BRANDÃO SANCIONA LEI QUE CRIA AUXÍLIO FINANCEIRO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES ÓRFÃOS DO FEMINICÍDIO.

                                                   

“Tenho certeza que onde minha mãe estiver, ela está muito feliz, pois esta iniciativa vai ajudar não só os filhos dela, mas os de muitas outras pessoas”. A fala é de Herlen Ferreira, adolescente que ficou órfã ao perder a mãe em decorrência do feminicídio e, a partir de agora, uma das beneficiadas com a lei sancionada nesta segunda-feira (24) pelo governador Carlos Brandão, que garante pagamento de auxílio de meio salário-mínimo para todos os órfãos até completarem 18 anos, além de todo o apoio necessário para recomeçarem – inclusive, psicológico.
Na mensagem governamental de encaminhamento da matéria à Assembleia, o governador afirmou que a proposição vai suprir as necessidades básicas dos órfãos, decorrentes da perda da mãe e prisão do genitor (na maioria das vezes), em razão do crime de feminicídio, o qual acarreta, muitas vezes, em grave situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Durante a solenidade de sanção da lei, realizada no Salão de Atos do Palácio dos Leões, em São Luís, o governador Carlos Brandão ressaltou que a medida é um gesto de justiça e para garantir dignidade, acolhimento e oportunidade de recomeço a essas famílias.
“Desde o primeiro momento compreendemos que se tratava de uma iniciativa que ultrapassa o campo jurídico e financeiro. É uma resposta humanitária, que reconhece o impacto profundo que o feminicídio causa nas famílias e, especialmente, nas crianças que ficam sem as mães”, declarou.
O chefe do Executivo estadual também aproveitou a oportunidade para fazer um chamamento a todos os poderes constituídos e à sociedade maranhense. “Hoje é também uma oportunidade de debatermos com todos os poderes e a sociedade civil o combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. Somente no primeiro semestre deste ano, a Justiça concedeu 13 mil medidas protetivas. No entanto, dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que 60% das mulheres vítimas de violência ainda têm algum tipo de receio de denunciar seus agressores. Precisamos garantir às mulheres que são agredidas a confiança e segurança necessária para buscarem a ajuda dos órgãos competentes, para quebrarem o ciclo de violência”, pontuou.
*SURGIMENTO DA LEI*
A lei que determina o pagamento mensal de meio salário-mínimo para cada filho de mulher vítima de feminicídio até que completem 18 anos de idade é decorrente do Projeto de Lei (PL) nº 499/2025, de iniciativa do Poder Executivo Estadual, que alterou a Lei nº 11.723/2022, a partir de indicação da deputada Daniella (PSB).
A nova lei estabelece diretrizes para a instituição do programa “Órfãos do Feminicídio: Atenção e Proteção no âmbito do Estado do Maranhão”. O PL foi aprovado por unanimidade pelo plenário da Assembleia Legislativa e sancionado nesta segunda-feira (24) pelo governador Carlos Brandão.
*AÇÕES DE COMBATE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER*
A iniciativa soma-se a outras ações do governo do Maranhão no combate a todas as formas de violência contra a mulher, como as Delegacias da Mulher e as Patrulhas Maria da Penha, além de fortalecer a proteção de crianças que enfrentam as consequências deste tipo de crime.
“Quando assumimos o governo, o Estado tinha nove Patrulhas Maria da Penha. Hoje, são 29. Também tínhamos uma Casa da Mulher Brasileira, em São Luís, e uma Casa da Mulher Maranhense, em Imperatriz. Agora, já são cinco casas da Mulher Maranhense, com previsão de chegarmos a 18. Nosso governo tem feito muitas ações para romper o ciclo de violência doméstica no estado e vai seguir trabalhando firme, em parceria com os demais poderes e a sociedade”, informou Brandão.
A proposta encaminhada pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa se somou à que já havia sido encaminhada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA). “É de fundamental importância que o governo do Maranhão não apenas abrace, como também lidere esta política pública. Agora, as crianças e adolescentes que perderem as mães para o feminicídio, além da ajuda financeira, terão assistência psicológica e social, tendo melhores condições de superarem o trauma e recomeçarem suas vidas”, avaliou o procurador-geral de Justiça, Danilo Castro.
*COMOÇÃO*
A proposta nasceu a partir da comoção pública gerada pela história do pequeno Luís Fernando e seus irmãos. A criança, natural de Pedro do Rosário, a 341 quilômetros de São Luís, fez relato emocionante, que viralizou nas redes sociais e comoveu o Maranhão. A mãe do menino foi morta pelo companheiro a facadas, em fevereiro deste ano.
Nas imagens em que o menino aparece chorando e com a voz embargada, ele desabafa como seria a sua vida caso a mãe, Cirani Lopes Ferreira, ainda estivesse viva. “Se ela tivesse viva, eu não ‘tava’ desse jeito aí… Todo sujo”, diz a criança em um trecho do vídeo.
Luís Fernando e os irmãos estiveram em São Luís a convite do governador Carlos Brandão para participar da solenidade. Eles vieram acompanhados do jornalista e radialista William Vieira, que chamou atenção para o caso em suas redes sociais.
Herlen Ferreira, irmã mais velha de Luís Fernando, falou que, apesar da tristeza de ter perdido a mãe, ficou feliz pela iniciativa do governo do Maranhão, pois ajudará muitas famílias do estado, incluindo a sua. “Esse auxílio vai ajudar a gente bastante, principalmente a comprar alimento. Fico feliz que por causa do vídeo do Luís Fernando a gente está vivendo este momento. Ela [a lei] não vai trazer nossa mãe de volta, mas vai ajudar muitas famílias e muitas crianças”, afirmou.
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LUTO NO REGGAE: MORRE AOS 81 ANOS JIMMY CLIFF, O ÍCONE QUE LEVOU O REGGAE AO MUNDO!

                                                       

O mundo da música perdeu um de seus maiores ícones nesta madrugada. Jimmy Cliff, o lendário cantor e compositor jamaicano, faleceu aos 81 anos, deixando um legado imensurável para a música mundial. Conhecido por popularizar o reggae em níveis globais, Cliff não foi apenas um artista, mas um verdadeiro símbolo de resistência, liberdade e superação.

Com sua voz inconfundível e canções que atravessaram gerações, Jimmy Cliff fez história não apenas com sua música, mas com sua mensagem de esperança e luta. O cantor faleceu após complicações decorrentes de uma convulsão e pneumonia, segundo fontes oficiais. A notícia de sua morte abalou fãs de todas as idades e de todos os cantos do planeta.

O Legado Musical de Jimmy Cliff: Canções que Marcaram Época

Muitas das músicas de Jimmy Cliff ainda ecoam em nossos ouvidos como hinos de força e liberdade. “Many Rivers to Cross”“You Can Get It If You Really Want” e “The Harder They Come” são apenas algumas das faixas que imortalizam seu nome na história do reggae. Suas músicas não eram apenas canções, mas mensagens profundas de resistência contra as dificuldades da vida.

Jimmy Cliff também foi um dos principais responsáveis por levar o reggae a uma audiência mundial, conquistando fãs fora da Jamaica e abrindo portas para outros artistas do gênero. Além de sua carreira musical, ele também se destacou no cinema, especialmente com o filme The Harder They Come, que o colocou no cenário internacional.

A Conexão de Jimmy Cliff com o Brasil: Um Amor Que Transcendeu Fronteiras

A relação de Jimmy Cliff com o Brasil é uma das mais afetivas entre o cantor e seus fãs. Durante sua passagem pelo país, ele não só fez shows inesquecíveis, como também fez de Salvador sua casa por algum tempo, criando laços com a cultura local e a música baiana. A Bahia, com sua mistura de sons e influências, foi o lugar onde ele se sentiu em casa, criando raízes profundas que iriam refletir em sua música.

O Que Fica?

Jimmy Cliff nos deixa, mas sua música e sua mensagem de esperança e resistência continuarão a viver em seus fãs e em sua imensa obra. Ele foi mais do que um artista — foi um visionário que usou sua música para promover a paz, a luta contra a opressão e a crença na capacidade humana de superar qualquer obstáculo. O reggae perde um de seus maiores representantes, mas a chama de sua música jamais se apagará.

Adeus a Jimmy Cliff, mas a sua música viverá para sempre!

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AO DETERMINAR PRISÃO DE BOLSONARO, MORAES CITA ‘VIOLAÇÃO’ DE TORNOZELEIRA E VIGÍLIA CONVOCADA POR FLÁVIO.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro por garantia da ordem pública e, na decisão, diz que não era mais possível manter a domiciliar. Além disso, disse que a tornozeleira eletrônica dele foi violada no início deste sábado. Ele pediu sessão virtual da Primeira Turma do STF para tratar da decisão.

“O Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou a esta Suprema Cortea ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico do réu Jair Messias Bolsonaro, às 0h08min do dia 22/11/2025. A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”, diz a decisão.

O ministro afirma que foram adotados todos as medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar inclusive com monitoramento integral e destacamento de equipes da Polícia Federal e Polícia Penal do Distrito Federal e realização de escoltas policiais para deslocamentos.

“Não se mostrando possível, porém, a manutenção desse aparato para cessar o periculum libertatis do réu”, acrescentou.

Vigília convocada por Flávio

A PF alegou risco para a ordem pública ao pedir a prisão e citou a convocação feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para uma vigília na noite deste sábado no condomínio onde Bolsonaro mora, em Brasília. Para a PF, havia risco de aglomeração, risco para terceiros e o próprio preso.

Moraes afirma que “a eventual realização da suposta ‘vigília’ configura altíssimo risco para a efetividade da prisão domiciliar decretada e põe em risco a ordem pública e a efetividade da lei penal”.

O ministro do STF diz que o vídeo gravado por Flávio Bolsonaro “incita o desrespeito ao texto constitucional, à decisão judicial e às próprias Instituições, demonstrando que não há limites da organização criminosa na tentativa de causar caos social e conflitos no País, em total desrespeito à DEMOCRACIA.

“O tumulto causado pela reunião ilícita de apoiadores do réu condenado tem alta possibilidade de colocar em risco a prisão domiciliar imposta e a efetividade das medidas cautelares, facilitando eventual tentativa de fuga do réu”, afirmou.

Na decisão, Moraes aponta que o vídeo em que Flávio Bolsonaro convoca apoiadores para a vigília tem manifestações que revelam “o caráter beligerante” em relação ao Judiciário e reitera uma narrativa de que a condenação do ex-presidente foi uma “perseguição”.

“Quanto ao ponto, verifica-se que as manifestações do filho do réu no referido vídeo revelam o caráter beligerante em relação ao Poder Judiciário, notadamente o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, em reiteração da narrativa falsa no sentido de que a condenação do réu JAIR MESSIAS BOLSONARO seria consequência de uma “perseguição” e de uma “ditadura” desta SUPREMA CORTE”, disse.

Fuga de aliados

Moraes ainda usou a fuga dos deputados federais Carla Zambelli (PL-SP), que foi para a Itália, e de Alexandre Ramagem (PL-RJ), que foi para os Estados Unidos.

“Não bastassem os gravíssimos indícios da eventual tentativa de fuga do réu Jair Messias Bolsonaro acima mencionados, é importante destacar que o corréu Alexandre Ramagem Rodrigues, a sua aliada política Carla Zambelli, ambos condenados por esta Suprema Corte; e o filho do réu, Eduardo Nates Bolsonaro, denunciado pela Procuradoria-Geral da República no Supremo Tribunal Federal, também se valeram da estratégia de evasão do território nacional, com objetivo de se furtar à aplicação da lei penal”, diz a decisão.

O ministro Alexandre de Moraes também apontou a distância entre a casa do ex-presidente, que fica no Jardim Botânico de Brasília, e a Embaixada dos Estados Unidos. Segundo Moraes, o percurso entre os dois locais, estimado em 13 quilômetros, poderia ser feito em cerca de 15 minutos.

Moraes determinou garantias de que o ex-presidente terá acesso a tratamento médico na prisão. Na decisão, disse que Bolsonaro deverá ser disponibilizado atendimento médico em tempo integral, em regime de plantão.

Sem algemas

No mandato de prisão preventiva, Moraes disse que a prisão deveria ser cumprida no início da manhã deste sábado “observando que a medida deverá ser cumprida com todo o respeito à dignidade do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática”.

Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. A medida não se trata do cumprimento de pena por tentativa de golpe de Estado, mas de uma medida cautelar.

Moraes cita, no mandato de prisão que Bolsonaro foi condenado pelos crimes de liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima, e deterioração de patrimônio tombado.

Trama golpista

No caso da trama golpista, a Primeira Turma da Corte o considerou culpado, por quatro votos a um, pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático, organização criminosa, dano contra o patrimônio da União e deterioração do patrimônio tombado. Os ministros que votaram a favor foram Alexandre de Moraes, o relator do processo, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Apenas o ministro Luiz Fux divergiu.

Além dele, foram condenados como integrantes do núcleo central da trama golpista os ex-ministros Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres; o ex-comandante da Marinha Almir Garnier; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que firmou acordo de delação premiada; e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que teve o processo suspenso pela Câmara até o fim do mandato quanto aos crimes de dano ao patrimônio e deterioração de patrimônio tombado.

O julgamento terminou em setembro, e os advogados recorreram. Após os recursos serem negados, o STF determinou o trânsito em julgado, fase que dá início ao cumprimento da pena.

Os ministros do Supremo que participaram do processo consideram que Bolsonaro foi o líder político e intelectual do grupo que planejou e colocou em prática planos para impedir a posse do presidente Lula.

Defesa de Bolsonaro

Bolsonaro confirma que se reuniu com os comandantes das Forças Armadas para discutir alternativas ao resultado eleitoral de 2022, mas alega que apenas discutiu instrumentos previstos na Constituição, como o estado de defesa ou de sítio.

— Se nós fôssemos prosseguir no estado de sítio ou até mesmo de defesa, as medidas seriam outras. Na ponta da linha é que teriam outras instituições envolvidas. Agora, não tinha clima, não tinha oportunidade e não tínhamos uma base minimamente sólida para se fazer qualquer coisa. E repito, só foi conversado essas outras hipóteses constitucionais tendo em de vista o TSE ter fechado as portas para a gente com aquela multa lá — afirmou Bolsonaro ao STF, em junho, durante seu interrogatório.

Sua defesa alegou ao STF que as conversas não podem ser consideradas crimes e que poderiam ser classificadas, no limite, como “atos preparatórios”, que não podem ser punidos, já que não houve a decretação de nenhuma medida.

Prisão domiciliar

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto, medida relacionada a uma investigação sobre a atuação de seu filho Eduardo Bolsonaro para coagir a Justiça por meio da articulação de sanções pelo governo de Donald Trump contra a economia brasileira e contra autoridades do Supremo Tribunal Federal e do governo federal. Eduardo foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e virou réu no STF.

A prisão domiciliar foi decretada após o descumprimento das medidas cautelares determinadas pela Corte no curso daquele processo, além da alegação, pela Polícia Federal, de risco de fuga.

Inicialmente, em julho, Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro deveria usar tornozeleira eletrônico e estava proibido de usar redes sociais e de sair de casa de noite e nos fins de semana. O ex-presidente também ficou impedido de conversar com Eduardo.

Pouco mais de duas semanas depois, o ministro determinou a prisão domiciliar, alegando que Bolsonaro “ignorou e desrespeitou” as obrigações impostas. A decisão ocorreu após o ex-presidente participar, por telefone, de duas manifestações em apoio à anistia para os envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro. Registros dessas participações foram publicados por seus filhos em redes sociais, o que, para Moraes, foi uma tentativa de burlar a proibição de uso das plataformas.

FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM/JOHN CUTRIM

AO DETERMINAR PRISÃO DE BOLSONARO, MORAES CITA ‘VIOLAÇÃO’ DE TORNOZELEIRA E VIGÍLIA CONVOCADA POR FLÁVIO.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro por garantia da ordem pública e, na decisão, diz que não era mais possível manter a domiciliar. Além disso, disse que a tornozeleira eletrônica dele foi violada no início deste sábado. Ele pediu sessão virtual da Primeira Turma do STF para tratar da decisão.

“O Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou a esta Suprema Cortea ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico do réu Jair Messias Bolsonaro, às 0h08min do dia 22/11/2025. A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”, diz a decisão.

O ministro afirma que foram adotados todos as medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar inclusive com monitoramento integral e destacamento de equipes da Polícia Federal e Polícia Penal do Distrito Federal e realização de escoltas policiais para deslocamentos.

“Não se mostrando possível, porém, a manutenção desse aparato para cessar o periculum libertatis do réu”, acrescentou.

Vigília convocada por Flávio

A PF alegou risco para a ordem pública ao pedir a prisão e citou a convocação feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para uma vigília na noite deste sábado no condomínio onde Bolsonaro mora, em Brasília. Para a PF, havia risco de aglomeração, risco para terceiros e o próprio preso.

Moraes afirma que “a eventual realização da suposta ‘vigília’ configura altíssimo risco para a efetividade da prisão domiciliar decretada e põe em risco a ordem pública e a efetividade da lei penal”.

O ministro do STF diz que o vídeo gravado por Flávio Bolsonaro “incita o desrespeito ao texto constitucional, à decisão judicial e às próprias Instituições, demonstrando que não há limites da organização criminosa na tentativa de causar caos social e conflitos no País, em total desrespeito à DEMOCRACIA.

“O tumulto causado pela reunião ilícita de apoiadores do réu condenado tem alta possibilidade de colocar em risco a prisão domiciliar imposta e a efetividade das medidas cautelares, facilitando eventual tentativa de fuga do réu”, afirmou.

Na decisão, Moraes aponta que o vídeo em que Flávio Bolsonaro convoca apoiadores para a vigília tem manifestações que revelam “o caráter beligerante” em relação ao Judiciário e reitera uma narrativa de que a condenação do ex-presidente foi uma “perseguição”.

“Quanto ao ponto, verifica-se que as manifestações do filho do réu no referido vídeo revelam o caráter beligerante em relação ao Poder Judiciário, notadamente o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, em reiteração da narrativa falsa no sentido de que a condenação do réu JAIR MESSIAS BOLSONARO seria consequência de uma “perseguição” e de uma “ditadura” desta SUPREMA CORTE”, disse.

Fuga de aliados

Moraes ainda usou a fuga dos deputados federais Carla Zambelli (PL-SP), que foi para a Itália, e de Alexandre Ramagem (PL-RJ), que foi para os Estados Unidos.

“Não bastassem os gravíssimos indícios da eventual tentativa de fuga do réu Jair Messias Bolsonaro acima mencionados, é importante destacar que o corréu Alexandre Ramagem Rodrigues, a sua aliada política Carla Zambelli, ambos condenados por esta Suprema Corte; e o filho do réu, Eduardo Nates Bolsonaro, denunciado pela Procuradoria-Geral da República no Supremo Tribunal Federal, também se valeram da estratégia de evasão do território nacional, com objetivo de se furtar à aplicação da lei penal”, diz a decisão.

O ministro Alexandre de Moraes também apontou a distância entre a casa do ex-presidente, que fica no Jardim Botânico de Brasília, e a Embaixada dos Estados Unidos. Segundo Moraes, o percurso entre os dois locais, estimado em 13 quilômetros, poderia ser feito em cerca de 15 minutos.

Moraes determinou garantias de que o ex-presidente terá acesso a tratamento médico na prisão. Na decisão, disse que Bolsonaro deverá ser disponibilizado atendimento médico em tempo integral, em regime de plantão.

Sem algemas

No mandato de prisão preventiva, Moraes disse que a prisão deveria ser cumprida no início da manhã deste sábado “observando que a medida deverá ser cumprida com todo o respeito à dignidade do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática”.

Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. A medida não se trata do cumprimento de pena por tentativa de golpe de Estado, mas de uma medida cautelar.

Moraes cita, no mandato de prisão que Bolsonaro foi condenado pelos crimes de liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima, e deterioração de patrimônio tombado.

Trama golpista

No caso da trama golpista, a Primeira Turma da Corte o considerou culpado, por quatro votos a um, pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático, organização criminosa, dano contra o patrimônio da União e deterioração do patrimônio tombado. Os ministros que votaram a favor foram Alexandre de Moraes, o relator do processo, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Apenas o ministro Luiz Fux divergiu.

Além dele, foram condenados como integrantes do núcleo central da trama golpista os ex-ministros Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Anderson Torres; o ex-comandante da Marinha Almir Garnier; o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que firmou acordo de delação premiada; e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que teve o processo suspenso pela Câmara até o fim do mandato quanto aos crimes de dano ao patrimônio e deterioração de patrimônio tombado.

O julgamento terminou em setembro, e os advogados recorreram. Após os recursos serem negados, o STF determinou o trânsito em julgado, fase que dá início ao cumprimento da pena.

Os ministros do Supremo que participaram do processo consideram que Bolsonaro foi o líder político e intelectual do grupo que planejou e colocou em prática planos para impedir a posse do presidente Lula.

Defesa de Bolsonaro

Bolsonaro confirma que se reuniu com os comandantes das Forças Armadas para discutir alternativas ao resultado eleitoral de 2022, mas alega que apenas discutiu instrumentos previstos na Constituição, como o estado de defesa ou de sítio.

— Se nós fôssemos prosseguir no estado de sítio ou até mesmo de defesa, as medidas seriam outras. Na ponta da linha é que teriam outras instituições envolvidas. Agora, não tinha clima, não tinha oportunidade e não tínhamos uma base minimamente sólida para se fazer qualquer coisa. E repito, só foi conversado essas outras hipóteses constitucionais tendo em de vista o TSE ter fechado as portas para a gente com aquela multa lá — afirmou Bolsonaro ao STF, em junho, durante seu interrogatório.

Sua defesa alegou ao STF que as conversas não podem ser consideradas crimes e que poderiam ser classificadas, no limite, como “atos preparatórios”, que não podem ser punidos, já que não houve a decretação de nenhuma medida.

Prisão domiciliar

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto, medida relacionada a uma investigação sobre a atuação de seu filho Eduardo Bolsonaro para coagir a Justiça por meio da articulação de sanções pelo governo de Donald Trump contra a economia brasileira e contra autoridades do Supremo Tribunal Federal e do governo federal. Eduardo foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e virou réu no STF.

A prisão domiciliar foi decretada após o descumprimento das medidas cautelares determinadas pela Corte no curso daquele processo, além da alegação, pela Polícia Federal, de risco de fuga.

Inicialmente, em julho, Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro deveria usar tornozeleira eletrônico e estava proibido de usar redes sociais e de sair de casa de noite e nos fins de semana. O ex-presidente também ficou impedido de conversar com Eduardo.

Pouco mais de duas semanas depois, o ministro determinou a prisão domiciliar, alegando que Bolsonaro “ignorou e desrespeitou” as obrigações impostas. A decisão ocorreu após o ex-presidente participar, por telefone, de duas manifestações em apoio à anistia para os envolvidos nos atos golpistas do 8 de janeiro. Registros dessas participações foram publicados por seus filhos em redes sociais, o que, para Moraes, foi uma tentativa de burlar a proibição de uso das plataformas.

FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM & JOHN CUTRIM

“OPERAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR ERRADICA 1,5 TONELADA DE MACONHA NO MARANHÃO: AÇÃO IMPARÁVEL CONTRA O CULTIVO ILEGAL”.

                            Operação.
Na última quinta-feira (20), uma ação coordenada e de grande impacto das forças de segurança do Maranhão resultou na erradicação de uma enorme plantação de maconha em duas localidades: Centro Novo e Centro do Guilherme. Com cerca de 4,5 mil pés da droga, a operação destruiu o que poderia se transformar em aproximadamente 1,5 tonelada de maconha, um golpe significativo no tráfico da região.
A Força da Polícia Militar em Ação
A operação contou com a participação das elite das forças de segurança, incluindo as equipes da ROTAM, CHOQUE, BOPE, Cavalaria, e outras unidades especializadas do Comando de Missões Especiais da Polícia Militar do Maranhão (PMMA). O Centro Tático Aéreo (CTA) também deu suporte aéreo, ampliando o alcance das incursões, que foram realizadas com a missão de erradicar o cultivo ilegal de drogas e evitar o retorno dos criminosos a essas áreas.
Com o objetivo de desmantelar operações ilícitas no Maranhão, a ação integra a Rede Nacional de Operações Ostensivas e Especializadas, uma parceria com o Ministério da Justiça. O trabalho em conjunto visa garantir um impacto profundo nas redes de tráfico de drogas que operam no estado.
Estratégia de Monitoramento e Prevenção
Após a destruição das roças, as equipes de segurança permaneceram na região, intensificando o monitoramento e realizando incursões para garantir que o cultivo de maconha não fosse retomado. A operação permanece em andamento, com previsão de continuar por tempo indeterminado, como parte de uma estratégia contínua para combater o tráfico de drogas na região.
                            Maconha.
Resultados Impactantes: Mais de 4 Toneladas de Drogas Apreendidas em 2025
Até outubro deste ano, as apreensões de drogas pelas forças de segurança do Maranhão já ultrapassaram 4 toneladas, um número impressionante que demonstra a efetividade das operações no combate ao tráfico. Com ações cada vez mais coordenadas e intensas, a polícia está dando um forte recado aos criminosos: o combate ao tráfico de drogas é uma prioridade, e a PMMA não vai ceder terreno.
Desafios e Compromisso com a Segurança
Apesar dos avanços, o combate ao tráfico de drogas continua a ser um grande desafio para as autoridades no Maranhão. O sucesso da operação desta quinta-feira é um reflexo do comprometimento das forças de segurança e da crescente colaboração entre as diferentes esferas do governo. Contudo, a guerra contra o tráfico ainda está longe de terminar, e a PMMA segue firme em seu objetivo de proteger a população e garantir um ambiente mais seguro para todos.
A ação também serve como um alerta para a importância do apoio à segurança pública e das ações de prevenção, que envolvem não apenas a erradicação de plantações, mas também o combate ao tráfico, o monitoramento constante e a educação da comunidade sobre os impactos devastadores das drogas.
Com essa operação, o Maranhão dá mais um passo importante na luta contra o tráfico de drogas, um problema que afeta não só o estado, mas todo o país. A sociedade aguarda ansiosa por mais operações desse tipo, que ajudam a reduzir os danos do tráfico e trazem esperança de dias mais tranquilos para todos.
FONTE/WWW.BLOGDAMUCAMBO.COM

ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO/VEREADOR THALYSON BERG DENÚNCIA QUE SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE NINA RODRIGUES ARMAZENOU MATERIAIS ESCOLARES DENTRO DE BANHEIRO

                                                       

                                                                                               VEREADOR  

                                                                   THALYSON BER  A VOZ DO POVO NA CAMERA

A educação pública de Nina Rodrigues voltou a ser alvo de críticas após uma denúncia grave feita pelo vereador Thalyson Berg, que durante uma fiscalização em uma unidade de ensino flagrou materiais escolares essenciais sendo armazenados dentro de um banheiro. O caso levanta questionamentos sobre a gestão da secretária de Educação, Samara Corrêa, e reforça as reclamações sobre a precariedade da infraestrutura das escolas do município.

Segundo o parlamentar, a situação encontrada demonstra “total desrespeito com os alunos, servidores e com o dinheiro público”, já que o banheiro é um ambiente inadequado e insalubre para guardar materiais pedagógicos destinados ao uso diário em sala de aula.

Durante a visita, registrada em vídeo pelo próprio vereador, foi possível observar diversos itens empilhados e guardados no interior do banheiro da escola. Ao ser questionado, o coordenador rural de educação da unidade admitiu que a prática havia sido autorizada por ele, mas não apresentou justificativas plausíveis para a decisão.

VT…..

                                                           

A denúncia reacende críticas já antigas sobre a gestão da Secretaria de Educação. Sob comando de Samara Corrêa, a pasta tem sido alvo de reclamações quanto à desorganização, à falta de fiscalização e à precariedade das condições de trabalho nas escolas. Mesmo com licitações e investimentos significativos anunciados para aquisição de móveis e materiais permanentes, o cenário encontrado pelo vereador mostra que problemas básicos continuam sem solução.

 

                                                       

SECRETARIA DE EDUCAÇÃOPara Thalyson Berg, a situação ultrapassa uma simples falha administrativa. Segundo ele, “é inadmissível que, em pleno século XXI, alunos ainda sejam prejudicados por erros tão básicos de gestão”. O vereador afirmou que medidas precisam ser tomadas imediatamente para garantir que o ambiente escolar ofereça condições adequadas de ensino e segurança.

O caso gerou indignação entre moradores, pais e profissionais da educação, que cobram providências rápidas por parte da Secretaria. A população espera que os materiais sejam organizados corretamente e que a gestão adote práticas adequadas de armazenamento e distribuição dos recursos escolares.

Thalyson Berg informou ainda que encaminhará relatório detalhado da fiscalização aos órgãos competentes, a fim de que sejam tomadas as medidas administrativas e legais necessárias.

A denúncia traz à tona, mais uma vez, a preocupação com o futuro das crianças e adolescentes da cidade. Para o vereador, garantir um ambiente escolar digno deve ser prioridade absoluta. “Nina Rodrigues não pode continuar sendo penalizada por descaso e falta de organização. As crianças merecem respeito”, afirmou.

“OPERAÇÃO CONTRA CRIME ORGANIZADO EM BURITI: POLÍCIA CIVIL DESARTICULA QUADRILHA E APREENDE ARMAS PESADAS, DROGAS E DINHEIRO”

                  Operação em Buriti.
Buriti, MA – A Polícia Civil do Maranhão deu um golpe certeiro no crime organizado em Buriti, região do Baixo Parnaíba, na última sexta-feira (14). Em uma operação que movimentou toda a cidade, sete suspeitos de envolvimento em crimes como homicídios, tráfico de drogas e roubo foram presos. A ação foi um marco na luta contra o avanço de facções criminosas na região, com apreensão de armas de grosso calibre, drogas e uma significativa quantia de dinheiro.
A operação, coordenada pela Delegacia de Buriti, teve como alvo a desarticulação de uma organização criminosa ligada ao tráfico de entorpecentes e homicídios. Três dos presos foram capturados por meio de mandados de prisão preventiva, já outros quatro foram detidos em flagrante por tráfico de drogas, porte ilegal de armas e posse de material bélico de uso restrito. No total, foram retiradas de circulação sete pessoas envolvidas com atividades ilícitas.
APREENSÕES IMPACTANTES
A operação foi além das prisões. Durante as buscas, a polícia apreendeu uma pistola 9mm, uma escopeta calibre 12, munições de ambos os calibres e drogas como maconha, cocaína e crack. Também foram encontrados R$ 7 mil em dinheiro, balança de precisão e outros instrumentos usados para o fracionamento de entorpecentes, além de celulares e um rádio comunicador. Esses itens passarão por análises técnicas para ajudar a desvendar mais detalhes das atividades criminosas.
INVESTIGAÇÕES E COLABORAÇÃO REGIONAL
O trabalho investigativo da Polícia Civil começou com o Inquérito nº 27208/2025, instaurado para apurar o homicídio qualificado de um jovem de 19 anos, ocorrido em outubro. Com base em evidências, os investigadores identificaram os envolvidos no crime e mapeamento dos pontos de apoio utilizados pela organização criminosa. Segundo o delegado Josemar Rocha, a operação foi fundamental para desarticular esse grupo de alta periculosidade.
A operação contou com o apoio de diversas unidades policiais de Buriti, Chapadinha, Caxias, além da Guarda Municipal, Ministério Público e do Poder Judiciário local. A prefeitura de Buriti também contribuiu para o sucesso da ação.
CONTINUIDADE NAS INVESTIGAÇÕES
De acordo com o delegado, as investigações não param por aqui. A polícia continuará trabalhando para identificar outros membros da organização criminosa e impedir que novas facções tomem o controle da região. “O cumprimento das ordens judiciais foi um passo importante, mas nossa missão é seguir firmes no combate a esses criminosos, para garantir a segurança da população de Buriti”, afirmou o delegado Josemar Rocha.
A operação foi um grande avanço na luta contra o tráfico de drogas e a violência em Buriti, mas os desafios continuam. A polícia civil permanece vigilante e determinada a proteger a cidade e suas comunidades dos impactos do crime organizado.
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ITAPECURU-MIRIM RECEBE VISITA HISTÓRICA DO COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO MARANHÃO.

                                                   

Itapecuru Mirim, 14 de novembro de 2025 — Em um marco significativo para a segurança pública da cidade, Itapecuru Mirim recebeu na última sexta-feira (14) a visita oficial do Coronel Wallace Amorim, Comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão. Este é o primeiro encontro oficial do Coronel com o município, o que representa um avanço importante nas relações entre a Polícia Militar e o poder público local.
O evento aconteceu no Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e reuniu comandantes de batalhão da região, além de autoridades municipais, como o vice-prefeito Antônio Verde e o secretário municipal de Segurança Pública, Márcio Ribeiro. A presença dessas lideranças reforça a união entre as forças policiais e o poder público em prol de melhorias no sistema de segurança do município.
Durante o encontro, o Coronel Wallace Amorim e as demais autoridades discutiram estratégias e ações para fortalecer a segurança em Itapecuru Mirim. A visita simboliza um passo importante na construção de parcerias sólidas entre o Governo do Estado, a Polícia Militar e a Prefeitura, visando garantir a tranquilidade e o bem-estar da população local.
“A parceria entre a Polícia Militar e a Prefeitura é fundamental para o sucesso das ações de segurança pública. Estamos comprometidos em buscar soluções conjuntas para proteger nossa cidade e oferecer mais segurança à nossa comunidade”, afirmou o vice-prefeito Antônio Verde, destacando a importância da colaboração entre as esferas municipais e estaduais.
A visita também gerou expectativa positiva entre os moradores, que veem na presença das autoridades uma oportunidade de reforçar a segurança no município e estreitar o relacionamento entre a população e os órgãos de segurança pública.
Este evento histórico para Itapecuru Mirim reflete o compromisso do município com a melhoria contínua da segurança pública e com a integração das ações do Governo do Estado com as necessidades da comunidade local. Com a aproximação entre as forças policiais e o poder público, a cidade caminha para um futuro mais seguro e próspero.
Confira no vídeo abaixo como foi esse momento histórico para a nossa cidade.
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ESCÂNDALO DE EXTORSÃO E HOMICÍDIO: FILHA PLANEJA MATAR PAI PARA OBTER HERANÇA E RIQUEZAS.

                                                 

Um escândalo de proporções chocantes veio à tona através de uma série de capturas de tela de conversas do WhatsApp, que revelam um plano calculado de extorsão seguido de homicídio, supostamente orquestrado por uma filha contra o próprio pai. O caso envolve Victoria Rochel Silva Reis Luz e sua cúmplice, Vânia, que estariam planejando obter uma grande quantia financeira através de extorsão, antes de concretizar o assassinato de Edmundo dos Reis Luz, pai de Rochel.
O PLANO DE EXTORSÃO: UMA CHANTAGEM MILIONÁRIA
De acordo com as mensagens, Rochel teria inicialmente proposto forçar seu pai a assinar um “Contrato de Indenização e Confidencialidade”, que legalizaria o pagamento de uma quantia elevada em troca de um suposto silêncio. As exigências financeiras, que inicialmente giravam em torno de R$ 400 mil, teriam sido aumentadas, com a meta final de R$ 2 milhões, chegando até a cifras que poderiam superar R$ 20 milhões.
Em uma conversa chocante, Rochel admitiu o caráter criminoso de suas ações:
> “Se for pra fazer chantagem em troca de um milhão e meio, a chantagem tem que ser bem feita.”
A extorsão incluía uma série de ameaças pesadas e uma manipulação psicológica contra seu próprio pai, como a ameaça de uma prisão imediata e a destruição de sua reputação. Rochel, em uma das mensagens, expressa que faria de tudo para manter o pai preso:
> “Sair dali direto pro banco ou sair dali numa viatura da polícia.”
Além disso, a filha usaria segredos íntimos para chantagear o pai. Ela afirmou que ameaçaria expor informações pessoais guardadas em um pendrive, dizendo:
> “Eu ainda vou dizer pra ele que vou por tudo no grupo da família.”
O impacto emocional das ameaças foi claramente calculado, com Rochel sugerindo que a revelação desses segredos causaria um infarto no pai:
> “Só em saber que a família vai saber… infarto é certo.”
[Clique aqui para ver os prints das conversas reveladoras e entender a extensão do plano.]
A EXTORSÃO SE TRANSFORMA EM HOMICÍDIO PLANEJADO
Mas o aspecto mais perturbador dessa história é o fato de que a extorsão não era o objetivo final. Em mensagens posteriores, fica claro que o assassinato de Edmundo seria considerado a etapa final e mais lucrativa do plano criminoso.
Em um diálogo entre Rochel e Vânia, a cúmplice, Rochel sugere que, dependendo do valor obtido da extorsão e da morte do pai, o pagamento à cúmplice seria considerável:
> “Saindo e ele morrendo, dependendo do valor, ainda te mando um milhão.”
A frase sugere que a morte de Edmundo garantiria o acesso à herança e aos bens do pai, incluindo seguros e propriedades, com o pagamento de R$ 1 milhão prometido a Vânia. Essa revelação reforça as suspeitas de homicídio qualificado, com motivação torpe — o desejo de ganhar dinheiro com a morte do pai.
O PAPEL DA CÚMPLICE
Vânia, a cúmplice de Rochel, teria desempenhado um papel fundamental no esquema. Sob as ordens de Rochel, Vânia foi instruída a mentir e a impedir que Edmundo se defendesse judicialmente. Em um momento, Rochel repreende Vânia por colocar o plano em risco, demonstrando o nível de controle e manipulação exercido sobre a cúmplice:
> “Vânia, por favor… tu vai colocar tudo a perder. Não acaba com o plano, porra.”
Além das ameaças e manipulação, as mensagens também indicam que os valores obtidos com o plano seriam usados para financiar uma vida luxuosa, incluindo planos para comprar um apartamento no Rio de Janeiro e viagens internacionais para a Europa.
A INVESTIGAÇÃO E AS CONSEQUÊNCIAS LEGAIS
As autoridades competentes estão agora investigando as provas do suposto planejamento de extorsão e homicídio. O caso levanta sérias questões sobre a manipulação familiar, os limites da ganância e as ações criminosas que podem surgir dentro de círculos íntimos. A investigação está em andamento, e as autoridades prometem seguir com o caso para garantir que os responsáveis sejam punidos pela gravidade de seus crimes.
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Este caso serve como um lembrete perturbador sobre como a ambição desmedida e a falta de ética podem levar a ações extremas, até mesmo dentro do ambiente familiar. A trama de extorsão e homicídio planejada por uma filha contra seu pai desafia a confiança e os laços que deveriam existir entre os membros de uma família, e chama a atenção para os perigos da manipulação emocional e financeira.
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ALÔ MINISTÉRIO PÚBLICO DENÚNCIA GRAVE: 11 ESCOLAS DE TAIPAS SÃO ENCONTRADAS VARGEM GRANDE EM PLENO SÉCULO XXI: A REALIDADE DA EDUCAÇÃO NO MARANHÃO

O município de Vargem Grande, no interior do Maranhão, vive uma triste realidade quando o assunto é educação. Em uma denúncia chocante, o deputado estadual Wellington do Curso revelou a existência de 11 escolas de taipa no município, estruturas precárias que são totalmente inadequadas para o aprendizado das crianças. A denúncia foi feita após uma visita de fiscalização do projeto “De Olho nas Escolas”, que tem percorrido diversas cidades maranhenses para verificar as condições das unidades de ensino e garantir maior transparência na aplicação dos recursos públicos.
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De acordo com o deputado, Vargem Grande recebeu, em 2024, mais de R$ 100 milhões em recursos destinados à educação, e em 2025, quase R$ 200 milhões. Esses valores, que deveriam ser suficientes para garantir uma educação de qualidade e infraestrutura adequada, estão claramente sendo mal aplicados, já que diversas comunidades ainda enfrentam condições completamente inadequadas nas escolas municipais.
“Você diria que isso aqui é uma escola pública? Parece mentira, mas é a triste realidade dos alunos do povoado Poço Pedrado, em Vargem Grande. Com o projeto ‘De Olho nas Escolas’, estive no local junto aos vereadores Júnior Castro e Jociedson Aguiar, e o que encontramos é revoltante! Mais uma escola de taipa, símbolo do total descaso com as nossas crianças”, afirmou Wellington do Curso, em tom de indignação.
A visita do parlamentar, que contou com a presença dos vereadores Júnior Castro e Jociedson Aguiar, ambos críticos à atual administração municipal, confirmou a situação alarmante das escolas. As salas de taipa, que servem de ambiente de ensino para centenas de crianças, não oferecem as condições mínimas de segurança e conforto, colocando em risco o aprendizado e até a saúde dos alunos.
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                                          O Descaso com a Educação e o Destino dos Recursos Públicos
A denúncia aponta para um dos maiores problemas enfrentados pelas cidades do interior do Maranhão: o uso indevido dos recursos públicos. Com os valores recebidos, era esperado que o município tivesse condições de melhorar a infraestrutura das escolas, oferecendo ambientes adequados para o aprendizado. No entanto, a realidade encontrada no município é bem diferente, com escolas que mais parecem depósitos improvisados do que unidades de ensino.
A indignação dos vereadores Júnior Castro e Jociedson Aguiar, membros da oposição, é visível, especialmente diante da falta de respostas do governo municipal sobre o destino dos recursos destinados à educação. Ambos afirmam que o governo tem sido omisso e negligente com as necessidades da população, principalmente com as crianças que, em muitos casos, não têm acesso a um ambiente escolar digno.
Jociedson Aguiar, em sua fala, destaca a importância de um rigoroso acompanhamento por parte dos órgãos de fiscalização para que os responsáveis por essa situação sejam chamados a responder pelos prejuízos causados à educação. “Não podemos permitir que o futuro das nossas crianças seja comprometido dessa maneira. É necessário que o Ministério Público investigue com urgência a aplicação desses recursos”, afirmou o vereador.
A Necessidade de Ação Imediata
Diante dessa realidade alarmante, a sociedade precisa se mobilizar e exigir respostas. O deputado Wellington do Curso não poupou esforços e já acionou o Ministério Público para investigar onde foram parar os milhões destinados à educação em Vargem Grande. A ação busca garantir que os recursos públicos sejam aplicados corretamente e que as crianças da cidade tenham acesso a uma educação de qualidade, com escolas adequadas e seguras.
O projeto “De Olho nas Escolas” tem sido fundamental para denunciar situações como essa e deve ser ampliado, para que mais municípios possam ser fiscalizados e para que a população tenha um papel ativo na cobrança de melhorias para as suas escolas.
A educação é um direito fundamental, e o descaso com ela é um crime que não pode ser tolerado. O futuro de milhares de crianças de Vargem Grande e de todo o Maranhão está em jogo, e é hora de exigir que os responsáveis cumpram com suas obrigações e façam da educação uma prioridade.
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