TRIBUNAL DE CONTAS CHEGA A NINA RODRIGUES EM MEIO A DENÚNCIAS DE IRREGULARIDADES NA GESTÃO DE JONES BRAGA.

                                                       
Em um cenário de graves acusações que vêm agitando a cidade de Nina Rodrigues, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) desembarcou na cidade para investigar as denúncias que envolvem a gestão do prefeito Jones Braga. As alegações ganham ainda mais peso à medida que repercutem nas redes sociais e em meios de comunicação de alcance regional, causando indignação na população.
                                                       

Dentre as denúncias que geraram maior repercussão, destaca-se a situação da merenda escolar na escola do povoado São Josezinho, onde, em um vídeo gravado pelo vereador Talyson Berg, foi mostrado que a merenda estava sendo armazenada de forma inadequada e insalubre, no banheiro da escola, em cima de um vaso sanitário. As imagens são chocantes e revelam um local totalmente inadequado para o armazenamento de alimentos que devem ser consumidos pelas crianças da localidade.

Outra denúncia grave envolve os garis do município. De acordo com informações de Berg, os trabalhadores da limpeza pública recebem menos de um salário mínimo, contrariando a Constituição Federal. Para piorar a situação, o contrato de prestação de serviços com a empresa PRATIKA LIMPEZA E SERVIÇOS LTDA. foi firmado com a prefeitura no valor de quase 2 milhões de reais, mas as condições de trabalho dos garis são precárias e o pagamento informado nas notas fiscais não condiz com a realidade dos valores que estão sendo realmente pagos a eles. Enquanto o contrato estipula um valor de R$ 4.000,00 mensais, os garis recebem cerca de R$ 600,00, menos da metade do salário mínimo.

Em meio a tamanha repercussão negativa, o prefeito Jones Braga, diante da pressão da opinião pública e da visita do TCE, publicou um decreto no Diário Oficial do Município, datado de 27/11, anunciando a instalação de uma sindicância para apurar a veracidade e a responsabilidade pelo armazenamento inadequado da merenda escolar. No entanto, a veracidade dos fatos já está comprovada pelo vídeo, e a responsabilidade recai diretamente sobre o prefeito e a Secretária de Educação Sâmara Corrêa, por não fornecerem um local adequado para o armazenamento da merenda escolar.

A população de Nina Rodrigues aguarda ansiosa por respostas claras e medidas efetivas. Enquanto isso, muitos questionam se órgãos de controle como o TCE, a CGU e o Ministério Público realizarão auditorias não apenas nas escolas, mas também nas diversas outras irregularidades que, embora evidentes, parecem estar sendo ignoradas. A transparência e a ação dos responsáveis são essenciais para restaurar a confiança da população nas autoridades locais.

A IRRESPONSABILIDADE DA CONSTRUÇÃO EM SOLO CONTAMINADO EM NINA RODRIGUES: UMA FALTA DE DIGNIDADE PARA A POPULAÇÃO.

                                               
Em Nina Rodrigues, a gestão do prefeito Jones Braga está avançando com um projeto de construção de 25 casas habitacionais em uma área que, até recentemente, era um lixão. O projeto, que tem como objetivo atender a demanda por moradia popular, levanta sérias preocupações sobre a segurança e a saúde da população local.
A área onde se pretende construir as casas e o Matadouro Municipal, próxima ao antigo lixão, é um solo contaminado, que ficará assim por décadas. Como é possível garantir a segurança e o bem-estar dos moradores em um lugar marcado pela poluição e pelo descaso? O solo, afetado por anos de deposição de resíduos, permanece contaminado por 20, 30 anos, colocando em risco a saúde daqueles que ali forem viver.
A Falta de Planejamento e Respeito à Vida
Embora a construção de casas populares seja uma iniciativa positiva e necessária para atender à população carente, a escolha deste local específico revela uma grave falha no planejamento. O prefeito Jones Braga, ao optar por essa área, está ignorando os riscos evidentes de construir em solo contaminado. E o pior: está colocando em risco a vida das famílias que mais precisam de um lugar seguro e saudável para morar.
A decisão de construir em um solo contaminado, onde até mesmo o novo lixão está localizado a apenas 200 metros, demonstra uma falta de consideração com a saúde pública e com a dignidade da população. Não é suficiente simplesmente “entregar casas”. É preciso garantir que essas casas sejam construídas em locais adequados, que ofereçam condições de vida mínimas para quem vai habitá-las.
A Questão do Matadouro Municipal
Além das casas, a construção do Matadouro Municipal na mesma área só aumenta as preocupações. A contaminação do solo, somada ao impacto ambiental da atividade do matadouro, poderia resultar em sérios danos à saúde pública. Como permitir que um município construa um matadouro e habitações em um local marcado por resíduos tóxicos? É uma questão de saúde pública e de respeito aos cidadãos.
Alternativas Viáveis para Nina Rodrigues
A cidade de Nina Rodrigues possui diversas outras áreas que podem ser utilizadas para a construção dessas casas e do matadouro, sem comprometer a saúde e o bem-estar da população. Existem terrenos municipais disponíveis que poderiam ser usados para essa finalidade, sem a necessidade de recorrer a uma área contaminada.
É fundamental que a administração pública reveja seus planos e considere alternativas mais adequadas e seguras para as famílias que irão ocupar essas moradias. Construir em áreas apropriadas é garantir uma qualidade de vida digna para todos, sem expô-los a riscos desnecessários.
O Que Esperamos do Prefeito Jones Braga
Esperamos que o prefeito Jones Braga tome consciência da gravidade da situação e busque alternativas mais seguras para a construção dessas moradias. A população de Nina Rodrigues merece mais do que ser apenas beneficiada com moradias populares. Eles merecem um local seguro, saudável e digno para viver, longe de riscos que possam comprometer sua saúde a longo prazo.
A denúncia do vereador Thalyson berg traz à tona a realidade de um projeto falho e irresponsável.
A população deve se mobilizar e exigir que essa decisão seja revista, para que as moradias não sejam construídas em um local impróprio, e que os direitos e a saúde dos cidadãos sejam respeitados. Nina Rodrigues precisa de um futuro melhor, e isso passa por um planejamento responsável e consciente.

UMA VITÓRIA PARA A VIDA: O AUXÍLIO AOS ÓRFÃOS DO FEMINICÍDIO É APROVADO NO MARANHÃO.

                                             
Por:Blogdamucambo.com
Em um dia que ficará marcado na história do Maranhão, a Lei nº 11.723/2022 foi sancionada pelo Governador Carlos Brandão, garantindo um direito vital para crianças que perderam suas mães vítimas de feminicídio. Com a presença emocionada de uma família afetada por essa tragédia, a deputada Daniella, autora da proposta, celebrou mais um passo na luta pela dignidade e proteção das vítimas de violência.
                                             
Uma Lei de Esperança para os Órfãos
A nova legislação assegura que cada criança que perder a mãe para o feminicídio receba um auxílio financeiro no valor de meio salário mínimo por mês, um apoio crucial para que essas crianças possam ter uma vida mais digna e segura, mesmo diante da dor da perda. A proposta foi idealizada por Daniella e construída em colaboração com o Ministério Público do Maranhão.
                                             
A sanção da lei foi celebrada com um evento carregado de emoção, onde a presença de uma família que viveu essa dura realidade teve grande destaque. “Esta lei não é apenas uma conquista para as crianças, mas para todos os maranhenses que acreditam em um futuro mais humano, justo e protetor para as nossas crianças”, afirmou a deputada Daniella.
História de Superação e Esperança
                                             
A família que participou do evento, representando tantas outras vítimas de feminicídio no estado, tornou-se um símbolo de resistência e força. Embora o drama vivido seja devastador, a presença dessa família no evento trouxe à tona a importância do cuidado, da proteção e do apoio institucional para que as vítimas, principalmente as crianças, possam seguir em frente.
RELEMBRE
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HISTÓRIA NARRADA PELO INCANSAVEL REPÓRTER WILLIAM VIEIRA.
“A dor de perder uma mãe de forma tão violenta nunca será superada, mas, ao menos, agora temos uma esperança de que essas crianças terão as condições para reconstruir suas vidas. Essa lei é um passo fundamental para que outras famílias não sofram tanto quanto nós”, relatou a mãe de uma das crianças beneficiadas pela lei, visivelmente emocionada.
A Deputada Daniella e o Compromisso com a Causa
Ao lado da família e do Governador Carlos Brandão, a deputada Daniella ressaltou o significado da lei não apenas para o Maranhão, mas para o país. “Estar ao lado do povo e defender causas que promovem a justiça, o cuidado e o amor, é o que me move. A aprovação dessa lei não é um final, mas um marco importante na nossa luta contra a violência e a favor da proteção das nossas crianças”, declarou Daniella.
O Compromisso do Governo do Maranhão
O Governador Carlos Brandão também se pronunciou, destacando o compromisso de seu governo com políticas públicas que promovem a justiça social. “Este é um passo importante para fortalecer a rede de proteção das crianças e garantir que as vítimas da violência tenham apoio necessário para recomeçar suas vidas. A nossa luta contra o feminicídio e pela dignidade da vida humana continua”, afirmou Brandão.
Impacto Nacional e Significado Histórico
A aprovação da Lei nº 11.723/2022 não se limita ao estado do Maranhão. Essa conquista representa um avanço significativo na luta contra o feminicídio e pela proteção das crianças em todo o Brasil. O exemplo dado pelo Maranhão reflete um esforço conjunto entre sociedade civil, órgãos públicos e instituições, criando uma rede de amparo e solidariedade essencial para a construção de um país mais justo.
Uma Luta que Não Pode Parar
Ao final do evento, a deputada Daniella reforçou que a luta por justiça não termina com a sanção dessa lei. “Essa é uma conquista que devemos celebrar, mas a nossa luta precisa continuar. Precisamos garantir que todas as crianças em situação de risco tenham o apoio e a proteção necessários para crescer em um ambiente seguro e amoroso”, concluiu.

VT…..

A sanção da Lei nº 11.723/2022 marca um novo capítulo na história do Maranhão e é uma vitória para todos os brasileiros que acreditam em um futuro mais humano e justo. A lei não apenas oferece um auxílio financeiro, mas simboliza um compromisso com a vida, a dignidade e o amor.
FONTE/BLOGDAMUCAMBO.COM

BRANDÃO SANCIONA LEI QUE CRIA AUXÍLIO FINANCEIRO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES ÓRFÃOS DO FEMINICÍDIO.

                                                   

“Tenho certeza que onde minha mãe estiver, ela está muito feliz, pois esta iniciativa vai ajudar não só os filhos dela, mas os de muitas outras pessoas”. A fala é de Herlen Ferreira, adolescente que ficou órfã ao perder a mãe em decorrência do feminicídio e, a partir de agora, uma das beneficiadas com a lei sancionada nesta segunda-feira (24) pelo governador Carlos Brandão, que garante pagamento de auxílio de meio salário-mínimo para todos os órfãos até completarem 18 anos, além de todo o apoio necessário para recomeçarem – inclusive, psicológico.
Na mensagem governamental de encaminhamento da matéria à Assembleia, o governador afirmou que a proposição vai suprir as necessidades básicas dos órfãos, decorrentes da perda da mãe e prisão do genitor (na maioria das vezes), em razão do crime de feminicídio, o qual acarreta, muitas vezes, em grave situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Durante a solenidade de sanção da lei, realizada no Salão de Atos do Palácio dos Leões, em São Luís, o governador Carlos Brandão ressaltou que a medida é um gesto de justiça e para garantir dignidade, acolhimento e oportunidade de recomeço a essas famílias.
“Desde o primeiro momento compreendemos que se tratava de uma iniciativa que ultrapassa o campo jurídico e financeiro. É uma resposta humanitária, que reconhece o impacto profundo que o feminicídio causa nas famílias e, especialmente, nas crianças que ficam sem as mães”, declarou.
O chefe do Executivo estadual também aproveitou a oportunidade para fazer um chamamento a todos os poderes constituídos e à sociedade maranhense. “Hoje é também uma oportunidade de debatermos com todos os poderes e a sociedade civil o combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. Somente no primeiro semestre deste ano, a Justiça concedeu 13 mil medidas protetivas. No entanto, dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que 60% das mulheres vítimas de violência ainda têm algum tipo de receio de denunciar seus agressores. Precisamos garantir às mulheres que são agredidas a confiança e segurança necessária para buscarem a ajuda dos órgãos competentes, para quebrarem o ciclo de violência”, pontuou.
*SURGIMENTO DA LEI*
A lei que determina o pagamento mensal de meio salário-mínimo para cada filho de mulher vítima de feminicídio até que completem 18 anos de idade é decorrente do Projeto de Lei (PL) nº 499/2025, de iniciativa do Poder Executivo Estadual, que alterou a Lei nº 11.723/2022, a partir de indicação da deputada Daniella (PSB).
A nova lei estabelece diretrizes para a instituição do programa “Órfãos do Feminicídio: Atenção e Proteção no âmbito do Estado do Maranhão”. O PL foi aprovado por unanimidade pelo plenário da Assembleia Legislativa e sancionado nesta segunda-feira (24) pelo governador Carlos Brandão.
*AÇÕES DE COMBATE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER*
A iniciativa soma-se a outras ações do governo do Maranhão no combate a todas as formas de violência contra a mulher, como as Delegacias da Mulher e as Patrulhas Maria da Penha, além de fortalecer a proteção de crianças que enfrentam as consequências deste tipo de crime.
“Quando assumimos o governo, o Estado tinha nove Patrulhas Maria da Penha. Hoje, são 29. Também tínhamos uma Casa da Mulher Brasileira, em São Luís, e uma Casa da Mulher Maranhense, em Imperatriz. Agora, já são cinco casas da Mulher Maranhense, com previsão de chegarmos a 18. Nosso governo tem feito muitas ações para romper o ciclo de violência doméstica no estado e vai seguir trabalhando firme, em parceria com os demais poderes e a sociedade”, informou Brandão.
A proposta encaminhada pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa se somou à que já havia sido encaminhada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA). “É de fundamental importância que o governo do Maranhão não apenas abrace, como também lidere esta política pública. Agora, as crianças e adolescentes que perderem as mães para o feminicídio, além da ajuda financeira, terão assistência psicológica e social, tendo melhores condições de superarem o trauma e recomeçarem suas vidas”, avaliou o procurador-geral de Justiça, Danilo Castro.
*COMOÇÃO*
A proposta nasceu a partir da comoção pública gerada pela história do pequeno Luís Fernando e seus irmãos. A criança, natural de Pedro do Rosário, a 341 quilômetros de São Luís, fez relato emocionante, que viralizou nas redes sociais e comoveu o Maranhão. A mãe do menino foi morta pelo companheiro a facadas, em fevereiro deste ano.
Nas imagens em que o menino aparece chorando e com a voz embargada, ele desabafa como seria a sua vida caso a mãe, Cirani Lopes Ferreira, ainda estivesse viva. “Se ela tivesse viva, eu não ‘tava’ desse jeito aí… Todo sujo”, diz a criança em um trecho do vídeo.
Luís Fernando e os irmãos estiveram em São Luís a convite do governador Carlos Brandão para participar da solenidade. Eles vieram acompanhados do jornalista e radialista William Vieira, que chamou atenção para o caso em suas redes sociais.
Herlen Ferreira, irmã mais velha de Luís Fernando, falou que, apesar da tristeza de ter perdido a mãe, ficou feliz pela iniciativa do governo do Maranhão, pois ajudará muitas famílias do estado, incluindo a sua. “Esse auxílio vai ajudar a gente bastante, principalmente a comprar alimento. Fico feliz que por causa do vídeo do Luís Fernando a gente está vivendo este momento. Ela [a lei] não vai trazer nossa mãe de volta, mas vai ajudar muitas famílias e muitas crianças”, afirmou.
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LUTO NO REGGAE: MORRE AOS 81 ANOS JIMMY CLIFF, O ÍCONE QUE LEVOU O REGGAE AO MUNDO!

                                                       

O mundo da música perdeu um de seus maiores ícones nesta madrugada. Jimmy Cliff, o lendário cantor e compositor jamaicano, faleceu aos 81 anos, deixando um legado imensurável para a música mundial. Conhecido por popularizar o reggae em níveis globais, Cliff não foi apenas um artista, mas um verdadeiro símbolo de resistência, liberdade e superação.

Com sua voz inconfundível e canções que atravessaram gerações, Jimmy Cliff fez história não apenas com sua música, mas com sua mensagem de esperança e luta. O cantor faleceu após complicações decorrentes de uma convulsão e pneumonia, segundo fontes oficiais. A notícia de sua morte abalou fãs de todas as idades e de todos os cantos do planeta.

O Legado Musical de Jimmy Cliff: Canções que Marcaram Época

Muitas das músicas de Jimmy Cliff ainda ecoam em nossos ouvidos como hinos de força e liberdade. “Many Rivers to Cross”“You Can Get It If You Really Want” e “The Harder They Come” são apenas algumas das faixas que imortalizam seu nome na história do reggae. Suas músicas não eram apenas canções, mas mensagens profundas de resistência contra as dificuldades da vida.

Jimmy Cliff também foi um dos principais responsáveis por levar o reggae a uma audiência mundial, conquistando fãs fora da Jamaica e abrindo portas para outros artistas do gênero. Além de sua carreira musical, ele também se destacou no cinema, especialmente com o filme The Harder They Come, que o colocou no cenário internacional.

A Conexão de Jimmy Cliff com o Brasil: Um Amor Que Transcendeu Fronteiras

A relação de Jimmy Cliff com o Brasil é uma das mais afetivas entre o cantor e seus fãs. Durante sua passagem pelo país, ele não só fez shows inesquecíveis, como também fez de Salvador sua casa por algum tempo, criando laços com a cultura local e a música baiana. A Bahia, com sua mistura de sons e influências, foi o lugar onde ele se sentiu em casa, criando raízes profundas que iriam refletir em sua música.

O Que Fica?

Jimmy Cliff nos deixa, mas sua música e sua mensagem de esperança e resistência continuarão a viver em seus fãs e em sua imensa obra. Ele foi mais do que um artista — foi um visionário que usou sua música para promover a paz, a luta contra a opressão e a crença na capacidade humana de superar qualquer obstáculo. O reggae perde um de seus maiores representantes, mas a chama de sua música jamais se apagará.

Adeus a Jimmy Cliff, mas a sua música viverá para sempre!

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AO DETERMINAR PRISÃO DE BOLSONARO, MORAES CITA ‘VIOLAÇÃO’ DE TORNOZELEIRA E VIGÍLIA CONVOCADA POR FLÁVIO.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro por garantia da ordem pública e, na decisão, diz que não era mais possível manter a domiciliar. Além disso, disse que a tornozeleira eletrônica dele foi violada no início deste sábado. Ele pediu sessão virtual da Primeira Turma do STF para tratar da decisão.

“O Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou a esta Suprema Cortea ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico do réu Jair Messias Bolsonaro, às 0h08min do dia 22/11/2025. A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”, diz a decisão.

O ministro afirma que foram adotados todos as medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar inclusive com monitoramento integral e destacamento de equipes da Polícia Federal e Polícia Penal do Distrito Federal e realização de escoltas policiais para deslocamentos.

“Não se mostrando possível, porém, a manutenção desse aparato para cessar o periculum libertatis do réu”, acrescentou.

Vigília convocada por Flávio

A PF alegou risco para a ordem pública ao pedir a prisão e citou a convocação feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para uma vigília na noite deste sábado no condomínio onde Bolsonaro mora, em Brasília. Para a PF, havia risco de aglomeração, risco para terceiros e o próprio preso.

Moraes afirma que “a eventual realização da suposta ‘vigília’ configura altíssimo risco para a efetividade da prisão domiciliar decretada e põe em risco a ordem pública e a efetividade da lei penal”.

O ministro do STF diz que o vídeo gravado por Flávio Bolsonaro “incita o desrespeito ao texto constitucional, à decisão judicial e às próprias Instituições, demonstrando que não há limites da organização criminosa na tentativa de causar caos social e conflitos no País, em total desrespeito à DEMOCRACIA.

“O tumulto causado pela reunião ilícita de apoiadores do réu condenado tem alta possibilidade de colocar em risco a prisão domiciliar imposta e a efetividade das medidas cautelares, facilitando eventual tentativa de fuga do réu”, afirmou.

Na decisão, Moraes aponta que o vídeo em que Flávio Bolsonaro convoca apoiadores para a vigília tem manifestações que revelam “o caráter beligerante” em relação ao Judiciário e reitera uma narrativa de que a condenação do ex-presidente foi uma “perseguição”.

“Quanto ao ponto, verifica-se que as manifestações do filho do réu no referido vídeo revelam o caráter beligerante em relação ao Poder Judiciário, notadamente o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, em reiteração da narrativa falsa no sentido de que a condenação do réu JAIR MESSIAS BOLSONARO seria consequência de uma “perseguição” e de uma “ditadura” desta SUPREMA CORTE”, disse.

Fuga de aliados

Moraes ainda usou a fuga dos deputados federais Carla Zambelli (PL-SP), que foi para a Itália, e de Alexandre Ramagem (PL-RJ), que foi para os Estados Unidos.

“Não bastassem os gravíssimos indícios da eventual tentativa de fuga do réu Jair Messias Bolsonaro acima mencionados, é importante destacar que o corréu Alexandre Ramagem Rodrigues, a sua aliada política Carla Zambelli, ambos condenados por esta Suprema Corte; e o filho do réu, Eduardo Nates Bolsonaro, denunciado pela Procuradoria-Geral da República no Supremo Tribunal Federal, também se valeram da estratégia de evasão do território nacional, com objetivo de se furtar à aplicação da lei penal”, diz a decisão.

O ministro Alexandre de Moraes também apontou a distância entre a casa do ex-presidente, que fica no Jardim Botânico de Brasília, e a Embaixada dos Estados Unidos. Segundo Moraes, o percurso entre os dois locais, estimado em 13 quilômetros, poderia ser feito em cerca de 15 minutos.

Moraes determinou garantias de que o ex-presidente terá acesso a tratamento médico na prisão. Na decisão, disse que Bolsonaro deverá ser disponibilizado atendimento médico em tempo integral, em regime de plantão.

Sem algemas

No mandato de prisão preventiva, Moraes disse que a prisão deveria ser cumprida no início da manhã deste sábado “observando que a medida deverá ser cumprida com todo o respeito à dignidade do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática”.

Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. A medida não se trata do cumprimento de pena por tentativa de golpe de Estado, mas de uma medida cautelar.

Moraes cita, no mandato de prisão que Bolsonaro foi condenado pelos crimes de liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima, e deterioração de patrimônio tombado.

Trama golpista

No caso da trama golpista, a Primeira Turma da Corte o considerou culpado, por quatro votos a um, pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático, organização criminosa, dano contra o patrimônio da União e deterioração do patrimônio tombado. Os ministros que votaram a favor foram Alexandre de Moraes, o relator do processo, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Apenas o ministro Luiz Fux divergiu.

Além dele, foram condenados como integrantes do núcleo central da trama golpista os ex-ministros Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres; o ex-comandante da Marinha Almir Garnier; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que firmou acordo de delação premiada; e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que teve o processo suspenso pela Câmara até o fim do mandato quanto aos crimes de dano ao patrimônio e deterioração de patrimônio tombado.

O julgamento terminou em setembro, e os advogados recorreram. Após os recursos serem negados, o STF determinou o trânsito em julgado, fase que dá início ao cumprimento da pena.

Os ministros do Supremo que participaram do processo consideram que Bolsonaro foi o líder político e intelectual do grupo que planejou e colocou em prática planos para impedir a posse do presidente Lula.

Defesa de Bolsonaro

Bolsonaro confirma que se reuniu com os comandantes das Forças Armadas para discutir alternativas ao resultado eleitoral de 2022, mas alega que apenas discutiu instrumentos previstos na Constituição, como o estado de defesa ou de sítio.

— Se nós fôssemos prosseguir no estado de sítio ou até mesmo de defesa, as medidas seriam outras. Na ponta da linha é que teriam outras instituições envolvidas. Agora, não tinha clima, não tinha oportunidade e não tínhamos uma base minimamente sólida para se fazer qualquer coisa. E repito, só foi conversado essas outras hipóteses constitucionais tendo em de vista o TSE ter fechado as portas para a gente com aquela multa lá — afirmou Bolsonaro ao STF, em junho, durante seu interrogatório.

Sua defesa alegou ao STF que as conversas não podem ser consideradas crimes e que poderiam ser classificadas, no limite, como “atos preparatórios”, que não podem ser punidos, já que não houve a decretação de nenhuma medida.

Prisão domiciliar

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto, medida relacionada a uma investigação sobre a atuação de seu filho Eduardo Bolsonaro para coagir a Justiça por meio da articulação de sanções pelo governo de Donald Trump contra a economia brasileira e contra autoridades do Supremo Tribunal Federal e do governo federal. Eduardo foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e virou réu no STF.

A prisão domiciliar foi decretada após o descumprimento das medidas cautelares determinadas pela Corte no curso daquele processo, além da alegação, pela Polícia Federal, de risco de fuga.

Inicialmente, em julho, Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro deveria usar tornozeleira eletrônico e estava proibido de usar redes sociais e de sair de casa de noite e nos fins de semana. O ex-presidente também ficou impedido de conversar com Eduardo.

Pouco mais de duas semanas depois, o ministro determinou a prisão domiciliar, alegando que Bolsonaro “ignorou e desrespeitou” as obrigações impostas. A decisão ocorreu após o ex-presidente participar, por telefone, de duas manifestações em apoio à anistia para os envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro. Registros dessas participações foram publicados por seus filhos em redes sociais, o que, para Moraes, foi uma tentativa de burlar a proibição de uso das plataformas.

FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM/JOHN CUTRIM

AO DETERMINAR PRISÃO DE BOLSONARO, MORAES CITA ‘VIOLAÇÃO’ DE TORNOZELEIRA E VIGÍLIA CONVOCADA POR FLÁVIO.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro por garantia da ordem pública e, na decisão, diz que não era mais possível manter a domiciliar. Além disso, disse que a tornozeleira eletrônica dele foi violada no início deste sábado. Ele pediu sessão virtual da Primeira Turma do STF para tratar da decisão.

“O Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou a esta Suprema Cortea ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico do réu Jair Messias Bolsonaro, às 0h08min do dia 22/11/2025. A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”, diz a decisão.

O ministro afirma que foram adotados todos as medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar inclusive com monitoramento integral e destacamento de equipes da Polícia Federal e Polícia Penal do Distrito Federal e realização de escoltas policiais para deslocamentos.

“Não se mostrando possível, porém, a manutenção desse aparato para cessar o periculum libertatis do réu”, acrescentou.

Vigília convocada por Flávio

A PF alegou risco para a ordem pública ao pedir a prisão e citou a convocação feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para uma vigília na noite deste sábado no condomínio onde Bolsonaro mora, em Brasília. Para a PF, havia risco de aglomeração, risco para terceiros e o próprio preso.

Moraes afirma que “a eventual realização da suposta ‘vigília’ configura altíssimo risco para a efetividade da prisão domiciliar decretada e põe em risco a ordem pública e a efetividade da lei penal”.

O ministro do STF diz que o vídeo gravado por Flávio Bolsonaro “incita o desrespeito ao texto constitucional, à decisão judicial e às próprias Instituições, demonstrando que não há limites da organização criminosa na tentativa de causar caos social e conflitos no País, em total desrespeito à DEMOCRACIA.

“O tumulto causado pela reunião ilícita de apoiadores do réu condenado tem alta possibilidade de colocar em risco a prisão domiciliar imposta e a efetividade das medidas cautelares, facilitando eventual tentativa de fuga do réu”, afirmou.

Na decisão, Moraes aponta que o vídeo em que Flávio Bolsonaro convoca apoiadores para a vigília tem manifestações que revelam “o caráter beligerante” em relação ao Judiciário e reitera uma narrativa de que a condenação do ex-presidente foi uma “perseguição”.

“Quanto ao ponto, verifica-se que as manifestações do filho do réu no referido vídeo revelam o caráter beligerante em relação ao Poder Judiciário, notadamente o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, em reiteração da narrativa falsa no sentido de que a condenação do réu JAIR MESSIAS BOLSONARO seria consequência de uma “perseguição” e de uma “ditadura” desta SUPREMA CORTE”, disse.

Fuga de aliados

Moraes ainda usou a fuga dos deputados federais Carla Zambelli (PL-SP), que foi para a Itália, e de Alexandre Ramagem (PL-RJ), que foi para os Estados Unidos.

“Não bastassem os gravíssimos indícios da eventual tentativa de fuga do réu Jair Messias Bolsonaro acima mencionados, é importante destacar que o corréu Alexandre Ramagem Rodrigues, a sua aliada política Carla Zambelli, ambos condenados por esta Suprema Corte; e o filho do réu, Eduardo Nates Bolsonaro, denunciado pela Procuradoria-Geral da República no Supremo Tribunal Federal, também se valeram da estratégia de evasão do território nacional, com objetivo de se furtar à aplicação da lei penal”, diz a decisão.

O ministro Alexandre de Moraes também apontou a distância entre a casa do ex-presidente, que fica no Jardim Botânico de Brasília, e a Embaixada dos Estados Unidos. Segundo Moraes, o percurso entre os dois locais, estimado em 13 quilômetros, poderia ser feito em cerca de 15 minutos.

Moraes determinou garantias de que o ex-presidente terá acesso a tratamento médico na prisão. Na decisão, disse que Bolsonaro deverá ser disponibilizado atendimento médico em tempo integral, em regime de plantão.

Sem algemas

No mandato de prisão preventiva, Moraes disse que a prisão deveria ser cumprida no início da manhã deste sábado “observando que a medida deverá ser cumprida com todo o respeito à dignidade do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática”.

Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. A medida não se trata do cumprimento de pena por tentativa de golpe de Estado, mas de uma medida cautelar.

Moraes cita, no mandato de prisão que Bolsonaro foi condenado pelos crimes de liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima, e deterioração de patrimônio tombado.

Trama golpista

No caso da trama golpista, a Primeira Turma da Corte o considerou culpado, por quatro votos a um, pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático, organização criminosa, dano contra o patrimônio da União e deterioração do patrimônio tombado. Os ministros que votaram a favor foram Alexandre de Moraes, o relator do processo, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Apenas o ministro Luiz Fux divergiu.

Além dele, foram condenados como integrantes do núcleo central da trama golpista os ex-ministros Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres; o ex-comandante da Marinha Almir Garnier; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que firmou acordo de delação premiada; e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que teve o processo suspenso pela Câmara até o fim do mandato quanto aos crimes de dano ao patrimônio e deterioração de patrimônio tombado.

O julgamento terminou em setembro, e os advogados recorreram. Após os recursos serem negados, o STF determinou o trânsito em julgado, fase que dá início ao cumprimento da pena.

Os ministros do Supremo que participaram do processo consideram que Bolsonaro foi o líder político e intelectual do grupo que planejou e colocou em prática planos para impedir a posse do presidente Lula.

Defesa de Bolsonaro

Bolsonaro confirma que se reuniu com os comandantes das Forças Armadas para discutir alternativas ao resultado eleitoral de 2022, mas alega que apenas discutiu instrumentos previstos na Constituição, como o estado de defesa ou de sítio.

— Se nós fôssemos prosseguir no estado de sítio ou até mesmo de defesa, as medidas seriam outras. Na ponta da linha é que teriam outras instituições envolvidas. Agora, não tinha clima, não tinha oportunidade e não tínhamos uma base minimamente sólida para se fazer qualquer coisa. E repito, só foi conversado essas outras hipóteses constitucionais tendo em de vista o TSE ter fechado as portas para a gente com aquela multa lá — afirmou Bolsonaro ao STF, em junho, durante seu interrogatório.

Sua defesa alegou ao STF que as conversas não podem ser consideradas crimes e que poderiam ser classificadas, no limite, como “atos preparatórios”, que não podem ser punidos, já que não houve a decretação de nenhuma medida.

Prisão domiciliar

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto, medida relacionada a uma investigação sobre a atuação de seu filho Eduardo Bolsonaro para coagir a Justiça por meio da articulação de sanções pelo governo de Donald Trump contra a economia brasileira e contra autoridades do Supremo Tribunal Federal e do governo federal. Eduardo foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e virou réu no STF.

A prisão domiciliar foi decretada após o descumprimento das medidas cautelares determinadas pela Corte no curso daquele processo, além da alegação, pela Polícia Federal, de risco de fuga.

Inicialmente, em julho, Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro deveria usar tornozeleira eletrônico e estava proibido de usar redes sociais e de sair de casa de noite e nos fins de semana. O ex-presidente também ficou impedido de conversar com Eduardo.

Pouco mais de duas semanas depois, o ministro determinou a prisão domiciliar, alegando que Bolsonaro “ignorou e desrespeitou” as obrigações impostas. A decisão ocorreu após o ex-presidente participar, por telefone, de duas manifestações em apoio à anistia para os envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro. Registros dessas participações foram publicados por seus filhos em redes sociais, o que, para Moraes, foi uma tentativa de burlar a proibição de uso das plataformas.

FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM & JOHN CUTRIM

“OPERAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR ERRADICA 1,5 TONELADA DE MACONHA NO MARANHÃO: AÇÃO IMPARÁVEL CONTRA O CULTIVO ILEGAL”.

                            Operação.
Na última quinta-feira (20), uma ação coordenada e de grande impacto das forças de segurança do Maranhão resultou na erradicação de uma enorme plantação de maconha em duas localidades: Centro Novo e Centro do Guilherme. Com cerca de 4,5 mil pés da droga, a operação destruiu o que poderia se transformar em aproximadamente 1,5 tonelada de maconha, um golpe significativo no tráfico da região.
A Força da Polícia Militar em Ação
A operação contou com a participação das elite das forças de segurança, incluindo as equipes da ROTAM, CHOQUE, BOPE, Cavalaria, e outras unidades especializadas do Comando de Missões Especiais da Polícia Militar do Maranhão (PMMA). O Centro Tático Aéreo (CTA) também deu suporte aéreo, ampliando o alcance das incursões, que foram realizadas com a missão de erradicar o cultivo ilegal de drogas e evitar o retorno dos criminosos a essas áreas.
Com o objetivo de desmantelar operações ilícitas no Maranhão, a ação integra a Rede Nacional de Operações Ostensivas e Especializadas, uma parceria com o Ministério da Justiça. O trabalho em conjunto visa garantir um impacto profundo nas redes de tráfico de drogas que operam no estado.
Estratégia de Monitoramento e Prevenção
Após a destruição das roças, as equipes de segurança permaneceram na região, intensificando o monitoramento e realizando incursões para garantir que o cultivo de maconha não fosse retomado. A operação permanece em andamento, com previsão de continuar por tempo indeterminado, como parte de uma estratégia contínua para combater o tráfico de drogas na região.
                            Maconha.
Resultados Impactantes: Mais de 4 Toneladas de Drogas Apreendidas em 2025
Até outubro deste ano, as apreensões de drogas pelas forças de segurança do Maranhão já ultrapassaram 4 toneladas, um número impressionante que demonstra a efetividade das operações no combate ao tráfico. Com ações cada vez mais coordenadas e intensas, a polícia está dando um forte recado aos criminosos: o combate ao tráfico de drogas é uma prioridade, e a PMMA não vai ceder terreno.
Desafios e Compromisso com a Segurança
Apesar dos avanços, o combate ao tráfico de drogas continua a ser um grande desafio para as autoridades no Maranhão. O sucesso da operação desta quinta-feira é um reflexo do comprometimento das forças de segurança e da crescente colaboração entre as diferentes esferas do governo. Contudo, a guerra contra o tráfico ainda está longe de terminar, e a PMMA segue firme em seu objetivo de proteger a população e garantir um ambiente mais seguro para todos.
A ação também serve como um alerta para a importância do apoio à segurança pública e das ações de prevenção, que envolvem não apenas a erradicação de plantações, mas também o combate ao tráfico, o monitoramento constante e a educação da comunidade sobre os impactos devastadores das drogas.
Com essa operação, o Maranhão dá mais um passo importante na luta contra o tráfico de drogas, um problema que afeta não só o estado, mas todo o país. A sociedade aguarda ansiosa por mais operações desse tipo, que ajudam a reduzir os danos do tráfico e trazem esperança de dias mais tranquilos para todos.
FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM

ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO/VEREADOR THALYSON BERG DENÚNCIA QUE SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE NINA RODRIGUES ARMAZENOU MATERIAIS ESCOLARES DENTRO DE BANHEIRO

                                                       

                                                                                               VEREADOR  

                                                                   THALYSON BER  A VOZ DO POVO NA CAMERA

A educação pública de Nina Rodrigues voltou a ser alvo de críticas após uma denúncia grave feita pelo vereador Thalyson Berg, que durante uma fiscalização em uma unidade de ensino flagrou materiais escolares essenciais sendo armazenados dentro de um banheiro. O caso levanta questionamentos sobre a gestão da secretária de Educação, Samara Corrêa, e reforça as reclamações sobre a precariedade da infraestrutura das escolas do município.

Segundo o parlamentar, a situação encontrada demonstra “total desrespeito com os alunos, servidores e com o dinheiro público”, já que o banheiro é um ambiente inadequado e insalubre para guardar materiais pedagógicos destinados ao uso diário em sala de aula.

Durante a visita, registrada em vídeo pelo próprio vereador, foi possível observar diversos itens empilhados e guardados no interior do banheiro da escola. Ao ser questionado, o coordenador rural de educação da unidade admitiu que a prática havia sido autorizada por ele, mas não apresentou justificativas plausíveis para a decisão.

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A denúncia reacende críticas já antigas sobre a gestão da Secretaria de Educação. Sob comando de Samara Corrêa, a pasta tem sido alvo de reclamações quanto à desorganização, à falta de fiscalização e à precariedade das condições de trabalho nas escolas. Mesmo com licitações e investimentos significativos anunciados para aquisição de móveis e materiais permanentes, o cenário encontrado pelo vereador mostra que problemas básicos continuam sem solução.

 

                                                       

SECRETARIA DE EDUCAÇÃOPara Thalyson Berg, a situação ultrapassa uma simples falha administrativa. Segundo ele, “é inadmissível que, em pleno século XXI, alunos ainda sejam prejudicados por erros tão básicos de gestão”. O vereador afirmou que medidas precisam ser tomadas imediatamente para garantir que o ambiente escolar ofereça condições adequadas de ensino e segurança.

O caso gerou indignação entre moradores, pais e profissionais da educação, que cobram providências rápidas por parte da Secretaria. A população espera que os materiais sejam organizados corretamente e que a gestão adote práticas adequadas de armazenamento e distribuição dos recursos escolares.

Thalyson Berg informou ainda que encaminhará relatório detalhado da fiscalização aos órgãos competentes, a fim de que sejam tomadas as medidas administrativas e legais necessárias.

A denúncia traz à tona, mais uma vez, a preocupação com o futuro das crianças e adolescentes da cidade. Para o vereador, garantir um ambiente escolar digno deve ser prioridade absoluta. “Nina Rodrigues não pode continuar sendo penalizada por descaso e falta de organização. As crianças merecem respeito”, afirmou.

“OPERAÇÃO CONTRA CRIME ORGANIZADO EM BURITI: POLÍCIA CIVIL DESARTICULA QUADRILHA E APREENDE ARMAS PESADAS, DROGAS E DINHEIRO”

                  Operação em Buriti.
Buriti, MA – A Polícia Civil do Maranhão deu um golpe certeiro no crime organizado em Buriti, região do Baixo Parnaíba, na última sexta-feira (14). Em uma operação que movimentou toda a cidade, sete suspeitos de envolvimento em crimes como homicídios, tráfico de drogas e roubo foram presos. A ação foi um marco na luta contra o avanço de facções criminosas na região, com apreensão de armas de grosso calibre, drogas e uma significativa quantia de dinheiro.
A operação, coordenada pela Delegacia de Buriti, teve como alvo a desarticulação de uma organização criminosa ligada ao tráfico de entorpecentes e homicídios. Três dos presos foram capturados por meio de mandados de prisão preventiva, já outros quatro foram detidos em flagrante por tráfico de drogas, porte ilegal de armas e posse de material bélico de uso restrito. No total, foram retiradas de circulação sete pessoas envolvidas com atividades ilícitas.
APREENSÕES IMPACTANTES
A operação foi além das prisões. Durante as buscas, a polícia apreendeu uma pistola 9mm, uma escopeta calibre 12, munições de ambos os calibres e drogas como maconha, cocaína e crack. Também foram encontrados R$ 7 mil em dinheiro, balança de precisão e outros instrumentos usados para o fracionamento de entorpecentes, além de celulares e um rádio comunicador. Esses itens passarão por análises técnicas para ajudar a desvendar mais detalhes das atividades criminosas.
INVESTIGAÇÕES E COLABORAÇÃO REGIONAL
O trabalho investigativo da Polícia Civil começou com o Inquérito nº 27208/2025, instaurado para apurar o homicídio qualificado de um jovem de 19 anos, ocorrido em outubro. Com base em evidências, os investigadores identificaram os envolvidos no crime e mapeamento dos pontos de apoio utilizados pela organização criminosa. Segundo o delegado Josemar Rocha, a operação foi fundamental para desarticular esse grupo de alta periculosidade.
A operação contou com o apoio de diversas unidades policiais de Buriti, Chapadinha, Caxias, além da Guarda Municipal, Ministério Público e do Poder Judiciário local. A prefeitura de Buriti também contribuiu para o sucesso da ação.
CONTINUIDADE NAS INVESTIGAÇÕES
De acordo com o delegado, as investigações não param por aqui. A polícia continuará trabalhando para identificar outros membros da organização criminosa e impedir que novas facções tomem o controle da região. “O cumprimento das ordens judiciais foi um passo importante, mas nossa missão é seguir firmes no combate a esses criminosos, para garantir a segurança da população de Buriti”, afirmou o delegado Josemar Rocha.
A operação foi um grande avanço na luta contra o tráfico de drogas e a violência em Buriti, mas os desafios continuam. A polícia civil permanece vigilante e determinada a proteger a cidade e suas comunidades dos impactos do crime organizado.
FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM