Autor: Blog Vale do Itapecuru
LUTO NO REGGAE: MORRE AOS 81 ANOS JIMMY CLIFF, O ÍCONE QUE LEVOU O REGGAE AO MUNDO!
O mundo da música perdeu um de seus maiores ícones nesta madrugada. Jimmy Cliff, o lendário cantor e compositor jamaicano, faleceu aos 81 anos, deixando um legado imensurável para a música mundial. Conhecido por popularizar o reggae em níveis globais, Cliff não foi apenas um artista, mas um verdadeiro símbolo de resistência, liberdade e superação.
Com sua voz inconfundível e canções que atravessaram gerações, Jimmy Cliff fez história não apenas com sua música, mas com sua mensagem de esperança e luta. O cantor faleceu após complicações decorrentes de uma convulsão e pneumonia, segundo fontes oficiais. A notícia de sua morte abalou fãs de todas as idades e de todos os cantos do planeta.
O Legado Musical de Jimmy Cliff: Canções que Marcaram Época
Muitas das músicas de Jimmy Cliff ainda ecoam em nossos ouvidos como hinos de força e liberdade. “Many Rivers to Cross”, “You Can Get It If You Really Want” e “The Harder They Come” são apenas algumas das faixas que imortalizam seu nome na história do reggae. Suas músicas não eram apenas canções, mas mensagens profundas de resistência contra as dificuldades da vida.
Jimmy Cliff também foi um dos principais responsáveis por levar o reggae a uma audiência mundial, conquistando fãs fora da Jamaica e abrindo portas para outros artistas do gênero. Além de sua carreira musical, ele também se destacou no cinema, especialmente com o filme The Harder They Come, que o colocou no cenário internacional.
A Conexão de Jimmy Cliff com o Brasil: Um Amor Que Transcendeu Fronteiras
A relação de Jimmy Cliff com o Brasil é uma das mais afetivas entre o cantor e seus fãs. Durante sua passagem pelo país, ele não só fez shows inesquecíveis, como também fez de Salvador sua casa por algum tempo, criando laços com a cultura local e a música baiana. A Bahia, com sua mistura de sons e influências, foi o lugar onde ele se sentiu em casa, criando raízes profundas que iriam refletir em sua música.
O Que Fica?
Jimmy Cliff nos deixa, mas sua música e sua mensagem de esperança e resistência continuarão a viver em seus fãs e em sua imensa obra. Ele foi mais do que um artista — foi um visionário que usou sua música para promover a paz, a luta contra a opressão e a crença na capacidade humana de superar qualquer obstáculo. O reggae perde um de seus maiores representantes, mas a chama de sua música jamais se apagará.
Adeus a Jimmy Cliff, mas a sua música viverá para sempre!
FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM
AO DETERMINAR PRISÃO DE BOLSONARO, MORAES CITA ‘VIOLAÇÃO’ DE TORNOZELEIRA E VIGÍLIA CONVOCADA POR FLÁVIO.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro por garantia da ordem pública e, na decisão, diz que não era mais possível manter a domiciliar. Além disso, disse que a tornozeleira eletrônica dele foi violada no início deste sábado. Ele pediu sessão virtual da Primeira Turma do STF para tratar da decisão.
“O Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou a esta Suprema Cortea ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico do réu Jair Messias Bolsonaro, às 0h08min do dia 22/11/2025. A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”, diz a decisão.
O ministro afirma que foram adotados todos as medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar inclusive com monitoramento integral e destacamento de equipes da Polícia Federal e Polícia Penal do Distrito Federal e realização de escoltas policiais para deslocamentos.
“Não se mostrando possível, porém, a manutenção desse aparato para cessar o periculum libertatis do réu”, acrescentou.
Vigília convocada por Flávio
A PF alegou risco para a ordem pública ao pedir a prisão e citou a convocação feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para uma vigília na noite deste sábado no condomínio onde Bolsonaro mora, em Brasília. Para a PF, havia risco de aglomeração, risco para terceiros e o próprio preso.
Moraes afirma que “a eventual realização da suposta ‘vigília’ configura altíssimo risco para a efetividade da prisão domiciliar decretada e põe em risco a ordem pública e a efetividade da lei penal”.
O ministro do STF diz que o vídeo gravado por Flávio Bolsonaro “incita o desrespeito ao texto constitucional, à decisão judicial e às próprias Instituições, demonstrando que não há limites da organização criminosa na tentativa de causar caos social e conflitos no País, em total desrespeito à DEMOCRACIA.
“O tumulto causado pela reunião ilícita de apoiadores do réu condenado tem alta possibilidade de colocar em risco a prisão domiciliar imposta e a efetividade das medidas cautelares, facilitando eventual tentativa de fuga do réu”, afirmou.
Na decisão, Moraes aponta que o vídeo em que Flávio Bolsonaro convoca apoiadores para a vigília tem manifestações que revelam “o caráter beligerante” em relação ao Judiciário e reitera uma narrativa de que a condenação do ex-presidente foi uma “perseguição”.
“Quanto ao ponto, verifica-se que as manifestações do filho do réu no referido vídeo revelam o caráter beligerante em relação ao Poder Judiciário, notadamente o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, em reiteração da narrativa falsa no sentido de que a condenação do réu JAIR MESSIAS BOLSONARO seria consequência de uma “perseguição” e de uma “ditadura” desta SUPREMA CORTE”, disse.
Fuga de aliados
Moraes ainda usou a fuga dos deputados federais Carla Zambelli (PL-SP), que foi para a Itália, e de Alexandre Ramagem (PL-RJ), que foi para os Estados Unidos.
“Não bastassem os gravíssimos indícios da eventual tentativa de fuga do réu Jair Messias Bolsonaro acima mencionados, é importante destacar que o corréu Alexandre Ramagem Rodrigues, a sua aliada política Carla Zambelli, ambos condenados por esta Suprema Corte; e o filho do réu, Eduardo Nates Bolsonaro, denunciado pela Procuradoria-Geral da República no Supremo Tribunal Federal, também se valeram da estratégia de evasão do território nacional, com objetivo de se furtar à aplicação da lei penal”, diz a decisão.
O ministro Alexandre de Moraes também apontou a distância entre a casa do ex-presidente, que fica no Jardim Botânico de Brasília, e a Embaixada dos Estados Unidos. Segundo Moraes, o percurso entre os dois locais, estimado em 13 quilômetros, poderia ser feito em cerca de 15 minutos.
Moraes determinou garantias de que o ex-presidente terá acesso a tratamento médico na prisão. Na decisão, disse que Bolsonaro deverá ser disponibilizado atendimento médico em tempo integral, em regime de plantão.
Sem algemas
No mandato de prisão preventiva, Moraes disse que a prisão deveria ser cumprida no início da manhã deste sábado “observando que a medida deverá ser cumprida com todo o respeito à dignidade do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática”.
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. A medida não se trata do cumprimento de pena por tentativa de golpe de Estado, mas de uma medida cautelar.
Moraes cita, no mandato de prisão que Bolsonaro foi condenado pelos crimes de liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima, e deterioração de patrimônio tombado.
Trama golpista
No caso da trama golpista, a Primeira Turma da Corte o considerou culpado, por quatro votos a um, pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático, organização criminosa, dano contra o patrimônio da União e deterioração do patrimônio tombado. Os ministros que votaram a favor foram Alexandre de Moraes, o relator do processo, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Apenas o ministro Luiz Fux divergiu.
Além dele, foram condenados como integrantes do núcleo central da trama golpista os ex-ministros Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres; o ex-comandante da Marinha Almir Garnier; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que firmou acordo de delação premiada; e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que teve o processo suspenso pela Câmara até o fim do mandato quanto aos crimes de dano ao patrimônio e deterioração de patrimônio tombado.
O julgamento terminou em setembro, e os advogados recorreram. Após os recursos serem negados, o STF determinou o trânsito em julgado, fase que dá início ao cumprimento da pena.
Os ministros do Supremo que participaram do processo consideram que Bolsonaro foi o líder político e intelectual do grupo que planejou e colocou em prática planos para impedir a posse do presidente Lula.
Defesa de Bolsonaro
Bolsonaro confirma que se reuniu com os comandantes das Forças Armadas para discutir alternativas ao resultado eleitoral de 2022, mas alega que apenas discutiu instrumentos previstos na Constituição, como o estado de defesa ou de sítio.
— Se nós fôssemos prosseguir no estado de sítio ou até mesmo de defesa, as medidas seriam outras. Na ponta da linha é que teriam outras instituições envolvidas. Agora, não tinha clima, não tinha oportunidade e não tínhamos uma base minimamente sólida para se fazer qualquer coisa. E repito, só foi conversado essas outras hipóteses constitucionais tendo em de vista o TSE ter fechado as portas para a gente com aquela multa lá — afirmou Bolsonaro ao STF, em junho, durante seu interrogatório.
Sua defesa alegou ao STF que as conversas não podem ser consideradas crimes e que poderiam ser classificadas, no limite, como “atos preparatórios”, que não podem ser punidos, já que não houve a decretação de nenhuma medida.
Prisão domiciliar
Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto, medida relacionada a uma investigação sobre a atuação de seu filho Eduardo Bolsonaro para coagir a Justiça por meio da articulação de sanções pelo governo de Donald Trump contra a economia brasileira e contra autoridades do Supremo Tribunal Federal e do governo federal. Eduardo foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e virou réu no STF.
A prisão domiciliar foi decretada após o descumprimento das medidas cautelares determinadas pela Corte no curso daquele processo, além da alegação, pela Polícia Federal, de risco de fuga.
Inicialmente, em julho, Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro deveria usar tornozeleira eletrônico e estava proibido de usar redes sociais e de sair de casa de noite e nos fins de semana. O ex-presidente também ficou impedido de conversar com Eduardo.
Pouco mais de duas semanas depois, o ministro determinou a prisão domiciliar, alegando que Bolsonaro “ignorou e desrespeitou” as obrigações impostas. A decisão ocorreu após o ex-presidente participar, por telefone, de duas manifestações em apoio à anistia para os envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro. Registros dessas participações foram publicados por seus filhos em redes sociais, o que, para Moraes, foi uma tentativa de burlar a proibição de uso das plataformas.
FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM/JOHN CUTRIM
AO DETERMINAR PRISÃO DE BOLSONARO, MORAES CITA ‘VIOLAÇÃO’ DE TORNOZELEIRA E VIGÍLIA CONVOCADA POR FLÁVIO.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro por garantia da ordem pública e, na decisão, diz que não era mais possível manter a domiciliar. Além disso, disse que a tornozeleira eletrônica dele foi violada no início deste sábado. Ele pediu sessão virtual da Primeira Turma do STF para tratar da decisão.
“O Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou a esta Suprema Cortea ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico do réu Jair Messias Bolsonaro, às 0h08min do dia 22/11/2025. A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”, diz a decisão.
O ministro afirma que foram adotados todos as medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar inclusive com monitoramento integral e destacamento de equipes da Polícia Federal e Polícia Penal do Distrito Federal e realização de escoltas policiais para deslocamentos.
“Não se mostrando possível, porém, a manutenção desse aparato para cessar o periculum libertatis do réu”, acrescentou.
Vigília convocada por Flávio
A PF alegou risco para a ordem pública ao pedir a prisão e citou a convocação feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para uma vigília na noite deste sábado no condomínio onde Bolsonaro mora, em Brasília. Para a PF, havia risco de aglomeração, risco para terceiros e o próprio preso.
Moraes afirma que “a eventual realização da suposta ‘vigília’ configura altíssimo risco para a efetividade da prisão domiciliar decretada e põe em risco a ordem pública e a efetividade da lei penal”.
O ministro do STF diz que o vídeo gravado por Flávio Bolsonaro “incita o desrespeito ao texto constitucional, à decisão judicial e às próprias Instituições, demonstrando que não há limites da organização criminosa na tentativa de causar caos social e conflitos no País, em total desrespeito à DEMOCRACIA.
“O tumulto causado pela reunião ilícita de apoiadores do réu condenado tem alta possibilidade de colocar em risco a prisão domiciliar imposta e a efetividade das medidas cautelares, facilitando eventual tentativa de fuga do réu”, afirmou.
Na decisão, Moraes aponta que o vídeo em que Flávio Bolsonaro convoca apoiadores para a vigília tem manifestações que revelam “o caráter beligerante” em relação ao Judiciário e reitera uma narrativa de que a condenação do ex-presidente foi uma “perseguição”.
“Quanto ao ponto, verifica-se que as manifestações do filho do réu no referido vídeo revelam o caráter beligerante em relação ao Poder Judiciário, notadamente o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, em reiteração da narrativa falsa no sentido de que a condenação do réu JAIR MESSIAS BOLSONARO seria consequência de uma “perseguição” e de uma “ditadura” desta SUPREMA CORTE”, disse.
Fuga de aliados
Moraes ainda usou a fuga dos deputados federais Carla Zambelli (PL-SP), que foi para a Itália, e de Alexandre Ramagem (PL-RJ), que foi para os Estados Unidos.
“Não bastassem os gravíssimos indícios da eventual tentativa de fuga do réu Jair Messias Bolsonaro acima mencionados, é importante destacar que o corréu Alexandre Ramagem Rodrigues, a sua aliada política Carla Zambelli, ambos condenados por esta Suprema Corte; e o filho do réu, Eduardo Nates Bolsonaro, denunciado pela Procuradoria-Geral da República no Supremo Tribunal Federal, também se valeram da estratégia de evasão do território nacional, com objetivo de se furtar à aplicação da lei penal”, diz a decisão.
O ministro Alexandre de Moraes também apontou a distância entre a casa do ex-presidente, que fica no Jardim Botânico de Brasília, e a Embaixada dos Estados Unidos. Segundo Moraes, o percurso entre os dois locais, estimado em 13 quilômetros, poderia ser feito em cerca de 15 minutos.
Moraes determinou garantias de que o ex-presidente terá acesso a tratamento médico na prisão. Na decisão, disse que Bolsonaro deverá ser disponibilizado atendimento médico em tempo integral, em regime de plantão.
Sem algemas
No mandato de prisão preventiva, Moraes disse que a prisão deveria ser cumprida no início da manhã deste sábado “observando que a medida deverá ser cumprida com todo o respeito à dignidade do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática”.
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. A medida não se trata do cumprimento de pena por tentativa de golpe de Estado, mas de uma medida cautelar.
Moraes cita, no mandato de prisão que Bolsonaro foi condenado pelos crimes de liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima, e deterioração de patrimônio tombado.
Trama golpista
No caso da trama golpista, a Primeira Turma da Corte o considerou culpado, por quatro votos a um, pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático, organização criminosa, dano contra o patrimônio da União e deterioração do patrimônio tombado. Os ministros que votaram a favor foram Alexandre de Moraes, o relator do processo, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Apenas o ministro Luiz Fux divergiu.
Além dele, foram condenados como integrantes do núcleo central da trama golpista os ex-ministros Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres; o ex-comandante da Marinha Almir Garnier; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que firmou acordo de delação premiada; e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que teve o processo suspenso pela Câmara até o fim do mandato quanto aos crimes de dano ao patrimônio e deterioração de patrimônio tombado.
O julgamento terminou em setembro, e os advogados recorreram. Após os recursos serem negados, o STF determinou o trânsito em julgado, fase que dá início ao cumprimento da pena.
Os ministros do Supremo que participaram do processo consideram que Bolsonaro foi o líder político e intelectual do grupo que planejou e colocou em prática planos para impedir a posse do presidente Lula.
Defesa de Bolsonaro
Bolsonaro confirma que se reuniu com os comandantes das Forças Armadas para discutir alternativas ao resultado eleitoral de 2022, mas alega que apenas discutiu instrumentos previstos na Constituição, como o estado de defesa ou de sítio.
— Se nós fôssemos prosseguir no estado de sítio ou até mesmo de defesa, as medidas seriam outras. Na ponta da linha é que teriam outras instituições envolvidas. Agora, não tinha clima, não tinha oportunidade e não tínhamos uma base minimamente sólida para se fazer qualquer coisa. E repito, só foi conversado essas outras hipóteses constitucionais tendo em de vista o TSE ter fechado as portas para a gente com aquela multa lá — afirmou Bolsonaro ao STF, em junho, durante seu interrogatório.
Sua defesa alegou ao STF que as conversas não podem ser consideradas crimes e que poderiam ser classificadas, no limite, como “atos preparatórios”, que não podem ser punidos, já que não houve a decretação de nenhuma medida.
Prisão domiciliar
Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto, medida relacionada a uma investigação sobre a atuação de seu filho Eduardo Bolsonaro para coagir a Justiça por meio da articulação de sanções pelo governo de Donald Trump contra a economia brasileira e contra autoridades do Supremo Tribunal Federal e do governo federal. Eduardo foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e virou réu no STF.
A prisão domiciliar foi decretada após o descumprimento das medidas cautelares determinadas pela Corte no curso daquele processo, além da alegação, pela Polícia Federal, de risco de fuga.
Inicialmente, em julho, Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro deveria usar tornozeleira eletrônico e estava proibido de usar redes sociais e de sair de casa de noite e nos fins de semana. O ex-presidente também ficou impedido de conversar com Eduardo.
Pouco mais de duas semanas depois, o ministro determinou a prisão domiciliar, alegando que Bolsonaro “ignorou e desrespeitou” as obrigações impostas. A decisão ocorreu após o ex-presidente participar, por telefone, de duas manifestações em apoio à anistia para os envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro. Registros dessas participações foram publicados por seus filhos em redes sociais, o que, para Moraes, foi uma tentativa de burlar a proibição de uso das plataformas.
FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM & JOHN CUTRIM
“OPERAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR ERRADICA 1,5 TONELADA DE MACONHA NO MARANHÃO: AÇÃO IMPARÁVEL CONTRA O CULTIVO ILEGAL”.
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| Operação. |
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| Maconha. |
ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO/VEREADOR THALYSON BERG DENÚNCIA QUE SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE NINA RODRIGUES ARMAZENOU MATERIAIS ESCOLARES DENTRO DE BANHEIRO
VEREADOR
THALYSON BER A VOZ DO POVO NA CAMERA
A educação pública de Nina Rodrigues voltou a ser alvo de críticas após uma denúncia grave feita pelo vereador Thalyson Berg, que durante uma fiscalização em uma unidade de ensino flagrou materiais escolares essenciais sendo armazenados dentro de um banheiro. O caso levanta questionamentos sobre a gestão da secretária de Educação, Samara Corrêa, e reforça as reclamações sobre a precariedade da infraestrutura das escolas do município.
Segundo o parlamentar, a situação encontrada demonstra “total desrespeito com os alunos, servidores e com o dinheiro público”, já que o banheiro é um ambiente inadequado e insalubre para guardar materiais pedagógicos destinados ao uso diário em sala de aula.
Durante a visita, registrada em vídeo pelo próprio vereador, foi possível observar diversos itens empilhados e guardados no interior do banheiro da escola. Ao ser questionado, o coordenador rural de educação da unidade admitiu que a prática havia sido autorizada por ele, mas não apresentou justificativas plausíveis para a decisão.
VT…..
A denúncia reacende críticas já antigas sobre a gestão da Secretaria de Educação. Sob comando de Samara Corrêa, a pasta tem sido alvo de reclamações quanto à desorganização, à falta de fiscalização e à precariedade das condições de trabalho nas escolas. Mesmo com licitações e investimentos significativos anunciados para aquisição de móveis e materiais permanentes, o cenário encontrado pelo vereador mostra que problemas básicos continuam sem solução.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃOPara Thalyson Berg, a situação ultrapassa uma simples falha administrativa. Segundo ele, “é inadmissível que, em pleno século XXI, alunos ainda sejam prejudicados por erros tão básicos de gestão”. O vereador afirmou que medidas precisam ser tomadas imediatamente para garantir que o ambiente escolar ofereça condições adequadas de ensino e segurança.
O caso gerou indignação entre moradores, pais e profissionais da educação, que cobram providências rápidas por parte da Secretaria. A população espera que os materiais sejam organizados corretamente e que a gestão adote práticas adequadas de armazenamento e distribuição dos recursos escolares.
Thalyson Berg informou ainda que encaminhará relatório detalhado da fiscalização aos órgãos competentes, a fim de que sejam tomadas as medidas administrativas e legais necessárias.
A denúncia traz à tona, mais uma vez, a preocupação com o futuro das crianças e adolescentes da cidade. Para o vereador, garantir um ambiente escolar digno deve ser prioridade absoluta. “Nina Rodrigues não pode continuar sendo penalizada por descaso e falta de organização. As crianças merecem respeito”, afirmou.
“OPERAÇÃO CONTRA CRIME ORGANIZADO EM BURITI: POLÍCIA CIVIL DESARTICULA QUADRILHA E APREENDE ARMAS PESADAS, DROGAS E DINHEIRO”
ITAPECURU-MIRIM RECEBE VISITA HISTÓRICA DO COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO MARANHÃO.
ESCÂNDALO DE EXTORSÃO E HOMICÍDIO: FILHA PLANEJA MATAR PAI PARA OBTER HERANÇA E RIQUEZAS.
ALÔ MINISTÉRIO PÚBLICO DENÚNCIA GRAVE: 11 ESCOLAS DE TAIPAS SÃO ENCONTRADAS VARGEM GRANDE EM PLENO SÉCULO XXI: A REALIDADE DA EDUCAÇÃO NO MARANHÃO




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