VISITA DE JUÍZA AGRÁRIA GERA REVOLTA EM ÁREA OCUPADA DE PRESIDENTE VARGAS E LEVANTA CRÍTICAS SOBRE ABUSO DE AUTORIDADE.

A visita da juíza agrária Luzia Madeiro Nepomucena a uma área ocupada por trabalhadores rurais no município de Presidente Vargas tem gerado forte repercussão e críticas entre moradores da comunidade Vila Ana.
A presença da magistrada ocorreu na manhã de ontem, dia 12, e, segundo relatos de trabalhadores que vivem na área, foi marcada por momentos de tensão e acusações de intimidação.
De acordo com moradores, a visita teria como finalidade verificar a existência de famílias vivendo na área em disputa agrária, já que o processo tramita no âmbito do Tribunal de Justiça do Maranhão. No entanto, lavradores que residem e trabalham no local afirmam que a postura adotada pela magistrada foi considerada arbitrária e intimidatória.
Segundo os trabalhadores, em vez de apenas observar a realidade da comunidade e coletar informações sobre a ocupação da terra — que, conforme os próprios moradores, já dura há vários anos — a juíza teria adotado um tom de pressão contra os lavradores, o que foi interpretado por muitos como tentativa de coação.
A situação causou indignação entre os moradores da Vila Ana, que afirmam ter se sentido ameaçados diante da postura da autoridade judicial. Para eles, o papel da magistrada naquele momento deveria ser apenas o de verificar a situação da área e ouvir os trabalhadores que vivem no local, muitos dos quais dependem da terra para garantir o sustento de suas famílias.
A visita também reacende críticas envolvendo a atuação da juíza, que já foi alvo de denúncias públicas em outras ocasiões, inclusive relacionadas a acusações de racismo. Diante desse histórico, lideranças comunitárias e moradores avaliam que a condução da visita levanta questionamentos sobre a forma como conflitos agrários estão sendo tratados.
VEJAM
https://cptnacional.org.br/2025/11/18/nota-de-repudio-a-juiza-agraria-da-comarca-de-sao-luis-ma-por-atos-racistas-contra-comunidades-quilombolas/
Enquanto o processo segue em tramitação no Tribunal de Justiça do Maranhão, os trabalhadores da comunidade afirmam esperar que qualquer decisão leve em consideração a realidade social das famílias que vivem e produzem na área há anos. Para eles, mais do que disputas judiciais, está em jogo o direito à moradia e ao trabalho no campo.
Até o momento, não houve manifestação oficial por parte da magistrada Luzia Madeiro Nepomucena ou do Tribunal de Justiça sobre as críticas feitas pelos moradores da comunidade. O espaço permanece aberto para eventuais esclarecimentos
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SUSPEITOS DE CRIMES GRAVES SÃO PRESOS EM PRESIDENTE VARGAS; POPULAÇÃO ESPERA QUE JUSTIÇA MANTENHA ACUSADOS PRESOS

Uma operação da Polícia Civil do Maranhão resultou, na tarde desta quinta-feira, na prisão de dois homens suspeitos de envolvimento em diversos crimes no município de Presidente Vargas.
Um dos detidos é apontado como integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV) e é conhecido pelo apelido de “Gabriel do Maconhão”. Ele foi capturado por equipe de captura da 2ª Delegacia Regional de Itapecuru-Mirim, após denúncias de que estaria praticando assaltos na cidade.
Durante a abordagem, os policiais encontraram com o suspeito uma motocicleta com registro de roubo, além de simulacros de arma de fogo, que, segundo as investigações, eram utilizados para intimidar vítimas durante os crimes.
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De acordo com informações da polícia, Gabriel já havia sido preso no mês de janeiro deste ano, juntamente com outros integrantes da mesma facção criminosa. Na ocasião, houve confronto com as forças de segurança e um dos membros do grupo acabou sendo baleado e morreu após dar entrada em uma unidade hospitalar. Gabriel também foi preso naquele momento, mas acabou sendo colocado em liberdade após passar por audiência de custódia.
Contra ele pesam diversas denúncias registradas na delegacia, envolvendo crimes como roubos, assaltos, agressões, tentativas de homicídio, tráfico de drogas e intimidação de moradores.
Moradores relatam ainda que o suspeito vinha aterrorizando a população do bairro Vila Jandiá, onde tentava impor domínio e controle sobre a área, ameaçando moradores e criando um clima constante de medo entre as famílias da região.
Mandado por estupro de vulnerável
Na mesma operação, os policiais também deram cumprimento a um mandado de prisão pelo crime de estupro de vulnerável contra outro homem conhecido pelo apelido de “Broila”, considerado um velho conhecido das autoridades policiais.
Expectativa da população
Após as prisões, os dois suspeitos foram conduzidos à delegacia, onde permanecem à disposição da Justiça e deverão passar por audiência de custódia.
Diante da gravidade das acusações e do histórico criminal atribuído aos suspeitos, a expectativa da população é que o Judiciário mantenha os dois presos, garantindo maior sensação de segurança à comunidade.
Moradores ressaltam que o trabalho da Polícia Civil tem sido fundamental para retirar criminosos das ruas, mas afirmam que é importante que as decisões judiciais acompanhem esse esforço, evitando que indivíduos considerados de alta periculosidade retornem rapidamente ao convívio social.
“A polícia prende, investiga e tira de circulação, mas quando há soltura rápida nas audiências de custódia, o sentimento de insegurança volta a tomar conta da população”, relatou um morador da região.
A Polícia Civil segue investigando o caso e não descarta o envolvimento dos suspeitos em outros crimes registrados em Presidente Vargas e cidades vizinhas.
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FORAGIDO DE ALTA PERICULOSIDADE É CAPTURADO EM OPERAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL EM VARGEM GRANDE

Uma operação da Polícia Civil do Estado do Maranhão resultou na prisão em flagrante de um foragido da Justiça considerado de altíssima periculosidade, na tarde desta quinta-feira (12), no município de Vargem Grande.
A ação foi realizada por policiais da Delegacia de Polícia Civil da cidade, sob coordenação do delegado Tiago Castro, que deram cumprimento a mandado de prisão preventiva e mandado de busca e apreensão domiciliar contra o nacional de iniciais B.A.S., conhecido pelas alcunhas “El Patron” ou “Boladão”.
Suspeito tentou esconder arma durante a operação
De acordo com as autoridades, a prisão ocorreu em uma residência localizada nas imediações do Conjunto Santa Maria, em Vargem Grande. Durante o cumprimento do mandado judicial, o investigado ainda tentou se desfazer de uma arma de fogo do tipo pistola calibre .380.
A movimentação suspeita foi percebida pelos policiais civis, que conseguiram localizar e apreender a arma, reforçando ainda mais os indícios de envolvimento do suspeito com atividades criminosas.
Envolvimento em homicídios e facção criminosa
Segundo a Polícia Civil, “El Patron” é apontado como integrante de uma facção criminosa de atuação nacional e investigado por participação em diversos crimes graves registrados na cidade.
Entre os casos atribuídos ao suspeito está o homicídio que vitimou Fredson dos Santos Pereira, ocorrido em 28 de novembro de 2025, durante um evento festivo em um bar localizado no bairro Cerâmica.
Outro crime investigado é o assassinato de Marcos Augusto Garret Viana, ocorrido em 30 de dezembro de 2024, nas imediações da Rua da Estrela. Na ocasião, o suspeito teria agido em conjunto com um comparsa conhecido como “Menor Ruan”, efetuando diversos disparos de arma de fogo contra a vítima, que morreu ainda no local.
Prisão anterior por tráfico de drogas
Além das investigações por homicídio, o suspeito também já havia sido preso por tráfico de drogas. No dia 1º de março de 2025, ele foi detido em flagrante durante uma operação conjunta das polícias Civil e Militar em uma residência no bairro São Miguel, também em Vargem Grande.
Na ocasião, foram encontradas 110 porções de substância semelhante à maconha, já embaladas e prontas para comercialização.
Mesmo respondendo a processos por homicídio e tráfico, o investigado estava em liberdade provisória, submetido a medidas cautelares impostas pela Justiça, como:
uso de tornozeleira eletrônica
proibição de frequentar bares
recolhimento domiciliar no período noturno
Encaminhado ao sistema prisional
Após a nova prisão, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Vargem Grande para os procedimentos legais. Posteriormente, ele será encaminhado ao sistema prisional do Estado do Maranhão, onde permanecerá à disposição da Justiça criminal.
A Polícia Civil destacou que a operação reforça o compromisso das forças de segurança no combate à criminalidade e na retirada de indivíduos perigosos de circulação, garantindo mais tranquilidade à população.
FONTES/BLOGDAMUCAMBO & DPCVG

INVESTIGAÇÃO DO DUPLO HOMICÍDIO EM VARGEM GRANDE: MISTÉRIO E IMPUNIDADE.

VÍTIMAS
Na noite de segunda-feira (09), a tranquilidade de Vargem Grande foi quebrada por um crime bárbaro que chocou a comunidade. Dois homens, identificados como Jeferson Evangelista Santos Ferreira, de 23 anos, e Matheus Henrique Vasconcelos Santos, de 25 anos, foram brutalmente assassinados no povoado Caldeirões, em um caso que ainda levanta muitas perguntas e poucas respostas.

O Crime: Sequestro e Execução
De acordo com a Polícia Militar, a noite fatídica começou com a captura das vítimas. Elas foram mantidas em cárcere privado por quatro indivíduos não identificados dentro de uma residência. O que chama atenção é o método utilizado pelos criminosos: utilizando os celulares das vítimas, os sequestradores enviaram mensagens para os parentes de Jeferson e Matheus, pedindo que se dirigissem até o local.
Ao chegarem à residência, os familiares das vítimas se depararam com a cena de horror. Jeferson e Matheus foram surpreendidos e mortos com vários disparos de arma de fogo. O crime foi rápido e a fuga dos assassinos foi igualmente apressada, deixando os moradores trancados dentro da casa.
Os Indícios: O Mistério das Células e a Falta de Provas
Durante a investigação inicial, a Polícia Militar encontrou 21 cápsulas deflagradas de pistola calibre 380 no local. O número de disparos e a precisão com que o crime foi cometido indicam que os assassinos sabiam exatamente o que estavam fazendo.
No entanto, apesar da diligência da polícia na busca pelos suspeitos, nenhum suspeito foi encontrado. A Polícia Militar, mesmo com a apuração no local, não conseguiu apresentar nenhuma pista concreta sobre os responsáveis, deixando a população de Vargem Grande atônita e em busca de respostas.
A Repercussão: Indignação e Incerteza
O duplo homicídio de Jeferson e Matheus não é apenas um caso de violência comum. A maneira fria e calculista como o crime foi planejado, com o uso dos celulares das vítimas para atrair os familiares ao local, levanta questões sobre a motivação por trás do ato. Seria vingança? Ou um acerto de contas envolvendo algo maior? A falta de informações claras por parte das autoridades faz com que os moradores da cidade e os familiares das vítimas fiquem cada vez mais frustrados.
Além disso, o fato de o crime ter ocorrido em uma área rural de Vargem Grande, onde a segurança é muitas vezes limitada, só aumenta a sensação de impunidade e de desamparo. A comunidade aguarda por uma resposta da Polícia Civil, que agora é responsável pelas investigações do caso. O que se espera é que a motivação e a autoria do crime sejam esclarecidas, e que os responsáveis sejam identificados e punidos.
O Papel da Polícia Civil: O Desafio da Investigação
Agora sob a responsabilidade da Polícia Civil, a investigação do duplo homicídio enfrenta o desafio de desmantelar o que parece ser um crime premeditado, executado por pessoas que sabiam exatamente como agir para evitar pistas. Embora a Polícia Militar tenha sido rápida em atender à ocorrência, a falta de evidências concretas dificulta a elucidação do caso.
A Polícia Civil terá que trabalhar intensamente para reunir provas adicionais que possam levar à identificação dos autores. Isso inclui analisar os celulares das vítimas, rastrear mensagens enviadas e buscar qualquer conexão entre as vítimas e os suspeitos. As autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre possíveis suspeitos ou se há algum vínculo entre o crime e outros incidentes na região.
O Clamor por Justiça
Vargem Grande, uma cidade geralmente tranquila, agora vive em um clima de tensão. O clamor por justiça ecoa nas ruas, nas redes sociais e nas famílias que perderam entes queridos de maneira tão brutal. É fundamental que as investigações avancem e que a população receba respostas que possam trazer algum alívio para a dor das vítimas e de seus familiares.
O caso de Jeferson e Matheus não pode ser esquecido. A sociedade precisa de um esclarecimento completo sobre o que aconteceu naquela noite e, mais importante, a população precisa saber quem são os responsáveis por mais esse crime que mancha a história da cidade. A polícia precisa agir rápido e com eficácia, para que a justiça seja feita e para que a sensação de impunidade que paira sobre Vargem Grande seja finalmente rompida.
Até que novas informações sejam reveladas, a comunidade continuará aguardando, com esperança, que os responsáveis pelo duplo homicídio sejam identificados e levados à justiça.
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IRREGULARIDADES NO SETOR PÚBLICO: SECRETÁRIA ADJUNTA DE EDUCAÇÃO DE NINA RODRIGUES ENVOLVIDA EM ESCÂNDALO DE ACUMULAÇÃO DE CARGOS E FARRA DO FUNDEB EM VARGEM GRANDE.

Nos últimos meses, um novo escândalo tem se desenrolado nas esferas da educação pública em Nina Rodrigues e Vargem Grande, envolvendo Aleusa Godinho, ex-secretária adjunta da Secretaria de Educação de Nina Rodrigues e atualmente assessora especial do município. O caso, que pode ser apenas a ponta do iceberg, chama a atenção para possíveis irregularidades e práticas ilícitas, que podem ter desviado recursos públicos e comprometido a qualidade da educação na região.
A Farra do Fundeb
Um dos pontos mais críticos deste escândalo é o envolvimento de Aleusa Godinho na chamada “farra do Fundeb”, em Vargem Grande, município vizinho a Nina Rodrigues. De acordo com informações, ela recebeu dois pagamentos distintos provenientes do rateio do Fundeb, um no valor de R$ 7.912,44 e outro no valor de R$ 8.608,33, em um momento em que ocupava um cargo público em Nina Rodrigues, mas sem exercer suas funções efetivas.
É importante ressaltar que o Fundeb, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, é um recurso vital para a manutenção e o aprimoramento da educação pública. Contudo, os pagamentos recebidos de maneira questionável por Aleusa Godinho levantam sérias dúvidas sobre a legalidade e a transparência no uso desses recursos. O prefeito de Vargem Grande, preto, ao tomar conhecimento dessa situação, optou por afastar Aleusa de seu cargo de secretária adjunta de educação. Porém, a justificativa dada foi que ela estava acumulando funções em outro setor da administração pública, tornando a questão ainda mais nebulosa.
A Acumulação de Cargos
Uma das maiores irregularidades apontadas contra Aleusa Godinho é a acumulação indevida de cargos públicos. Apesar de tomar posse como professora de ensino infantil no final de 2024, ela nunca exerceu suas funções efetivas no município. Durante o ano de 2025, Aleusa ocupou o cargo de secretária adjunta de educação em NinaRodrigues, sem que sua presença ou trabalho fossem percebidos pela comunidade escolar, professores e alunos. Isso levanta a suspeita de que Aleusa estava ocupando o cargo apenas de forma nominal, sem cumprir as responsabilidades exigidas pela função.
Além disso, Aleusa também é lotada como professora no município de Vargem Grande, e sob a matrícula nº 00895446-00 tambem na zona rural de Nina Rodrigues e nunca trabalhou.
No entanto, ao ser questionada por professores e alunos, ninguém na comunidade escolar tem conhecimento de que ela tenha exercido efetivamente a função de professora em algum momento. Esse acúmulo de cargos, sem que houvesse prestação de serviços reais, contraria a legislação que proíbe essa prática e deveria ter sido analisado durante o estágio probatório. O fato de Aleusa não ter cumprido o tempo necessário de serviço efetivo levanta a necessidade urgente de sua exoneração do cargo.
A População Exige Explicações
Diante de tantas irregularidades e dúvidas sobre o uso de recursos públicos, a população de Nina Rodrigues e Vargem Grande está clamando por explicações. O fato de Aleusa Godinho ter assumido cargos de alta responsabilidade e, até agora, não ter cumprido suas obrigações, além de ter sido beneficiada de forma indevida com recursos do Fundeb, levanta sérias questões sobre a transparência e a ética na administração pública local.
A acusação é clara: Aleusa Godinho não cumpriu o estágio probatório obrigatório e, portanto, deveria ser imediatamente exonerada de seu cargo de assessora especial. Não bastasse isso, a população e os servidores públicos locais exigem que o processo envolvendo a farra do Fundeb e a acumulação de cargos seja investigado com rigor.
A Urgência de uma Investigação
Esse caso deve ser tratado com a seriedade que a situação exige. O Ministério Público e a Controladoria Geral do Município devem investigar a fundo as acusações de irregularidades, desde a má utilização dos recursos do Fundeb até as práticas de acúmulo de cargos e falta de cumprimento das responsabilidades públicas.
A verdade precisa vir à tona, e é essencial que as autoridades competentes tomem medidas imediatas para corrigir essas falhas no sistema e garantir que os recursos públicos sejam destinados exclusivamente para o benefício da população e, principalmente, dos alunos que dependem de uma educação pública de qualidade.
O escândalo envolvendo Aleusa Godinho é apenas um reflexo das possíveis falhas estruturais e da falta de fiscalização na gestão pública dos municípios de Nina Rodrigues e Vargem Grande. A população clama por transparência, responsabilidade e a exonerção imediata de todos os envolvidos, para que a confiança nos serviços públicos seja restaurada.

“JUSTIÇA FEITA: POLÍCIA ELIMINA AMEAÇA E PRENDE ASSASSINO COVARDE QUE TIROU A VIDA DE MULHER EM VARGEM GRANDE”

Assassino e vítima.
Em uma operação bem-sucedida da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Civil de Vargem Grande, o criminoso responsável pela morte brutal de Aurilene da Conceição, de 38 anos, foi finalmente tirado de circulação.
O homem, identificado como Diego Sousa de Oliveira, de 35 anos, foi preso enquanto viajava em um ônibus que fazia o trajeto São Paulo–São Luís, na cidade de Porangatu, em Goiás.
A prisão ocorre após meses de investigação e trabalho incansável das autoridades, que garantiram a prisão do acusado de feminicídio.
A vítima, que foi espancada de forma cruel no povoado Santo Antônio dos Póvoas, na zona rural de Vargem Grande, não resistiu aos ferimentos graves que sofreu no crânio.
Apesar de ter sido transferida para o Hospital Socorrão I, em São Luís, ela faleceu em 29 de maio do ano passado, deixando um vazio irreparável na vida de seus entes queridos.
A ação de Diego Sousa de Oliveira, um homem covarde que tirou a vida de uma mulher, choca pela brutalidade e pela violência desnecessária.
A Polícia Civil de Vargem Grande, sob a liderança do delegado Tiago Castro, fez um trabalho exemplar, reunindo todas as evidências e realizando as investigações necessárias para a captura do criminoso. O pedido de prisão foi rapidamente atendido pelo judiciário, que fez jus à seriedade da situação e à importância de dar uma resposta à sociedade.
Graças à ação eficiente da Polícia Rodoviária Federal, que localizou o acusado enquanto ele viajava, e ao empenho da Polícia Civil, que construiu um inquérito sólido, esse homem covarde foi finalmente retirado de circulação. Sua prisão é uma vitória não apenas para o sistema de justiça, mas para todas as mulheres que lutam contra a violência e buscam um mundo mais seguro.
Esse caso, que começou com uma tragédia, agora serve como um exemplo de como a determinação das autoridades pode garantir que a justiça seja feita e que criminosos sejam punidos. Aurilene da Conceição, embora tragicamente perdida, não será esquecida. Sua memória e a justiça por sua morte agora têm um significado muito maior.
Parabéns à Polícia Civil e à Polícia Rodoviária Federal pelo trabalho incansável na busca pela justiça e na proteção de todos nós.
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TJMA RESTABELECE AUTORIDADE DA CAMARA DE SÃO LUÍS E SUSPENDE ORDEM QUE TRAVA A PAUTA LEGISLATIVA

Em decisão proferida em regime de plantão, o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) deferiu parcialmente o efeito suspensivo no Agravo de Instrumento interposto pela Câmara Municipal de São Luís e suspendeu o trecho da liminar que determinava a paralisação da tramitação e votação de qualquer outra proposição legislativa, restabelecendo a autonomia do Parlamento municipal para organizar sua própria pauta.

O recurso foi interposto contra decisão da Vara de Interesses Difusos e Coletivos que, acolhendo pedido do Município de São Luís, autorizou a aplicação provisória de dispositivos do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 2026), determinou a implantação imediata do reajuste do magistério, impôs prazo para votação do orçamento e ainda fixou multa diária pessoal ao presidente da Câmara.

A Câmara de Vereadores sustentou que a medida representava ingerência indevida em matéria interna corporis e afronta à autonomia do Poder Legislativo.

A decisão, proferida pela desembargadora Graça Soares Amorim, reconhece que a determinação de “congelar” toda a agenda legislativa extrapola os limites constitucionalmente admissíveis de intervenção do Judiciário, por interferir em matéria interna do Poder Legislativo e substituir a deliberação política do Parlamento por ordem judicial.

Conforme a decisão, o TJMA suspende a ordem que obrigava a Câmara a “parar tudo” e travar a tramitação de qualquer outro projeto até votar orçamento e PPA.

Isso restaura a autonomia legislativa para a Câmara organizar sua própria pauta, sem intervenção judicial sobre a agenda interna.

Também proíbe a edição de novos atos normativos suplementares que ampliem despesas/criem obrigações financeiras a partir desta decisão, declarando nulos os atos posteriores até que o PLOA seja votado.

A desembargadora registra que a separação dos poderes exige deferência institucional e que há limites para interferência judicial no processo legislativo. Aponta, também, como excessiva a ordem de “congelar” toda a pauta, por invadir a autonomia interna do Legislativo.

A decisão reduz a multa diária ao presidente da Câmara para R$ 5 mil, limitada à prerrogativa de pautar as matérias orçamentárias, e sugere que o presidente do Legislativo municipal e o prefeito de São Luís façam uma reunião institucional no prazo de 48 horas, com o objetivo de superar o impasse e garantir que direitos fundamentais da população não fiquem reféns de disputas políticas.

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“FAKE NEWS, PERSEGUIÇÃO POLÍTICA E A DEFESA DE THALYSON BERG: A VERDADE POR TRÁS DO PEDIDO DE CASSAÇÃO”

O vereador Thalyson Berg desafia as acusações infundadas de falsidade ideológica e revela o verdadeiro alvo da perseguição política que ameaça sua imagem e seu mandato.

Na primeira sessão de 2026 da Câmara Municipal, o vereador Thalyson Berg fez um pronunciamento contundente e cheio de provas, desmascarando as fake news que circularam em blogs aliados ao prefeito municipal e até mesmo entre servidores públicos. A acusação de falsidade ideológica, que gerou um pedido de cassação infundado contra o parlamentar, foi refutada de forma clara e detalhada. A denúncia apontava um suposto erro na atualização de CPF, mas o vereador apresentou documentos que mostram que o erro foi cometido pela gestão anterior, do ex-prefeito Rodrigues da Iara.
A Perseguição Política:
Desde que se negou a se juntar à base aliada do prefeito Jones Braga, Thalyson Berg passou a ser alvo de ataques e fake news. Blogs que são próximos ao prefeito começaram a espalhar informações falsas, acusando o vereador de crimes que ele não cometeu. Uma das acusações centrais envolvia a atualização de CPF de terceiros, associando erroneamente o parlamentar a um ato de falsidade ideológica.
Argumentos Usados no Pedido de Cassação:
O pedido de cassação, como se esperava, foi baseado nas informações distorcidas que circulavam na cidade. A acusação de falsidade ideológica surgiu da interpretação equivocada de um erro simples de digitação no termo de vacância, um erro feito pela equipe do ex-prefeito Rodrigues da Iara. Porém, os responsáveis pelas fake news tentaram distorcer essa falha técnica para criar uma narrativa de crime. Sem apresentar provas materiais, a acusação foi encaminhada à Casa Legislativa, visando, na prática, silenciar o vereador.
A Defesa do Vereador:
Em sua fala na tribuna, Thalyson Berg não apenas desmentiu as acusações, mas também apresentou provas concretas que mostraram que o documento questionado foi emitido por uma gestão anterior, e que o erro se tratava de um mero equívoco de digitação. Com firmeza, o vereador deixou claro que não havia cometido qualquer irregularidade e reafirmou seu compromisso com a verdade, dizendo: “Sei quem está por trás dessa perseguição, mas vou me defender com a força da verdade e dentro da legalidade.”
Além disso, Thalyson anunciou que tomará medidas legais contra todos aqueles que espalharam as fake news. Ele revelou que está amparado legalmente e que todos os envolvidos na disseminação de informações falsas contra sua honra serão processados judicialmente.
A Política do Silenciamento:
Em sua fala, o vereador apontou três formas históricas de tentar silenciar um parlamentar:
Comprando o parlamentar com dinheiro (falharam).
Abrindo processos de cassação infundados, sem provas concretas (já falharam).
 .Thalyson Berg se posiciona de forma firme, dizendo que a soberania do voto popular é mais forte do que qualquer tentativa de manipulação política.
Documentação Que Prova a Defesa do Vereador:
O vereador também apresentou a documentação oficial que comprova sua versão dos fatos. A chave para desmascarar a acusação de falsidade ideológica está no erro de digitação no termo de vacância, um erro cometido pela gestão anterior. Essa documentação está disponível para o público e será importante para esclarecer a situação.

Local para Vídeo da Tribuna:
O vídeo de sua defesa na tribuna da Câmara Municipal pode ser acessado diretamente no site da Câmara Municipal ou no canal oficial do YouTube da Câmara Municipal. O vídeo é uma peça fundamental para mostrar a transparência e a coragem do vereador em enfrentar a perseguição política. Link para acesso:
A acusação infundada de falsidade ideológica contra Thalyson Berg não tem fundamento e é mais uma demonstração de como a política pode ser utilizada de forma indevida para atingir aqueles que se opõem a um poder centralizado. O vereador se mantém firme, amparado pela verdade e pela legalidade, e promete continuar fiscalizando as irregularidades do município, sem ceder à pressão política.
Chamado à Ação:
A população precisa acompanhar de perto esse caso e exigir que as instâncias legais e a Câmara Municipal tratem o pedido de cassação com a seriedade que ele merece. A liberdade de expressão e a honra de um parlamentar não devem ser colocadas em risco por manobras políticas e fake news.

ESCÂNDALO!PEDIDO DE CASSAÇÃO DO VEREADOR TOTÔ EXPÕE SUPOSTO ESQUEMA DE FAVORECIMENTO E USO IRREGULAR DE RECURSOS PÚBLICOS EM NINA RODRIGUES

Denúncia aponta pagamentos à esposa do parlamentar sem prestação efetiva de serviços; vereador nega vínculos, mas documentos contradizem versão

               CASAL VEREADOR E ESPOSA
Um pedido formal de cassação de mandato por quebra de decoro parlamentar foi protocolado contra o vereador Totô, no município de Nina Rodrigues, trazendo à tona suspeitas de uso irregular de recursos públicos, omissão no dever de fiscalização e possível favorecimento envolvendo a esposa do parlamentar, Francinalda.
A denúncia, atualmente sob análise da Câmara Municipal, aponta que Francinalda teria recebido valores mensais da Prefeitura de Nina Rodrigues desde fevereiro de 2025, no valor de R$ 3.000,00, sem comprovação de prestação efetiva de serviços compatíveis com a carga horária contratada.
Segundo os documentos apresentados, Francinalda mantém vínculo como servidora do Estado, atuando no IEMA – Polo Chapadinha, em regime integral de 40 horas semanais, além de exercer atividade profissional na FAP – Faculdade do Baixo Parnaíba, também localizada no município de Chapadinha, igualmente com carga horária de 40 horas semanais. Soma-se a isso o fato de ser de notório conhecimento público que sua residência fixa e seus laços profissionais sempre estiveram concentrados em Chapadinha, o que levanta questionamentos sobre a viabilidade física do cumprimento de uma jornada semanal de 40 horas em Nina Rodrigues.
AUSÊNCIA DE PORTARIA E SUCESSÃO DE CARGOS
Outro ponto central da denúncia é a ausência de publicação de portaria de nomeação durante parte significativa do período em que Francinalda teria recebido recursos públicos. Conforme relatado, ela permaneceu vinculada ao município sem ato formal publicado desde fevereiro de 2025 até dezembro do mesmo ano.
Em 12 de janeiro de 2026, Francinalda foi exonerada do cargo de Assessora Especial e, no mesmo dia, nomeada para o cargo de Secretária Adjunta de Educação, o que, segundo os denunciantes, reforça a suspeita de irregularidade e falta de transparência nos atos administrativos.
Os fatos narrados também abrangem períodos anteriores, entre fevereiro de 2023 e outubro de 2024, indicando, segundo os autores do pedido, uma possível continuidade de práticas incompatíveis com os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade que regem a administração pública.
PREFEITO É CITADO NA DENÚNCIA
               PREFEITO TIO JONES BRAGA
A denúncia também menciona o prefeito Jones Braga, apontando que ele teria ciência dos vínculos profissionais de Francinalda com o Estado e com instituição privada de ensino em Chapadinha e, ainda assim, autorizado os pagamentos com recursos do município de Nina Rodrigues. Há a suspeita de que verbas públicas tenham sido utilizadas, de forma indireta, para custear atividades desempenhadas fora do município, inclusive em instituição ligada a familiares.
VEREADOR NEGA ACUSAÇÕES EM VÍDEO NA TRIBUNA DA CÂMARA MUNICIPAL
Após tomar conhecimento do pedido de cassação de seu mandato, o vereador Totô se manifestou publicamente na tribuna da Câmara Municipal de Nina Rodrigues. Durante sua fala, ele afirmou que as acusações de favorecimento e irregularidades eram “mentirosas” e negaram qualquer vínculo familiar com a Prefeitura de Nina Rodrigues. Em sua defesa, Totô declarou que não tem parente vinculado aos quadros da administração municipal, desqualificando, assim, as alegações feitas no pedido de cassação.
📹 VÍDEO — DEFESA DO VEREADOR TOTÔ NA TRIBUNA DA CÂMARA MUNICIPAL
DOCUMENTOS CONTRADIZEM VERSÃO APRESENTADA
Contudo, a versão apresentada pelo vereador foi contradita pela documentação que acompanha o pedido de cassação, a qual inclui registros funcionais, comprovantes de vínculo e de pagamentos realizados à esposa do parlamentar pela Prefeitura de Nina Rodrigues. Os documentos apresentados são claros quanto à existência dos vínculos, o que coloca em dúvida a versão do vereador de que não possui qualquer vínculo familiar com a gestão municipal.
🔗 ACESSE AQUI TODA A DOCUMENTAÇÃO QUE EMBASA A DENÚNCIA
https://drive.google.com/file/d/1KF6EBrhWPjDSvosDj2l2JR5AtZOJqmve/view?usp=drive_link
Os denunciantes afirmam que a declaração do vereador, ao negar a existência de parentes vinculados à Prefeitura, agrava a situação, pois indicaria uma tentativa de induzir a população ao erro, ignorando as provas documentais que sustentam a acusação.
ENCAMINHAMENTO AO MINISTÉRIO PÚBLICO
Diante da gravidade das alegações, o pedido solicita que a Câmara Municipal receba a denúncia com imparcialidade política e remeta os autos ao Ministério Público, para apuração das responsabilidades administrativas, civis e penais. Os denunciantes ressaltam que, caso o caso seja judicializado, eventual votação política no Legislativo não afastará a responsabilização jurídica dos envolvidos.
Até o momento, não há decisão definitiva. Os fatos seguem no campo das alegações, que deverão ser apuradas pelos órgãos competentes, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

PROMESSAS DE CAMPANHA DE JONES BRAGA: A REALIDADE DA ZONA RURAL DE NINA RODRIGUES.

                       

Nas últimas eleições, o prefeito Jones Braga foi eleito com promessas de mudança e melhorias para toda a população de Nina Rodrigues, especialmente para os moradores da zona rural, que há muito sofrem com a falta de infraestrutura básica. No entanto, ao longo do seu mandato, o que se vê é uma gestão que pouco cumpriu do que foi prometido e, quando se compromete a agir, o faz de maneira improvisada e sem estrutura adequada. Quem paga o preço de tantas falhas? A própria população.
O povoado Cajueíro proximo ao povoado zorra, por exemplo, é um reflexo claro do que está acontecendo na gestão de Jones Braga. No ano passado, o prefeito anunciou com grande alarde a instalação de um poço artesiano para levar água para a comunidade. Porém, o que parecia ser uma solução definitiva acabou se tornando mais um episódio de promessas inacabadas e mal executadas.
VT……
O poço foi perfurado, mas, até o momento, a instalação de uma caixa d’água e a base necessária para o sistema de bombeamento não foram feitas, deixando os moradores à mercê de soluções improvisadas, como a compra de mangueiras para levar a água até as casas. O que era para ser um avanço, transformou-se em um custo adicional para quem já enfrenta tantas dificuldades.
Isso é apenas uma amostra do que tem ocorrido na gestão de Jones Braga. Muitas das promessas de campanha, que prometiam transformar a realidade de Nina Rodrigues, têm sido feitas de maneira superficial, sem o devido planejamento e sem garantir que a estrutura necessária para o funcionamento dos projetos esteja em funcionamento. Em vez de cumprir com o compromisso de melhorar a qualidade de vida das pessoas, o que se vê é a entrega de soluções inacabadas e mal planejadas.
E quem sofre com isso? A população, que é obrigada a lidar com obras incompletas, sistemas que não funcionam como deveriam e, o pior, sem uma perspectiva real de que as coisas vão mudar de verdade. A falta de um planejamento eficiente e de uma execução que atenda às necessidades básicas da comunidade tem gerado desconfiança e frustração entre os moradores, que começaram a perceber que as promessas de campanha de Jones Braga não foram mais do que palavras vazias.
O povo de Nina Rodrigues merece um prefeito que cumpra o que promete, que se preocupe com as reais necessidades da população e que busque soluções viáveis e de qualidade. Promessas de campanha feitas de forma irresponsável e sem um compromisso real com o desenvolvimento local só contribuem para a insatisfação e o desgaste com a política.
O momento é agora: é hora de exigir do prefeito Jones Braga que ele realmente se empenhe para cumprir o que foi prometido e garanta que as obras e melhorias sejam feitas de maneira eficiente, com estrutura e, acima de tudo, com respeito à população que confiou nele.
Se a gestão continuar dessa forma, improvisada e sem planejamento, a cobrança por resultados será cada vez maior, e o preço a ser pago será, sem dúvida, o maior possível: a perda da confiança da população e o abandono de promessas que deveriam ter sido cumpridas há muito tempo.
FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM