prisão em aberto.

As investigações apontam envolvimento do suspeito em crimes de homicídio, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e associação criminosa. Informações apuradas indicam ainda que Gabrielzinho acumulava passagens pela polícia desde a adolescência. Um dos casos mais conhecidos ocorreu quando ele tinha apenas 13 anos, ao participar de um assalto contra um mototaxista no município.

A ocorrência foi registrada pela 3ª Companhia do 28º BPM, que segue intensificando ações de combate à criminalidade e enfrentamento às facções criminosas na região.

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DE OPOSIÇÃO A ARTICULADOR DOS BASTIDORES? RONILSON ARAÚJO VIRA ALVO DE CRÍTICAS EM NINA RODRIGUES

A política de Nina Rodrigues voltou a ser sacudida por fortes acusações e disputas internas envolvendo o nome de Ronilson Araújo, figura que já foi apresentada como símbolo de renovação política, mas que hoje enfrenta duras críticas de antigos aliados e integrantes da oposição municipal.

Nos bastidores, o discurso é um só: para muitos, Ronilson teria deixado de lado o projeto coletivo que defendia em 2021, quando integrava o grupo “Nina Rodrigues para Todos”, passando a atuar em benefício próprio dentro do cenário político local.

Segundo relatos de lideranças políticas que fizeram parte do grupo, após as eleições de 2022, Ronilson teria procurado a então candidata deputada Edna Silva afirmando que os 756 votos conquistados por ela no município seriam resultado exclusivo de sua articulação política. A declaração causou revolta entre membros do grupo, que alegam terem participado diretamente da campanha e da construção política daquele projeto.

Entre os nomes citados nos bastidores como “preteridos” estariam Daniel Siqueira, Serejo, Thalyson Berg e outros aliados que ajudaram a fortalecer a base oposicionista na época.

DISCURSO DE OPOSIÇÃO OU PROJETO PESSOAL?

As críticas aumentaram após Ronilson se filiar ao Partido Progressista (PP) antes das eleições de 2024. Para adversários, a movimentação foi uma tentativa de manter vivo o discurso oposicionista enquanto articulava sua sobrevivência política nos bastidores.

O problema, segundo críticos, é que o resultado das urnas acabou não correspondendo às expectativas. Após obter votação considerada fraca por opositores, Ronilson teria mudado de estratégia e partido para o confronto jurídico.

Foi então que surgiu o processo envolvendo suposta fraude à cota de gênero contra o PDT, registrado sob o número 0600619-97.2024.6.10.0050, ação que poderia atingir diretamente os mandatos dos vereadores Erlan, Fogoió e do presidente da Câmara, Walfredo Corrêa.

Entretanto, o que mais chamou atenção nos bastidores foi o fato de o processo não ter avançado como esperado. O abandono da ação passou a alimentar especulações políticas dentro do município.

DENÚNCIA CONTRA THALYSON BERG LEVANTA QUESTIONAMENTOS

Agora em 2026, Ronilson Araújo volta novamente ao centro das polêmicas após apresentar denúncia contra o vereador Thalyson Berg por suposta quebra de decoro parlamentar.

O caso, porém, já nasce cercado de questionamentos jurídicos e políticos. Isso porque aliados do vereador afirmam que os fatos usados na denúncia ocorreram antes mesmo da posse parlamentar, o que, segundo interpretação do artigo 23 do Código de Ética da Câmara Municipal, inviabilizaria o andamento do processo.

A movimentação provocou forte reação entre apoiadores de Thalyson, que acusam setores políticos de tentarem enfraquecer uma das vozes mais críticas da atual legislatura.

ACORDO DE BASTIDORES?

Nos corredores da política ninense, cresce uma pergunta que muitos já fazem abertamente: o abandono do processo da cota de gênero teria alguma relação com o apoio recebido agora dentro da Câmara?

Para parte da oposição, existe um alinhamento silencioso entre Ronilson e setores ligados ao PDT, o que estaria influenciando diretamente o andamento político das denúncias atuais.

Enquanto isso, moradores de Nina Rodrigues acompanham atentos mais um capítulo de uma disputa marcada por acusações de traição, articulações internas e guerra política nos bastidores.

O fato é que, gostem ou não, Ronilson Araújo voltou ao centro do debate político municipal — agora cercado por desconfiança, críticas e questionamentos sobre qual lado realmente representa.

BOMBA BOMBA!ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO “FUNCIONÁRIO FANTASMA”? CASO ENVOLVENDO SOGRO DE VEREADOR REVOLTA POPULAÇÃO EM NINA RODRIGUES

Uma nova denúncia começa a tomar conta dos bastidores políticos de Nina Rodrigues e já provoca forte repercussão entre moradores do município. O nome citado agora é o de Agnaldo, apontado como sogro do vereador Tôtô, que estaria recebendo salário pago com dinheiro público mesmo, segundo relatos, encontrando-se atualmente acamado.

A situação levantou uma série de questionamentos entre populares e opositores da gestão municipal. A principal pergunta feita pela população é: como uma pessoa acamada estaria exercendo função pública regularmente dentro da administração municipal?

Segundo denúncias que circulam nos corredores da prefeitura e em grupos políticos da cidade, Agnaldo receberia cerca de um salário mínimo dos cofres públicos sem apresentar qualquer atividade visível ou serviço conhecido pela população, o que aumenta ainda mais as suspeitas de possível prática de “funcionário fantasma”.

O caso também chama atenção pelo suposto vínculo familiar com o vereador Tôtô, parlamentar que costuma utilizar a tribuna da Câmara Municipal para defender discursos de honestidade, moralidade e compromisso com o dinheiro público. Entretanto, diante das denúncias, moradores afirmam que o discurso estaria distante da prática.

“Será que essa não é mais uma forma de sugar o peito da vaca leiteira da máquina pública?”, questionou um morador indignado ao comentar o caso nos bastidores políticos da cidade.

As críticas aumentam principalmente em um momento em que muitos pais de família enfrentam desemprego e dificuldades financeiras no município, enquanto supostos apadrinhados políticos continuariam sendo beneficiados dentro da estrutura pública, segundo denúncias feitas por opositores.

Moradores também afirmam que o parlamentar, que recebeu votos de confiança da população ninense, estaria priorizando interesses pessoais e familiares em vez de defender os interesses coletivos do povo que o elegeu.

Diante da repercussão, a população cobra transparência e explicações urgentes da Prefeitura de Nina Rodrigues:

📌 Qual cargo Agnaldo ocupa?
📌 Em qual secretaria está lotado?
📌 Existe controle de frequência?
📌 Quais serviços foram prestados ao município?
📌 Como uma pessoa acamada estaria exercendo função pública?

O caso promete esquentar ainda mais o cenário político local e deve aumentar a pressão popular por investigações e fiscalização dos gastos públicos no município.

Até o fechamento desta matéria, nem o vereador Tôtô nem a Prefeitura de Nina Rodrigues haviam se pronunciado oficialmente sobre as denúncias.

NOVOS DOCUMENTOS REFORÇAM DENÚNCIA SOBRE NEGOCIAÇÃO DE TERRENO ENVOLVENDO SECRETÁRIO HERALDO GOULART

Após a repercussão da matéria publicada anteriormente pelo blog, que revelou uma possível negociação milionária envolvendo a compra de um terreno pertencente ao secretário municipal de Infraestrutura, Heraldo Goulart, novas informações obtidas com exclusividade pela reportagem trazem mais detalhes sobre o caso e levantam novos questionamentos nos bastidores da política local.

Conforme divulgado na primeira denúncia, o terreno localizado às margens da MA-020 estaria sendo negociado junto à Prefeitura Municipal em uma operação que já vinha provocando forte repercussão política devido ao possível conflito de interesses envolvendo um integrante do primeiro escalão da gestão do prefeito Jones Braga.

Agora, documentos obtidos pelo blog apontam uma nova movimentação considerada suspeita dentro da negociação.

Segundo a documentação analisada pela reportagem, a venda do imóvel teria utilizado os nomes de duas irmãs do secretário Heraldo Goulart: Selma Goulart Moraes e Célida Costa Goulart. Os documentos indicam que cada uma teria recebido o valor de R$ 60 mil na operação.

Nos bastidores, cresce a suspeita de que a estratégia teria sido utilizada para tentar reduzir o desgaste político da negociação e amenizar possíveis críticas da oposição e da própria população ninense.

Blog prometeu revelar novos detalhes

Desde a publicação da primeira matéria, o blog vinha acompanhando o caso de perto e já havia informado que novas informações poderiam surgir conforme o avanço das investigações jornalísticas.

Agora, os documentos obtidos reforçam ainda mais os questionamentos sobre a transparência da negociação e sobre a real condução da operação envolvendo pessoas diretamente ligadas ao secretário municipal.

A revelação causou forte repercussão nos meios políticos da cidade, principalmente porque a negociação envolve um secretário que ocupa justamente uma pasta estratégica dentro da administração municipal.

Pressão por esclarecimentos aumenta

Com a divulgação dos novos documentos, opositores da gestão e moradores passaram a cobrar explicações públicas sobre:

  • O motivo da utilização dos nomes das irmãs do secretário na negociação;
  • A origem e finalidade dos pagamentos realizados;
  • A existência de avaliações técnicas e pareceres jurídicos;
  • A legalidade da operação;
  • E se houve tentativa de ocultar a participação direta de pessoas ligadas ao governo municipal.

O caso amplia ainda mais a pressão sobre a gestão do prefeito Jones Braga, que até o momento segue sem apresentar esclarecimentos oficiais detalhados sobre a negociação.

Silêncio da gestão aumenta repercussão

Até o fechamento desta matéria, nem o prefeito Jones Braga, nem o secretário Heraldo Goulart, tampouco as pessoas citadas na documentação haviam se pronunciado oficialmente sobre as informações levantadas pela reportagem.

O espaço segue aberto para manifestações dos envolvidos.

Enquanto isso, o blog continua investigando os bastidores dessa negociação que já é considerada um dos assuntos mais comentados da política local nos últimos dias.

“ESCOLA DO ATRASO”: OBRA DE QUASE R$ 2 MILHÕES EM NINA RODRIGUES SE ARRASTA, GANHA ADITIVO E LEVANTA SUSPEITAS

O que era para ser símbolo de avanço na educação municipal acabou se transformando em alvo de críticas, revolta popular e fortes questionamentos em Nina Rodrigues. A ampliação da Escola Maria Quaresma, obra avaliada em quase R$ 2 milhões, segue inacabada mesmo após o vencimento do prazo inicial prometido pela gestão municipal.

Anunciada com grande publicidade pela Prefeitura de Nina Rodrigues, a obra tinha previsão de entrega em apenas seis meses — prazo estampado no outdoor instalado em frente ao canteiro da construção. Porém, a realidade encontrada hoje pela população é completamente diferente do discurso oficial.

Sem concluir os serviços dentro do período previsto, o prefeito Jones Braga assinou um termo de aditivo contratual prorrogando a obra por mais seis meses, aumentando ainda mais a desconfiança da população sobre a condução do projeto milionário.

Nos bastidores políticos do município, o assunto já ganhou outro tom. Isso porque a empresa responsável pela execução da obra, a Construtora Pinheiro, é frequentemente associada ao grupo político do ex-prefeito Rodrigues da Iara, figura ainda influente no cenário político local. A ligação tem alimentado questionamentos sobre os critérios adotados na execução e fiscalização do contrato.

Moradores denunciam que a obra avança em ritmo lento, enquanto estudantes, pais e professores continuam aguardando uma estrutura que foi apresentada como prioridade para a educação municipal.

A situação levanta perguntas que até agora seguem sem respostas objetivas:

  • Como uma obra de quase R$ 2 milhões não conseguiu cumprir o prazo inicialmente anunciado?
  • O que motivou o novo aditivo contratual?
  • Houve falha no planejamento da execução?
  • Existem problemas na fiscalização da obra?
  • E principalmente: quais garantias a população possui de que o novo prazo será realmente cumprido?

Enquanto o tempo passa, o sentimento entre muitos moradores é de frustração e abandono. Para parte da população, a obra da Escola Maria Quaresma começa a se transformar em mais um exemplo de promessa política que ficou apenas no discurso.

O caso também reacende o debate sobre a necessidade de maior transparência nos contratos públicos milionários firmados pela administração municipal, principalmente quando envolvem empresas ligadas a grupos políticos influentes da cidade.

Até o momento, a Prefeitura de Nina Rodrigues não apresentou explicações detalhadas sobre os motivos do atraso nem esclareceu quais medidas serão adotadas para garantir a conclusão definitiva da obra.

Enquanto isso, os aditivos aumentam, os prazos se estendem e a educação segue esperando.